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03 outubro 2026

LAMPIÃO E OUTRAS HISTÓRIAS - CANGACEIROS, COITEIROS E VOLANTES.

  Por José Mendes Pereira


O escritor e pesquisador do cangaço João de Souza Lima considerado um dos principais historiadores do cangaço do Nordeste do Brasil, e que mora na cidade de  Paulo Afonso, no Estado da Bahia, e é ele quem revela os seis principais mitos e lendas que contam sobre o perverso e vingativo Virgolino Ferreira da Silva, o patenteado capitão Lampião, que percorreram por vários Estados do país, e que ainda continuam como se fossem verdades. 


Muita gente que ainda não teve a oportunidade de ler Lampião, Pesquisado por quem sabe e entende do assunto, acredita no que é contado em rodas de amigos, cada um quer contar a sua história com muita fantasia. A história sobre o capitão Lampião é muito enfeitada, e muitos enfeites sem nenhum tico de fundamento, mas é porque alguns estudiosos vão no que foi escrito por pessoas que nem sabem como adquirir os fato 

E como é que os leitores poderão adquirir fatos verdadeiros sobre o cangaço e Lampião de modo geral?

Procurem comprar exemplares de pessoas que já escreveram livros sérios, com muita responsabilidade.

E como descobrirão que os livros são sérios, isto é pesquisando nas verdadeiras fontes?

Acessar os seguintes blogs: 

http://cariricancaco.blogspot.com - Manoel Severo. - manoelseverogmail.com


http://lampiãoaceso.blogspot.com - Kiko Monteiro. - kikomonteiro@hotmail.com

http://joaodesousalima.blogspot.com - João de Sousa Lima. - joao.sousalima@bol.com.br


http://cangaconabahia.blogspot.com - Do saudoso Rubens Antonio. 


http://portaldocangaco.blogspot.com - Guilherme Machado. - guilhermemachado60@hotmail.com


https://tokdehistoria.com.br - Rostand Medeiros. - rostandmedeiros@gmail.com

E outros tantos. Procura entrar em contato com os seus administradores, que te guiarão para o assunto com seriedade. Eles são pessoas educadíssimas e que têm bons conhecimentos no assunto, e não negarão informar a nenhum.

Escritor João de Sousa Lima

O escritor lembra muito bem aos leitores, estudiosos e curiosos do cangaço, que a população sertaneja do Nordeste Brasileiro, com medo do afamado  e violento cangaceiro capitão Lampião, acreditava em todas as histórias sobre o cangaço, e muitas delas, foram fundidas e sem pesquisas, e uma delas contada pelo escritor é esta: 

(Foi criada com o objetivo - diz João de Sousa Lima, de afugentar os sertanejos que ajudavam a esconder os cangaceiros, os conhecidos coiteiros. As volantes (polícia da época), espalharam que Lampião matava crianças com punhal. Segundo uma das histórias contadas pelos policiais, o cangaceiro jogava as crianças para o alto e as aparava com um punhal). 

Então amigo leitor, fica a afirmação como foi criada esta e outras histórias sobre Lampião. A polícia perseguidora de Lampião que queria fracassar o movimento dos cangaceiros, e se inventasse isto e outras histórias sem fundamento, com certeza, sem apoio da população, Lampião poderia até desistir do cangaço, por não ter mais apoio dos camponeses. Esta é minha opinião.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer, não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

02 outubro 2026

O EX-CANGACEIRO LUIZ PADRE, FIGURA IMPORTANTE NO ESTUDO CANGACEIRO,

 Por José Mendes Pereira

Imagem colorida pelo então pesquisador do cangaço Francisco Alvarenga Rodrigues.

Este acima é o afamado ex-cangaceiro Luiz Pereira da Silva, o temido Luiz Padre, companheiro e primo legítimo do então famoso e responsável pela vida cangaceira do capitão Lampião, o Sinhô Pereira.

Sinhô Pereira

Ninguém foi mais importante no cangaço do que o Sinhô Pereira. Quando ele abandonou o cangaço, entregou aquela responsabilidade ao futuro famoso cangaceiro que ainda não era, o Lampião.

SINHÔ PEREIRA FOI ENTREVISTADO PELO SEU PARENTE LUIZ CONRADO DE LORENA E SÁ.

Cangaceiro Sinhô Pereira, único patrão de Lampião no mundo do crime.

Olhando para o tamanho do ex-cangaceiro Sinhô Pereira, quem não teria medo desta fera humana? Sou admirador do Sinhô Pereira e do Luiz Padre.

