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28 setembro 2026

HISTÓRIA DE ONÇAS.

  Por José Mendes Pereira

Seu Galdino contador de histórias de onça.

Todas as noites, sentado sob o telheiro da velha e desmoronada casinhola, seu Galdino Fantasias esperava a visita do Leodoro Gusmão, para lhe contar histórias de onças. Vizinhos de longos anos, quando haviam comprados propriedades no mesmo ano, e por sinal, compadres de batismo, quando na igreja de Santa Luzia em Mossoró, seu Galdino apadrinhou o filho mais novo do Leodoro Gusmão.

https://mossoronoar.com.br/festa-de-santa-luzia-comeca-nesta-sexta-feira-em-mossoro/

Entre os dois vizinhos havia uma amizade mútua, e até uns diziam em boca de cumbuca, que seu Galdino gostava muito de fazer visitas ao velho compadre Leodoro, só quando ele não estava em casa. Pois àquela visita era devido um antigo e duradouro relacionamento amoroso que ele mantinha com a Gertrude, a esposa do Leodoro.
            
Outros afirmavam que não. Dona Gertrude era uma senhora honrada, e jamais deixaria o seu nome cair em patotas de devoradores de honras, ou mesmo em reuniões de vizinhos nas calçadas. Mas como ninguém tinha certeza das conversas que circulavam na redondeza sobre o engodo amoroso do casal, apenas conversavam entre os dentes outras infidelidades da Gertrude.
            
Há dias que o Leodoro não aparecia na residência do seu Galdino, pois em companhia da Gertrude havia se ausentado do lugar, e juntos, abalaram-se às terras cearenses para fazerem visita a uma filha que morava em Juazeiro do Norte. Um passeio formidável e merecido, para matarem as saudades; pois já fazia cinco anos que pais e filha não se viam de perto.
            
Como o retorno do casal iria demorar, Leodoro deixara a propriedade sobre os cuidados do compadre seu Galdino, e este sendo zeloso, cuidava dos afazeres rotineiros.
             
Um mês depois Leodoro retornou à velha morada, pois afirmara que já estava com saudade das belas histórias de onças, todas contadas por seu Galdino.
             
Nessa noite o Leodoro chegou à boquinha da noite à casa do seu Galdino.
            
- Abanque-se compadre, abanque-se. – Ordenou-lhe seu Galdino.
            
- Sim senhor! – Fez o Leodoro se sentando num velho banco de tábua de aroeira plainado pelo carpinteiro Dodoca.
            
- E o passeio compadre, foi bom? – Quis saber o seu Galdino.

https://nocariritem.com.br/romarias-e-estatua-do-padre-cicero-recebem-titulos-de-patrimonios-de-juazeiro-do-norte/

- Muito bom compadre! Muito bom! Conheci alguns lugares daquela terra cearense. No Juazeiro vi de perto a estátua do meu Padim Pade Ciço, como o chamava o bandoleiro Lampião. 

https://www.youtube.com/watch?v=fAzwFCIQcow&pp=0gcJCfwAo7VqN5tD

Isso é uma imensidão de estátua, com vinte e sete metros de altura, compadre. O senhor se cansa só em olhar para cima. Depois de Juazeiro conheci o Crato (terra do amigo Manoel Severo, editor do blog Cariri Cangaço), que me deixou abismado com as suas belezas. 

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O dia seguinte me levaram até Barbalha, e quanto mais meu olhar via as belezas de lá, mais ele queria ver coisas fantásticas. Além dessas que eu já citei compadre, fiz visita às pressas à Missão Velha, e outras e outras cidades da região cariri. Fui bem recebido por todos de lá. Por onde eu passei compadre, só conheci gente hospitaleira e decente, e ponha decência nisso como é o povo do Ceará.

- Compadre, e Canindé o senhor o conheceu? – Perguntou-lhe seu Galdino.
            
- Não compadre! A nossa viagem estava programada para Juazeiro e não para o Canindé de São Francisco...
            
- Ah, sim!... E... 
            
Ali sentados sob o telheiro os compadres conversaram muito sobre a maravilhosa visita às cidades cearenses, feita por Leodoro. E num momento, o Leodoro que já fazia mais de mês que não ouvia histórias de onças contadas por seu Galdino, quis saber sobre as suas caçadas e façanhas.
            
