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Resultados da pesquisa

08 março 2026

LIVRO GUERREIROS DO SOL - Frederico Pernambucano de Melo.

  Por José Mendes Pereira



Esta obra é do escritor e pesquisador do cangaço Frederico Pernambucano de Melo, um dos maiores no que se refere ao estudo cangaceiro. 

Se tiver interesse de adquiri-lo, entre em contato com o professor Pereira através deste endereço eletrônico:

franpelima@bol.com.br

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
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07 março 2026

NOVA LUZ SOBRE DELMIRO GOUVEIA POR:WAGNER SARMENTO.

  

Gilmar Teixeira

Quase um século após o misterioso crime, pesquisador apresenta em livro versão inédita para a morte do homem que revolucionou a indústria no Nordeste. A história não é produto acabado. Está sempre sujeita a revisões, releituras, reviravoltas. A morte do empresário Delmiro Gouveia, pioneiro da industrialização do Nordeste e construtor da primeira usina hidrelétrica brasileira, assassinado em 10 de outubro de 1917, nunca foi ponto final. Reza a tradição popular que, após ser alvejado na cadeira de balanço do alpendre de seu chalé, Delmiro indagou, antes de morrer: ”Quem foi o cabra que me matou?”.

 Delmiro em clássica fotografia......"lendo jornal em sua cadeira, tal qual quando foi morto"

A pergunta atravessou décadas sem resposta. Entre silêncios e murmúrios, um crime sem solução, mais um, retrato de um país onde a injustiça é, muitas vezes, o único elemento indubitável. Mas o manto do mistério pode ter sido desvelado 94 anos depois. É o que garante o historiador baiano Gilmar Teixeira Santos, que mergulhou no intrigante crime e lançou à luz fatos ocultados pelas biografias anteriores. A investigação feita pelo pesquisador revela que o homicídio foi uma grande trama arquitetada por falsos amigos e rivais do homem que anteviu o Nordeste do futuro. 

Os operários Róseo Morais do Nascimento e José Inácio Pia, conhecido como Jacaré, haviam sido demitidos de uma das fábricas de Delmiro duas semanas antes do crime. Pobres, foram presos e acabaram condenados pelo homicídio à pena máxima de 30 anos. Jacaré fugiu duas vezes da cadeia e foi morto em 1924 pelo coronel José Lucena, mesmo homem que matou o pai de Lampião. Róseo cumpriu 15 anos de pena, foi solto por bom comportamento e morreu de velhice em 1979. Em vida, nunca conseguiu se desfazer da pecha de assassino. Uma revisão processual, porém, inocentou a dupla mais de meio século depois, em 1983, após acreditar um álibi desprezado na época e segundo o qual ambos estavam em Sergipe no dia em que Delmiro foi eliminado. Enterrava-se. Ali, naquela absolvição póstuma, a principal versão sobre o crime.

Róseo e Jacaré, acusados e condenados...inocentes???

Outra hipótese difundida alardeava que o assassinato teria sido demandado pela Machine Cotton, empresa escocesa que havia perdido mercado com a ascensão da Companhia Agro-Fabril Mercantil, criada em 1914 por Delmiro Gouveia, a primeira na América do Sul a fabricar linhas para costura e fios para malharia. O que reforçou a possibilidade foi o fato de a Machine ter comprado a fábrica do empresário após sua morte e atirado todo o seu maquinário de um penhasco no Rio São Francisco.

“Todos os biógrafos compraram essas ideias ventiladas logo após o assassinato e ficaram repetindo isso. Ignoraram inclusive a revisão penal que inocentou antigos culpados. Na verdade, essas falsas versões foram difundidas pelos verdadeiros culpados para desviar o foco”, explica Teixeira, em entrevista por telefone ao Jornal do Commercio. O pesquisador começou a se debruçar sobre o crime sem resposta em 2008, quando realizava um documentário sobre a Usina Hidrelétrica de Angiquinho, na margem alagoana da cachoeira de Paulo Afonso, na Bahia, inaugurada por Delmiro em 1913 e que servia para fornecer energia elétrica à fábrica de linha do industrial e à vila erguida por ele na Pedra (AL), município hoje denominado Delmiro Gouveia, em homenagem ao cearense. O trabalho fora encomendado pela Fundação Delmiro Gouveia, que administra o sítio histórico. Ao cascavilhar o acervo histórico sobre o personagem, Gilmar Teixeira encontrou informações até então ignoradas pela historiografia de Delmiro. Fotos, vídeos, cartas, inquéritos, livros, documentos, pertences e reportagens antigas de quatro revistas e 14 jornais, incluindo o Jornal do Commercio, com cerca de 30 matérias sobre o assunto. A pesquisa resultou no livro Quem matou Delmiro Gouveia?, Obra que leva o leitor de volta à cena do crime e ao jogo de interesses que levou à morte do pioneiro nordestino. Em 153 páginas, o autor garante ter descascado uma dúvida secular.