Um dos maiores e mais antigos cangaceiros do Nordeste do Brasil, o Sinhô Pereira, que em 1971, em uma visita à sua terra natal, Serra Talhada, no Estado de Pernambuco, concedeu uma entrevista ao seu parente Luiz Conrado de Lorena e Sá, e no momento falou sobre o seu passado. Na sequência, detalhou tudo sobre a sua vida após o abandono ao cangaço no ano de 1922. Também fez comentários sobre a sua amizade com os Ferreiras Lampião, Antônio e Livino. A sua história está envolvida em vinganças,  sofrimentos e além do mais, muito sangue derramado em sua terra natal.

Luiz Conrado de Lorena e Sá 

Luiz Conrado de Lorena e Sá fez as perguntas que seguem a Sebastião Pereira da Silva o Sinhô Pereira, primeiro e único patrão de crime de Virgolino Ferreira da Silva, o capitão Lampião.

Lorena - Qual seu dia de maior alegria?

Respondeu o Sinhô Pereira: 

- Chegar à Serra Talhada 50 anos depois e ser recebido por todos os parentes com carinho que me dispensaram. Foi na verdade motivo de muita alegria.

Luiz Conrado de Lorena e Sá perguntou-lhe:

- Qual seu dia de maior tristeza?

E o Sinhô Pereira respondeu-lhe:

- Estando eu em Lagoa Grande, distrito de Presidente Olegário no Estado de Minas Gerais, recebi a noticia do falecimento de Luiz Padre (primo dele) em Anápolis, Goiás. Nem ao sepultamento compareci.

Cangaceiro Luiz Padre, primo do Sinhô Pereir

A gente sabe que o Sinhô Pereira e Luiz Padre eram primos legítimos, mas pareciam mais para dois irmãos do que para primos. Luiz Padre tinha um respeito pelo Sinhô Pereira, igualmente o Sinhô Pereira pelo Luiz Padre.


Se você quiser ler a entrevista completa que o Sinhô Pereira cedeu ao seu parente Luiz Conrado, aqui o link que deverá ser clicado para este fim. Se ele não abrir, leve-o ao google.


Informação aos leitores: O Local e a História
O cangaceiro Dê Araújo

No tempo de Sinhô Pereira, a Fazenda Quixaba ficava no município de Vila Bela (antigo nome da atual cidade de Serra Talhada), no Estado de Pernambuco.

A propriedade pertencia à região do sertão pernambucano, no vale do Pajeú, pertencente na época aos domínios e rotas de atuação do bando de Sinhô Pereira. 

Foi justamente em um combate noturno contra a polícia ocorrido na Fazenda Quixaba que Virgulino Ferreira da Silva recebeu o famoso apelido de Lampião, pois o modo como disparava seu rifle na escuridão lembrava a luz de um lampião. Acredita-se que o apelido foi dado pelo cangaceiro Dê Araújo. Ele comentou ao grupo de facínoras que a boca do rifle de Virgolino, mais parecia um lampião, porque ele atirava sem pausear, acho eu. 

Informação do google - https://www.google.com/search?q=No+tempo+de+Sinh%C3%B4+Pereira%2C+onde+ficava+a+fazenda+Quixaba%3F&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=No+tempo+de+Sinh%C3%B4+Pereira%2C+onde+ficava+a+fazenda+Quixaba%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigATIHCAIQIRigATIHCAMQIRigATIHCAQQIRigAdIBCTM1Mjc5ajBqN6gCALACAA&sourceid=chrome&source=chrome.ob&ie=UTF-8

E a partir dali, que possivelmente foi antes do dia 8 de agosto de 1922 (após a desistência do Sinhô Pereira ao cangaço), que Virgolino Ferreira da Silva foi apelidado de Lampião. 

Já a patente de capitão, Lampião só recebeu no Juazeiro do Norte, no ano de 1926, quando ele foi convidado para combater os revoltosos da Coluna Prestes.  

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer, não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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30 setembro 2026

FAMÍLIA DE LAMPIÃO.

Por José Mendes Pereira

Bom que o leitor faça uma leitura acompanhando a numeração de cada um. São os familiares de Virgolino Ferreira da Silva, o capitão Lampião, apenas faltando Livino Ferreira da Silva que já era falecido, e sua irmã Virtuosa Ferreira da Silva, acredita-se que ela não quis aparecer na fotografia. 