Seu Galdino como gostava de contar as suas aventuras, sem menos pensar, saiu com uma novinha em folha. Esticou-se um pouco sobre o assento, enquanto fabricava um cigarro de fumo Arapiraca. Em seguida, disse-lhe:
            
- Ultimamente compadre, eu tenho caçado muito pouco. Como o senhor sabe, as minhas cercas estão todas precisando de reparos, e se eu não as reparar, com certeza, o milho que está para ser quebrado, as criações dos nossos vizinhos irão devorá-lo..., mas a semana passada – continuava ele - eu passei uma coisa que tenho certeza que ninguém quer para si.

- E o que foi que aconteceu com o senhor, compadre Galdino? – Perguntou-lhe Leodoro em tom de piedade.
            
- Para que o senhor entenda o que aconteceu comigo, eu tenho que lhe contar desde o começo. Na semana passada, bem cedo eu saí beirando cerca – dizia ele colocando uma mão atrás da outra fazendo o gesto de caminhar - no intuito de reparar as cercas, isto é, amarrar alguns arames que estavam soltos das estacas. E segui fazendo este trabalho. Eu havia levado aquela espingarda “marca-bombo” que o senhor muito bem a conhece...
            
- Sim Senhor! – Confirmou o Leodoro.
            
- Como eu já estava decidido para ir consertar as cercas, a noite anterior eu preparei o meu bornal com chumbos, espoletas, pólvoras e buchas de mororó...
            
- Sim senhor! – Fez o Leodoro.
              
- E saí para cumprir a minha missão de reparar as cercas. Bem perto do “Riacho Negro” eu me deparei com um tamanduá enorme. Fiquei pensando. Mato-o ou não o mato o pobre infeliz...

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tamandu%C3%A1-mirim

- Que sorte compadre, essa sua de ainda ter encontrado nestas matas um tamanduá.
            
- Muita! Pois sim..., ele estava montado sobre um galho de um jucá. Quando ele me viu, quis descer. Mas eu com aquela dúvida mato-o ou não o mato, fiquei afiando a foice, no intuito de dar uma única foiçada no miserável.  Distraí-me. E quando cuidei ele já havia descido do galho e foi saindo lentamente como se fosse fugindo para se esconder de mim. Assim que eu me aproximei dele, eu não tive mais coragem de matá-lo.
            
- Mas por que compadre Galdino, o senhor não quis mais matá-lo?
            
- Compadre, o que ele fez diante de mim me deixou penalizado. Ele ficou de pé como se estivesse me pedindo: -Não me mate seu Galdino! Não me mate seu Galdino! Mas o senhor sabe que quem é pobre é assim mesmo.
            
- É verdade, compadre! É verdade! – Confirmou o Leodoro.
            
- E naquela confusão mato-o ou não o mato, findei me decidindo e larguei a foice sobre o seu pescoço.  Em seguida o coloquei em meu bornal e fui-me embora, isto é, corrigindo as cercas.  Lá pelas tantas me veio a fome. Eu já estava no riacho da “Espera do Padre”, e lá eu fiz rancho embaixo daquele frondoso e viçoso pé de juazeiro, o qual o compadre o conhece muito bem.
            
- Muito, muito! – Reforçou o Leodoro.
            
- Quando eu estava colocando a comida no prato, o leite e cuscuz de milho, mais rapadura e duas tapiocas que a Dionísia havia feito para o meu lanche, mais gergelim pisado e coisa e tal..., sabe o que me apareceu de repente em minha frente, compadre?
            
- Compadre eu não tenho a mínima ideia. – Respondeu-lhe o Leodoro.
            
- Duas enormes onças!

https://pt.lovepik.com/image-361405723/two-jaguars-perched-on-fence-logs.html

- Duas enormes onças compadre, naquela mata? – Perguntou-lhe o Leodoro se admirando.
            
- Sim senhor!  E me parece que ambas eram irmãs, porque o tamanho de uma era o mesmo tamanho da outra, aliás, talhadas e esculpidas.
            
- E o que o senhor fez para se livrar das onças, compadre?
            
- De início, nada. Não tinha o que fazer mesmo. Quando eu as vi, me benzi logo. Dois búfalos daqueles na minha frente, com certeza eu estava frito.
            
- Espera-me meu compadre, eram duas onças ou dois búfalos?
            
- Eram duas onças, compadre! Eu disse búfalos imaginando o tamanho das duas feras famintas. As duas eram pra mais de quarenta arroubas.
            
