Wikipedia

Resultados de la búsqueda

04 mayo 2020

FATO ÚNICO UMA CRIANÇA AO RELENTO EM PLENO SERTÃO


Uma das maiores dificuldades da mulher cangaceira ao parir, era sem dúvida decidir, como e com quem ficaria o 'rebento'.

Não era permitido que o recém-nascido ficasse com o grupo de cangaceiros e, ao ser exposta às intempéries da natureza (sol, chuva, falta de abrigo, alimentação, água etc..), falecia. Para evitar isso, logo que o bebê nascia com poucos dias era doado, a um vaqueiro, padre, coronel ou alguma pessoa de confiança.

Às vezes, acontecia de uma cangaceira parir e, sem tempo, ainda, de doar a criança a uma pessoa com as referências supracitadas, Acontecia um tiroteio e, o recém nascido ficava no meio da caatinga, entregue a sua própria sorte e a Deus.

Acima, temos uma foto rara mostrando uma situação dessa do filho do cangaceiro Ângelo Roque, em que a criança foi recolhida da caatinga através do Tenente Noblat e, posteriormente, foi criada pela família do sargento Edgar.


Fonte da Foto: Lampeão, Ranulfo Prata.
Créditos: Ivanildo Silveira (Grupo Lampião Grande Rei do Cangaço - Facebook)


http://blogdomendesemendes.blogspot.com

No hay comentarios:

ESCARCÉU

  Por Abdias Filho Os gritos de Coqueiro e os impropérios lançados por Zé Baiano, chegaram à barraca real, fazendo Lampião e Maria Bonita sa...