 Lionello Iona, teria sido o principal mentor da trama?

O mentor do homicídio seria o italiano Lionello Iona, sócio e administrador das empresas de Delmiro. Pouco antes de sua morte, o cearense fez um testamento que colocava Iona como tutor da herança de seus três filhos, até que eles completassem a maioridade. O europeu, que teria redigido o documento, estava enfurecido com a recusa de Delmiro à proposta de compra da fábrica de linhas feita pela Machine Cotton e estaria cansado das humilhações impostas pelo sócio. “Delmiro era um homem à frente do seu tempo, muito inteligente, mas não lia um documento. A família dele fez um escândalo na época, pois não aceitava que Iona ficasse como tutor. Noé, o filho mais velho de Delmiro, só conseguiu retomar o dinheiro aos 21 anos. Iona, então, voltou para a Itália rico. Foi tanto recurso desviado que o contador do italiano abriu um banco logo depois”, diz o historiador.
 
A gana pela vantagem financeira, segundo ele, colocou o sócio como autor intelectual de um complô que envolveu cerca de dez pessoas, entre personagens influentes e cangaceiros. Teixeira cita como partícipe a influente família Torres, liderada pela baronesa Joana Vieira Sandes de Siqueira Torres, que se via ameaçada pelo poder econômico e crescente influência política de Delmiro. “Inclusive o juiz do caso era membro desta família e facilitou para que Róseo e Jacaré levassem a culpa em vez dos verdadeiros responsáveis”, afirma. O político José Gomes de Sá teria entrado na trama pelo fato de o empresário apoiar seu maior inimigo, o coronel Aureliano Lero, que ganharia a eleição para prefeito de Jatobá de Tacaratu, atual Petrolândia. “Além disso, Zé Gomes trabalhava como fiscal de renda e foi delatado por Delmiro às autoridades por receber suborno”, observa Teixeira. Outro cúmplice seria o coronel José Rodrigues, de Piranhas (AL), latifundiário que se sentia desconfortável com a presença de Delmiro, o qual atuava também na pecuária e vendia produtos agrícolas a preços mais baixos que os convencionais.

Até Firmino Pereira, compadre de longa data de Delmiro Gouveia, é listado pelo biógrafo Gilmar Teixeira como um dos envolvidos no crime. A filha de capitão Firmino, como era conhecido na região, estaria difamada após ser seduzida por Delmiro em uma viagem ao Recife? Seu genro lhe dizia que só se casaria com a moça se o industrial fosse morto, e assim fez. De acordo com a versão do pesquisador, é Firmino, cunhado de Zé Gomes, quem contrata os cangaceiros que matarão seu amigo: Luís Padre e Sinhô Pereira, que foi o precursor de Lampião no cangaço.

 Sinhô Pereira e o primo Luis Padre em foto tirada em Pedra de Delmiro em 1917

Dois outros homens teriam dado cobertura à dupla no dia do homicídio a mando de capitão Firmino. Seriam eles o fazendeiro Herculano Soares, que havia jurado vingança depois de apanhar do empresário no meio da rua, e seu cunhado Luiz dos Anjos. “Juntei as peças do quebra-cabeça. Delmiro tinha muitos inimigos. O sucesso dele incomodava muita gente. Havia um barril de pólvora pronto para explodir. Lionello Iona, seu sócio, só atiçou as outras pessoas. Foi ele quem arquitetou o plano. Existiam muitos interesses em jogo. Fizeram reuniões para definir como tudo seria”, explana o historiador.

Na noite de 10 de outubro de 1917, Delmiro Gouveia fez o que costumava fazer. Sentou-se no alpendre de seu chalé em Água Branca (AL) para ler jornal. Foi acertado por dois tiros: um no braço e o outro certeiro, no peito, varando o coração. Um terceiro disparo deixou na parede a marca da violência. Róseo e Jacaré haviam sido mandados pelos próprios mandantes do assassinato para Sergipe, sob a alegação de que fariam um serviço para o coronel Neco de Propriá. Ao chegar lá, o trabalho foi suspenso. Quando voltaram, ambos foram acusados do crime.