- Meu Deus! – Exclamou o Leodoro.   Em seguida perguntou-lhe: - Mas compadre, e por que o senhor não atirou logo nessas onças?
            
- Primeiro que tudo eram duas. Segundo por que eu não tinha mais pólvora, pois ao passar o “Riacho da Espera do Padre”, a água molhou o polvorinho e as espoletas, e com isso fiquei sem condições de atirar em qualquer vivente. E terceiro, se eu ainda tivesse munição, e se chegasse a atirar em uma delas, com certeza, a outra me devoraria em questão de segundos.
            
- É verdade, compadre! É verdade! – Reforçou o Leodoro.
            
- Mas como sempre tem algo que protege a gente – continuou ele -  e acredito que é mandado por Deus, eu tive a seguinte ideia:
            
- E qual foi essa ideia compadre? – Perguntou o Leodoro querendo adiantar a conversa.
             
- Lá elas estavam de cócoras olhando para mim. Como eu tinha morto o pobre e infeliz tamanduá, tirei-o do bornal, o abri, deixando as carnes expostas e o joguei em direção a uma delas. Eu já tinha imaginado que se eu jogasse o tamanduá para uma, e se a outra me atacasse, eu iria lutar corpo a corpo  com ela, isto é, com a minha foice até vencê-la. E assim fiz. Joguei o tamanduá para uma, e com isso a outra não querendo ficar sem carne, logo as duas se atracaram. Lá onde elas se atracaram tem uma ladeira. Elas agarradas, saíram de ladeira abaixo. Como as duas estavam descendo na ladeira, isto é, de cima para baixo, eu pequei o tamanduá e fiz carreira por dentro da mata, correndo, correndo, correndo e até que saí em minha casa. E graças a Deus salvei a minha pobre e estimada vida. E por isso eu estou aqui lhe contando essa história.
            
- Quer dizer compadre, que o senhor além de ter se livrado das duas onças, ainda recuperou o tamanduá?
            
- E eu brinco, compadre!? – Fez seu Galdino se gabando.
              
- Bem pensado compadre! Bem pensado!...
            
- Isso é que se chama inteligência, compadre Leodoro! – Dizia seu Galdino batendo a sua mão na cabeça.
            
- E ponha inteligência nisso, compadre!
           
Ali Leodoro se admirava da inteligência do compadre. E minutos depois, resolveu ir embora.
            
- Eu vou embora compadre Galdino, porque já passa da meia noite e pode ser que uma dessas suas onças apareça lá em casa. Gertrude está sozinha e a porta da minha cozinha está muito fraca.., e acredito que se uma dessas onças que o senhor viu, se acertar a minha  casa, só com o peso das suas patas botará a porta dentro, e irá devorar a pobre Gertrude.
            
E se levantando do velho bando, Leodoro despediu-se do compadre dizendo:
            
- Até amanhã, compadre! Até a manhã! – Repetiu ele.
           
- Até, compadre! – Respondeu-lhe seu Galdino dizendo bem baixinho zombando do Leodoro. - Deixa que quem vai continuar devorando a Gertrude sou eu, e não as onças! Fora camaradas onças!             
           
Mas enquanto caminhava, o Leodoro dizia consigo mesmo: Mas que lapa de compadre mentiroso eu tenho! Nossa!

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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26 setembro 2026

MARIA BONITA, A RAINHA DO CANGAÇO

 Por Abdias Filho

Consta que ela apreciava passarinhos fritos no óleo de côco babaçu. Quando o grupo estava acoitado nas terras de algum coiteiro de confiança, Maria pedia que junto com o leite e o cuscuz ou beiju, viessem também as juritis fritas.


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25 setembro 2026

IZAIAS ARRUDA E O INCÊNDIO DA PONTE PARTE I

 Por José Cícero.

 

Mesa de abertura do Cariri Cangaço em Aurora no ano de 2011

Há anos que esta história me intrigava. Algo que nunca saíra de vez da minha cabeça. Tanto que, depois de várias investidas em vão para saber o local exato onde o incêndio ocorreu – por sorte, alguns meses atrás terminei encontrando o que procurava, isto é – a ponte do Olho d’água localizada entre o povoado de Quimami (Missão Velha) e Ingazeiras (Aurora).
 