Nomes e números de cada um da familia Ferreira:

1 - Zé Paulo, primo da família Ferreira;

 2 - Venâncio Ferreira (tio), possivelmente irmão de José Ferreira dos Santos, pai da família Ferreira;

 3 - Sebastião Paulo, primo da família Ferreira; 

4 - Ezequiel Ferreira da Silva, irmão de Lampião; 

5 João Ferreira, irmão de Lampião; 

6 - Pedro Queiroz, cunhado da família Ferreira (casado com Maria Mocinha, que está à sua frente, sentada); 

7- Francisco Paulo, primo dos Ferreiras; 

8- Virgínio Fortunato da Silva, cunhado (casado com Angélica, irmã de Lampião). Há quem diga que Virgínio era natural da cidade de Alexandria - no Rio Grande do Norte.

9 - ZÉ DANDÃO, agregado da família. 

SENTADOS, da esquerda para direita: 

10 - Antônio Ferreira da Silva, irmão mais velho de toda família Ferreira; 

11-Anália Ferreira da Silva, irmã da família Ferreira;

12 - Joaninha, cunhada (casada com João Ferreira dos Santos, irmão dos Ferreiras. Foi o único que não entrou para o cangaço, mas ele tentou, tendo sido impedido pelo capitão Lampião, alegando ele que fosse cuidar das suas irmãs); 

13 - Maria Mocinha, ou Maria Queiroz, irmã dos Ferreiras. Ela faleceu em São Paulo, com mais de 100 anos;

14 - Angélica Ferreira da Siva, irmã dos Ferreiras.

15 - Virgolino Ferreira da Silva, o capitão Lampião. sendo ele responsável por tudo que aconteceu de ruim com a sua família.

Dos nove irmãos da família Ferreira, dois estão ausentes nesta foto: LEVINO, que morrera no ano anterior, 1925, no sítio Tenório, Flores do Pajeú/PE, em combate contra as volantes paraibanas dos sargentos Zé Guedes e Cícero Oliveira. E VIRTUOSA, que, sinceramente, não sei dizer se simplesmente não quis aparecer na foto.

Imagem da internet.

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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29 setembro 2026

ZÉ ROSA – LANÇAMENTO

Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3484

 

 DEFRONTE A IGREJINHA DE ZÉ ROSA, CLERISVALDO AUTOGRAFA PARA SEUS LEITORES.

Felizmente  chegou o dia do lançamento do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA. O evento aconteceu ao entardecer do sábado passado, no centro da região onde se passa a história, Maniçoba/Bebedouro. Aconteceu, exatamente, em um dos pontos festeiros da região habitacional mais antiga de Santana, defronte a Igrejinha de Zé Rosa, onde recentemente foi construída uma praça pequena e moderna. O citado livro homenageia a família Félix e antigos donos de curtumes e seus empregados, bem como os descendentes da atividade coureira do Sertão. O núcleo antigo da Maniçoba estar situado  em trecho ao longo do rio Ipanema, parte baixa e, a parte  nova de expansão conseguiu chegar até a pista na parte alta por onde passa a BR-316. Ali estão UNEAL, Escola Modelo, Rádio Comunitária e Batalhão de Polícia.

Chegamos a boca da noite e já  havia uma boa plateia aguardando o evento. A praça ficou lotada com a família Félix, com os descendentes dos donos e empregados dos antigos curtumes, que muito contribuíram para Santana virar o reino do couro e da sola. A abertura foi feita através do famoso cantor Dênis Marques que ecoou a sua belíssima voz pelas quebradas dos Bairro Maniçoba/Bebedouro. Após a composição da mesas com historiadores orais da comunidade, houve o testemunho da história de boca em boca. O acontecimento foi organizado e dirigido pelo escritor, jornalista e editor do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, em 20 edição. O ponto alto foi o carinho do público com o autor que na linguagem atual se diz: “até agora não caiu a ficha”.

A propósito, o trabalho de entrevistas com alunos de oito escolas, sobre o citado livro, já tem data e lugar para a culminância com mais de duzentos componentes. No dia 7 de novembro, o alunado vai mostrar trabalhos sobre o aprendizado do livro sob as vistas do Autor e Editor no espaço de eventos do luxuoso HOTEL PRIVILLEGE e que se situa próximo a BR-316, saída para Maceió – contribuição para a cultura do empresário Cristóvão. Assim, estamos perto de encerrar o ciclo de apresentações do livro. SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, encontra-se à venda por 35,00, contato com o Autor ou com o Editor.

      DEFRONTE A IGREJINHA DE ZÉ ROSA, CLERISVALDO AUTOGRAFA PARA SEUS LEITORES.

 ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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LAMPIÃO E OUTRAS HISTÓRIAS - CANGACEIROS, COITEIROS E VOLANTES.

    Por José Mendes Pereira O escritor e pesquisador do cangaço João de Souza Lima considerado um dos principais historiadores do cangaço d...