Entre as mais de cem fotos pesquisadas por Teixeira, está uma de Luís Padre e Sinhô Pereira, tirada em 1917, na Vila da Pedra. “O que eles estavam fazendo lá?”, indaga. Numa entrevista em 1951, detalhada no livro, Róseo revelou a história de que foi chamado à mansão da família Torres poucos dias antes da morte de Delmiro e lá viu dois homens, chamados “Luís Pedro e Sebastião Pereira”, recebendo ordens. “Basta ligar os fatos para chegar aos nomes de Luís Padre e Sinhô Pereira como os executores de Delmiro”, assinala Teixeira, que diz não ser dono da verdade. Frisa que seu livro é, antes de tudo, uma interrogação a mais. Talvez um ponto final.

Wagner SarmentoEdição de Segunda-Feira 17 de Outubro de 2011
Jornal do Commercio

Também postado em www.lampiaoaceso.blogspot.com

Contato: gilmar.ts@hotmail.com ou graf.tec@yahoo.com.br Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 de Frete

NOTA RECEBIDA DO AUTOR: Amigo Severo, saiu matéria comigo no Jornal do Comércio, Recife, falando do nosso livro, inclusive dedicando duas páginas ao assunto, por isso Severo, quero agradecer de coração o apoio a mim dado por você em relação ao nosso livro, sem o Cariri Cangaço nada disso seria possível, pois foi aí, instigado por vocês e com espaço aberto no evento, que o livro fluiu. Ficam meus agradecimentos e estarei sempre a disposição para novas empreitadas, abraços do amigo Gilmar.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

06 março 2026

CORISCO...

 Por Abdias Filho

Enquanto isso há 7 léguas dali, o chefe de bando, Corisco, segue ao encontro do Rei do Cangaço.

O Diabo Loiro como era chamado pelos policiais, era peitudo, e andava sempre na dianteira do bando, mantendo as mulheres protegidas no meio do grupo.

Corisco não gostou de o chefe ter decidido que a grande reunião fosse em Sergipe... O caldo lá sempre foi mais grosso e os coiteiros não eram lá essas coisas. Além disso, a proximidade com Piranhas não era boa ideia.

(PESSOAL, peço que vocês participem do meu grupo ESTUDOS DO CANGAÇO, aqui no Face.

Depois do fim dessa série sobre a morte de Lampião... A vingança e fim de Corisco vou postar tudo lá.)

https://www.facebook.com/photo/?fbid=3376284595878654&set=a.327503074090170

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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05 março 2026

UM PADRE FORA DOS PADRÕES RELIGIOSOS.

  Por José Mendes Pereira

Antiga Capela de Santa Luzia em Mossoró - http://www.blogdogemaia.com/geral.php?id=167

O historiador Geraldo Maia do Nascimento fala em um dos seus artigos sobre o Padre Francisco Longino Guilherme de Melo tendo sido este  o primeiro sacerdote mossoroense que celebrou missa na Capela de Santa Luzia de Mossoró. E diz ainda que o padre não se tornara famoso pela maneira de celebrar uma missa,  mas pelo seu jeito diferente de ser. 
               
Era mossoroense de corpo e alma, tendo nascido na Fazenda Cumurupim, no Arraial de Santa Luzia do Mossoró, sendo filho de um rico fazendeiro da Ribeira, o capitão Simão Balbino Guilherme de Melo.
               
Assim que se ordenara e foi o primeiro mossoroense a ser ordenado, retorna para sua terra natal Mossoró, chegando no dia 2 de fevereiro de 1827, vindo da cidade de Olinda, no Estado de Pernambuco. Nesse dia, a população da Ribeira assistiu a primeira missa cantada pelo novo pároco. Os habitantes da Ribeira estavam felizes e viam no novo sacerdote um fio de esperança, luz e prosperidade para Mossoró. Mas os mossoroenses não tinham a mínima ideia como iria aquele padre dirigir os destinos religiosos da Ribeira. 
               
Logo de início o padre Longino mostrou que não narcera para vestir batina, e sim uma farda militar obedecendo ou ordenando regimes cruéis nos quartéis. De início, por causa de desentendimentos logo colecionou um grupo de inimigos, principalmente um senhor de nome João Ferreira Butrago, homem de má índole e assassino. Não querendo obedecê-lo, para se vingar do padre, criou um bando de marginais. 

Mas o Padre Longino não se intimidou e de imediato adquiriu capangas do sertão, alguns de seus parentes, mais um grupo armado, que não deixaram o Padre sozinho. De olhos abrregalados Mossoró presenciou uma série de batalhas, uma  guerra de gigantes que acumulavam ódios. Várias emboscadas foram feitas causando a morte de alguns capangas. O Padre era guerreiro mesmo e com isso, fez com que a população de Mossoró o abandonasse logo, e não quis mais assistir seus atos religiosos.