Quando já me dirigia para a ponte do Jenipapeiro nos rumos do riacho dos Porcos nas proximidades de Ingazeiras, distrito de Aurora tive a sorte de parar numa bucólica residência de um agricultor. Um senhor de aproximadamente 80 anos. Cordato e hospitaleiro. Após falar-lhe do que eu estava procurando, ele de súbito, disse saber de toda a história contada-lhe um dia pelo seu genitor já falecido. E mais, que eu estava errado quanto a localização. A tal ponte não era a do jenipapeiro e sim, uma outra situada um pouco mais a frente a uma légua e meia dali. A ponte do incêndio ficava na localidade rural de Olho d’água. Aquela dica para mim foi muito mais que uma surpresa agradável. Foi um lenitivo. E assim, seguimos(eu e a minha equipe). De moto, ficou mais fácil vencermos as léguas tiranas das estradas empoeiradas. Chegamos finalmente ao local procurado. A ponte era magnífica. Exaustos mas recompensados por mais uma constatação histórica.
 
No ano passado, havia ido a Missão Velha e tendo inclusive conversado com o pesquisador Bosco Andréa acerca deste fato. Tudo estava, ainda como agora um tanto quanto nebuloso. Um mistério. De lá fui até a ponte/pontilhão das Emboscadas. Por sinal uma bela obra de arquitetura. Confiante de que havia sido ali o ambiente onde tudo ocorreu. Só em seguida é que fiquei sabendo que também não era lá. De novo estava eu desolado. E agora, diante do local exato pude constatar que se trata mesmo de uma bela ponte metálica de engenharia arrojada para os padrões da época. Logo que chegamos pude notar que bem ao lado, havia um canteiro de obras com vistas à construção da ferrovia denominada Transnordestina - obra do governo federal ainda da era Lula. Uma nova ponte estaria sendo projetada. E que será construída paralela a esta da Reffesa. Torço para que, com a suposta desativação da antiga linha, que pelo menos a histórica ponte onde todo o fato ocorreu venha a ser preservada. Posto ser ela, um patrimônio arquitetônico e histórico não somente de Aurora e Missão Velha, mas de todo o Cariri.

 
A Pesquisa de campo

Vasculhamos todo o matagal em seu entorno, assim como o leito do rio, quando pude, para minha alegria descobrir algumas peças antigas de ferro retorcido que estavam enterradas na lama, assim como cobertas pelo mato(ver foto). Tudo o que aquele senhor nos informou estava ali diante dos nossos olhos. Era a história viva e pulsante de um tempo ido, como que desafiando o olhar dos contemporâneos. O rio estava belo, mesmo que rasgado e maltratado pelas máquinas que estavam a construir a nova ferrovia. Vi muita destruição em boa parte do percurso. Uma verdadeira agressão ao rico e ao bioma da nossa caatinga como um todo. Tudo em nome de um progresso devorador que parece puder tudo. Até mesmo devastar e destruir os nossos ecossistemas e a nossa própria história.
 
Era gozado a forma como os operários da Transnordestina nos olhavam. Talvez, por não compreender o nosso propósito de pesquisa. Ficavam curiosos. Vendo-me com a minha equipe a fotografar tudo, a esquadrilhar o ambiente em suas minúcias; como a procurar algo no vazio. Descobrimos peças de metais enterradas na areia do rio. Checamos restos de antigos dormentes. Buscando assim qualquer vestígio possível daquele remoto acontecimento, passado a mais de 80 anos. Era possível ver os sinais de fogo nos pilares da velha ponte. Tudo ali parecia está realmente carregado de antigas memórias.
 
Eu olhava para aquela ponte e imaginava o velho coronel Izaías Arruda e Zé Gonçalves com todo o seu bando de jagunço em suas infindáveis estripulias. Lampião e seus comandados... Além dos grandes potentados e outras autoridades que um dia passaram por ali. Por fim, saber que por sobre aquela ponte do Salgado passou boa parte do antigo progresso do Cariri foi para mim uma sensação das mais indescritíveis. Um misto de saudade, alegria e curiosidade.

Continua...

José Cícero
http://blogdaaurorajc.blogspot.com/

https://cariricangaco.blogspot.com/2011/12/izaias-arruda-e-o-incendio-da-ponte.html

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HISTÓRIA DE ONÇAS.

    Por José Mendes Pereira Seu Galdino contador de histórias de onça. Todas as noites, sentado sob o telheiro da velha e desmoronada casinh...