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19 abril 2026

ALDENORA SANTIAGO.

 ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

JOÃO FERREIRA

   Por José Mendes Pereira

João Ferreira dos Santos

Lampião tinha quatro irmãos homens, mas o João Ferreira dos Santos não entrou para o cangaço, porque Lampião pediu para ele ficar para cuidar de Ezequiel, que ainda era muito jovem, e das suas irmãs, que eram: Virtuosa, Maria, Anália e Angélica. Lampião tinha 4 irmãos, os quais eram; Antônio, Livino, João Ferreira dos Santos e Ezequiel Ferreira. 

Mesmo não tendo vestido as roupas coloridas e enfeitadas do cangaço, João Ferreira  foi preso e maltratado pelos policias que perseguiam os seus irmãos. Ele era o 4º filho homem do casal José Ferreira da Silva e dona Maria Sulena da Purificação.

 Antonio Ferreira da Silva - Segundo informação do pesquisador Rubens Antonio, Antonio Ferreira da Silva era mais perverso do que o próprio Lampião - Fonte: cangaconabahia.blogspot.com

Segundo os historiadores e pesquisadores, Antonio Ferreira da Silva era o filho mais velho do casal, mas ele não era filho de José Ferreira da Silva. 

Quando José Ferreira casou com Dona Maria, ela já estava grávida de Antônio, filho de um fazendeiro lá de Serra Talhada. A terra em que o casal e os filhos moravam, foi doada pelo próprio fazendeiro, como se fosse uma indenização à dona Maria Sulena da Purificação.

Para adquiri-lo é através deste e-mail: franpelima@bol.com.br

Mas o escritor José Bezerra Lima Irmão, em seu livro "Lampião a Raposa das Caatingas" afirma que o Antonio Ferreira também era filho de José Ferreira. Como ele chegou a esta conclusão? O escritor dispõe de certidão de casamento do casal, pai de Lampião, e que pela contagem da data de casamento e do nascimento de Antonio Ferreira, ele também era filho do José Ferreira.

Pela foto, nota-se que João Ferreira dos Santos (não sei o porquê dele assinar o seu nome com Santos), não foi cangaceiro, mas o seu olhar era perigoso, carrancudo...

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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17 abril 2026

XOTE DOS CABELUDOS - LUIZ GONZAGA

 Por José Mendes Pereira

Os dois reis juntos

Há quem diga que no ano de 1967, o nosso rei da juventude Roberto Carlos Braga teria chamado o nosso rei do baião Luiz Gonzagão do Nascimento de ultrapassado ou simplesmente quadradão. Essa palavra sugere um contraste entre a modernidade da Jovem Guarda e a tradição do baião, e que gerou um grande conflito entre os dois famossos cantores.

Sendo assim e se sentindo inferiorizado, o Rei do Baião respodenu ao rei da juventude com a música “Xote dos Cabeludos”.

https://www.youtube.com/watch?v=N5LijOBxQQE

Você já conhecia ou não essa história? Eu mesmo não a conhecia, mas se o rei menosprezou o nosso outro rei, mereceu receber desabafos do rei do baião. Sou fã dos dois, mas quem deve, tem que pagar.

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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14 abril 2026

MANÉ FOGUETEIRO

  Clerisvaldo B. Chagas, 13 de abril de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3399


IMAGEM DE AUGUSTO CALHEIROS.

O alfaiate e seresteiro, conhecido como Juca Alfaiate, quando se pedia ela pensava muito e terminava cantando a página musical “Mané Fogueteiro”. Era  música e letra  do cantor Augusto Calheiros, que nascera no século XIX e morrera no século XX. Entre inúmeras músicas de sucesso estava “Mané Fogueteiro”, música que emociona qualquer pessoa que tenha o mínimo de sensibilidade. “Mané Fogueteiro” é música de 1934. E, devido ao modo único do cantor Augusto Calheiros, em Santana do Ipanema, poucos ousavam cantar as suas músicas. Conhecemos  que apenas o caçador, de voz rouca e cantor nas horas vagas, Mário Nambu, era capaz de cantar com perfeição qualquer música de Augusto Calheiros: “Ave-Maria”, “Vingança de Caboclo”, “Pilar”, “Senhor da Floresta”, “Mané Fogueteiro” e outras mais.

Ficávamos de boca aberta quando os mais velhos falavam de Augusto Calheiros, sua vida amorosa com seus percalços, suas apresentações em circo na cidade de Garanhuns, seu ex-amor na plateia...  Mas ninguém nos contava que o cantor tinha apenas um pulmão, para aquela voz grossa, cheia, cadenciada e capaz  de levar às lágrimas quem o escutava. Tornei-me seu fã e gostava de ouvir as músicas citadas acima com grande melancolia. Augusto Calheiros  é citado no meu romance inédito AREIA GROSSA. E como em Santana do Ipanema, havia um fogueteiro chamado “Zuza”, não tinha como não o associar à música “Mané Fogueteiro”, do famoso cantor.