Palavras do pesquisador  Geraldo Maia:
               
"No ano de  1842 foi criada a Freguesia de Santa Luzia; em 1844 foi nomeado Vigário Colado desta Freguesia o Padre Antônio Joaquim Rodrigues.
               
Em 1845 o Padre Francisco Longino retira-se de Mossoró, indo morar por algum tempo pelo interior da Província do Ceará, internando-se mais tarde pelas Províncias do Piauí e Maranhão.
               
Com a saída do Padre Longino, os Butragos, que já não moravam mais no povoado, acalmaram-se também e a paz volta a reinar em Mossoró. E por muito tempo não se ouviu falar do padre bandoleiro. Até que em 1872, depois de vinte e sete anos de ausência, volta à Mossoró o Padre Longino, velho, cansado e quase cego. E pra sua surpresa, encontra uma grande quantidade de cavaleiros, que tomando conhecimento de sua vinda, vão esperá-lo na entrada da cidade, curiosos para conhecer o Padre Longino, personagem viva de tantas histórias de bravura. A curiosidade ambiente era tão grande que uma multidão se acotovelava para vê-lo. O Padre Antônio Joaquim o acolheu fraternalmente, com a piedade unânime da população. Embora muito mudado pelo tempo, o gênio era o mesmo. Quando lhe perguntaram: 

- Então o senhor cegou?... 

Longino respondeu, feroz: 

- É verdade. Ceguei. Ceguei de ver tanta gente ruim...
               
Desde que deixara Mossoró, o Padre Longino tornara-se vigário de várias freguesias do Piauí, indo algumas vezes à cidade de São Luís do Maranhão, onde encontra-se com o Bispo da Diocese. E foi num desses lugares, no centro do Piauí, que travou conhecimento com uma tribo de índios e dedicou-se a catequiza-los. Conseguiu batizar toda a tribo, educando-os no trabalho agrícola.
               
Chegando em Mossoró, Padre Longino ainda encontra alguns dos seus inimigos vivos, entre os quais João Ferreira Butrago, que já contava com mais de noventa anos. Este, em conversa com o Padre Antônio Joaquim, teria dito que não procuraria ofender ao Padre Longino, porém, se tivesse oportunidade de o encontrar, levando uma arma de fogo, daria um tiro no mesmo. 

Quanto ao Padre Longino, morou por algum tempo em Mossoró, residindo na Rua da Palha, onde serviu como capelão e mais tarde, em Areia Branca. Adoecendo, volta a Mossoró em 1876, morrendo nesse mesmo ano já em idade muito avançada. Foi sepultado na capela do cemitério público.
        
\"Aos trinta de março de mil oitocentos e setenta e seis, sepultou-se na Capela do Cemitério de São Sebastião, filial a esta Matriz de Mossoró, o Reverendo Francisco Longino Guilherme de Melo, idade setenta e quatro anos, envolto em hábito preto e pelo Reverendo João Urbano de Oliveira encomendado. Do que mandei fazer este assento a assino. (a) Vigário Antônio Joaquim Rodrigues".
        
A fonte de pesquisa foi publicado no jornal \"O Mossoroense\" de 03/02/2013.

utro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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04 março 2026

CANGAÇO CAMPINA - "OS ÚLTIMOS DIAS DO REI DO CANGAÇO"

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=Y_8Cjjvk0LQ&feature=share&fbclid=IwAR1l7sck1B_ykfud9x1A2E2gRH8AON8e5LPysT8obZ9BRVh0rN7v8TgfT5g


Debate sobre o documentário "Os Últimos Dias do Rei do Cangaço". Clique para assistir: https://youtu.be/USy4nQqUZNI
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03 março 2026

O BLOGDOMENDESEMENDES NÃO É MEU, É NOSSO...

  Por José Mendes Pereira


O http://blogdomendesemendes.blogspot.com  não é meu, é nosso, apenas eu o administro fazendo postagens diariamente. 

Qualquer escritor, poeta e outros mais que gostam da cultura e queiram publicar os seus folhetos, livros sobre cangaço, trabalhos literários, basta enviar para: josemendesp58@gmail.com que serão publicados com muito prazer e honra. Nenhum trabalho com referência cultural será rejeitado. Todos serão publicados. Não existe cobrança nenhuma. Sentimos honrados com o seu envio para este fim. Ao enviar para publicação, ponha o valor que você cobra por volume publicado, e endereço onde encontrar. Mais uma vez, não cobramos nenhum valor. É totalmente grátis.

Não postamos artigo com referência política. O nosso blog vive intencionalmente para manter a cultura viva e a amizade no mundo inteiro. Política gera desavença, e não é a nossa intenção.

Aguardo os seus envios para publicações. 

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LIVRO GUERREIROS DO SOL - Frederico Pernambucano de Melo.

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