Quando Augusto Calheiros faleceu, eu tinha dez anos, mas suas músicas ainda tocavam em todos os recantos do País. O  cantor era alagoano de Murici, fez muito sucesso no Rio de Janeiro e no Brasil, foi sepultado em Garanhuns, Pernambuco. Acho que  todos os fogueteiros do País se sentiram homenageados por Calheiros; mas era uma homenagem doída porque a música fala do  amor de Rosinha, disputado por um fogueteiro e um boticário. No final  surge o fogueteiro morto com um tiro no peito. Após a tragédia o compositor encerra a história com chave de ouro, como fazem os grandes escritores.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/04/mane-fogueteiro-clerisvaldo-b.html

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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13 abril 2026

O DESTINO ENTRE AS PEDRAS E AS URNAS – A TRAJETÓRIA DE JOSÉ ONIAS DE CARVALHO

 Por Valdir José Nogueira


Nas terras de São José do Belmonte, em 1901, o sol do sertão de Pernambuco batizou José Onias de Carvalho. Ele nasceu sob o signo da tradição e do rigor dos Carvalho, uma linhagem que entendia que, no sertão, o nome de um homem era sua maior propriedade. Mas o destino de Onias não seria selado apenas pelo solo pernambucano. Em 1918, o vento mudou. O barulho das disputas políticas e familiares — os célebres conflitos com a família Pereira — forçou alguns membros dos Carvalho a uma retirada estratégica. O jovem José, com apenas 17 anos, viu a poeira de Belmonte ficar para trás enquanto a família buscava refúgio em Aquidabã, em Sergipe. Ali, o pernambucano percebeu que, se a terra mudava, a política era a linguagem universal que ele dominava. Onias não era homem de silêncios. Sua voz logo ecoou em Propriá, às margens do Rio São Francisco. Naquela cidade ribeirinha, ele fincou raízes e construiu um reduto. Foi prefeito, sentindo no aperto de mão do povo a base para voos maiores. O "estrangeiro" de Pernambuco tornou-se o líder sergipano que o povo confiava para levar suas dores até a capital. Sua vida tornou-se uma costura geográfica e política rara. Atravessou o rio não apenas como viajante, mas como representante. José Onias conseguiu o feito de ser a voz de dois estados: foi deputado estadual em Sergipe e também em Alagoas, unindo as margens do São Francisco sob sua influência. No Rio de Janeiro e em Brasília, o homem de Belmonte ocupou a cadeira de deputado federal por seis mandatos. No plenário, não era apenas o político de carreira; era o sobrevivente de uma migração forçada, o filho de Antônio Onias de Carvalho Barros e Maria Francisca da Luz Barros que transformou o exílio familiar em um império de representatividade. José Onias de Carvalho faleceu deixando um legado de resistência. Ele provou que um homem pode sair do seu torrão natal, mas as raízes de coragem que trouxe de São José do Belmonte foram as mesmas que alimentaram sua árvore política em todo o Nordeste.
Um Apelo à Memória de Belmonte
Hoje, o nome de José Onias de Carvalho corre o risco de silenciar-se sob o peso das décadas, tornando-se um desconhecido para muitos de seus conterrâneos. É um paradoxo doloroso: o homem que honrou o chão de São José do Belmonte em tantas tribunas, de Sergipe a Capital da Nação, hoje é um vulto esquecido na própria terra que lhe deu o berço e a coragem. Este é um chamado a todos os belmontenses. Valorizar figuras como José Onias não é apenas um exercício de saudosismo, mas um ato de identidade e orgulho. Uma terra que não cultua seus grandes filhos perde a bússola de sua própria história. Que a trajetória de José Onias — o belmontense que se fez líder em três estados e brilhou na política nacional — seja resgatada nos bancos escolares, nas conversas de calçada e nos registros oficiais de Belmonte. Infelizmente, enquanto outras cidades o homenageiam, em sua terra natal ele é um vulto ignorado.O MEU APELO É DIRETO: Aos nossos Vereadores — muitos dos quais desconhecem a riqueza da nossa própria história — fica o desafio: José Onias de Carvalho merece, no mínimo, o nome de uma rua em São José do Belmonte! Não se justifica que um vulto dessa magnitude permaneça invisível no mapa da cidade que o viu nascer. É hora de valorizar quem fez história! José Onias de Carvalho merece esse reconhecimento.
Valdir José Nogueira de Moura
NOTA: Oferecida a sua Irmã Tercina, a fotografia mostra a cerimônia de posse do belmontense José Onias de Carvalho na Câmara Federal, Rio de Janeiro, no dia 25 de junho de 1951. A respectiva foto representa a mesa da Presidência da Câmara, no momento em que José Onias lia o compromisso legal, ladeado pelo Presidente Nereu Ramos e pelo Secretário Rui Santos.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=26600782996221411&set=pcb.26600783586221352

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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10 abril 2026

AS FAZENDAS QUEIMADAS POR LAMPIÃO- Raso da Catarina 2026

  Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=96KKTBaMXis

Fazendas do Cel. Petro, incendiadas por Lampião, entre elas Formosa. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #maria bonita #cangaceiros

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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