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24 fevereiro 2026

LIVRO...

  Por Antonio Neilton Medeiros

Excelente livro do autor Sérgio Dantas a respeito do ataque de Lampião a Mossoró. No livro, o autor realiza uma das mais consistentes revisões historiográficas sobre o ataque empreendido pelo bando de Lampião à cidade de Mossoró. Longe de reforçar narrativas épicas ou teorias conspiratórias, o autor opta por dissecar os acontecimentos à luz de documentação, depoimentos e cruzamento de fontes, revelando que a chamada “grande investida” não foi fruto de articulação política, mas antes uma tentativa audaciosa de obtenção de recursos financeiros.

Um dos pontos centrais da obra é a desconstrução da tese de que o ataque teria motivações políticas. Dantas demonstra que não há evidência consistente de envolvimento do governador José Augusto de Medeiros em qualquer trama para facilitar ou incentivar a invasão. Ao contrário, a descrença do governador na possibilidade de Lampião atacar uma cidade do porte de Mossoró explica a ausência de medidas preventivas mais robustas.

Da mesma forma, o livro desfaz a suposta ligação entre o ataque de Mossoró e a investida de Massilon Leite a Apodi. O autor evidencia que os episódios não compuseram um plano integrado. Inclusive, durante a marcha rumo a Mossoró, Massilon tentou nova incursão contra Apodi em 12 de junho de 1927, reforçando a autonomia dos movimentos. Com exceção do próprio Massilon, os cangaceiros envolvidos na ação de Apodi não participaram do combate em Mossoró.

Outro mérito da obra está na revisão de personagens frequentemente envolvidos em teorias conspiratórias. Tilon Gurgel é inocentado de qualquer participação na suposta “trama”. A captura de seus irmãos — entre eles o Coronel Antônio Gurgel, que produziu um diário valioso durante o cativeiro — seria ilógica caso houvesse conluio. A libertação final dos reféns, inclusive, ocorreu sem pagamento de resgate, graças à perseguição policial.

A atuação da polícia potiguar também é reavaliada. Dantas demonstra que não houve omissão deliberada das forças de segurança. O início do combate nas proximidades da casa do prefeito não teria significado simbólico ou político, mas decorreu das condições geográficas e estratégicas da Mossoró de 1927.

O autor igualmente enfrenta mitos consolidados pela tradição oral. Jararaca não foi executado por “falar demais”; outros cangaceiros deram depoimentos e não foram mortos de imediato. O suposto telefonema de São Sebastião (atual Governador Dix-Sept Rosado) alertando Mossoró sobre a aproximação do bando é descartado por ausência de provas documentais. Formiga não era espião dos cangaceiros. O cangaceiro gravemente ferido e morto pelos próprios companheiros foi Manuel Antônio, o Dois de Ouro.

A obra também traz importantes esclarecimentos sobre os cangaceiros ligados a Mossoró. Pela cadeia local passaram Mormaço, Bronzeado, Jararaca e Asa Branca, mas apenas Jararaca e Mormaço participaram do ataque. Asa Branca, embora tenha fixado residência na cidade após cumprir pena, não esteve no episódio de 13 de junho. No cemitério de Mossoró encontram-se sepultados Jararaca, Asa Branca e Colchete — dado que reforça a materialidade histórica do evento.

Um ponto particularmente revelador é o depoimento do ex-cangaceiro Moreno, que afirmou que Lampião evitava falar sobre Mossoró. Segundo ele, o chefe do bando só aceitou a empreitada por insistência de terceiros, como Isaías Arruda, seduzido pela promessa de dinheiro fácil. A derrota, portanto, teria marcado profundamente o imaginário do próprio líder cangaceiro.

Ao final, o que Sérgio Dantas oferece não é apenas uma narrativa do ataque, mas uma verdadeira anatomia crítica do fracasso. A obra reposiciona o episódio de Mossoró dentro da dinâmica econômica e estratégica do cangaço, afastando interpretações conspiratórias e reafirmando a importância da pesquisa documental para o estudo do fenômeno.

Minhas conclusões: Lampião e seus "patrões" não tinham somente Mossoró na mira. Se assim fosse, Lampião tinha feito a marcha até Mossoró na maior discrição possível. Não como fez, matando, roubando, sequestrando, assim que entrou no Rio Grande do Norte. Acho que a ideia era mesmo atacar o RN até onde pudessem. Em relação à ideia de o ataque ser de cunho político, assassinar Rodolfo Fernandes, fico a me perguntar se não seria mais eficiente a contratação de um ou dois pistoleiros para a empreitada ao invés de um bando de cangaceiros que dificilmente marchariam do Ceará a Mossoró sem serem percebidos.

 Enviado pelo redator acima.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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23 fevereiro 2026

CANDEEIRO FOI SOLDADO DA BORAACHA.

 Acervo O Cangaço Lampiônico.

Soldados da borracha foram trabalhadores brasileiros recrutados pelo governo em 1943 para extrair látex na Amazônia durante a Segunda Guerra Mundial, suprindo a demanda dos aliados após o corte de fornecimento pelo Japão.
Origem: O governo brasileiro recrutou cerca de 60 mil homens para a extração de borracha na Amazônia, prometendo bons salários e condições de trabalho dignas.
Objetivo: Suprir a grande demanda por borracha dos Estados Unidos e seus aliados durante a Segunda Guerra Mundial, material essencial para pneus, calçados e equipamentos militares.
Condições: Muitos, vindos principalmente do Nordeste, foram transportados para a região em condições precárias, enfrentando doenças, acidentes e falta de assistência médica, o que resultou em muitas mortes.
Pós-guerra: Os sobreviventes foram deixados na Amazônia, sem o prometido retorno e recompensas, e muitos perderam suas vidas antes de serem sequer reconhecidos como combatentes da Segunda Guerra Mundial, o que só ocorreu anos depois.
Edição: OREINADOLAMPIÔNICO
CRÉDITO: ° GLOBO REPÓRTER
° ABA FILMES
° UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
° MUSEU DE ARTE DA UFC MAUC

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20 fevereiro 2026

O PRIMEIRO INIMIGO DE LAMPIÃO: ZÉ SATURNINO.

 Por Tesouros Reais

Zé Saturnino

Antes de se tornar o temido “Rei do Cangaço”, Lampião teve seu primeiro grande adversário ainda nos primórdios de sua trajetória: Zé Saturnino.

José Saturnino Rodrigues era fazendeiro e vizinho da família Ferreira, no sertão de Pernambuco. As desavenças entre as duas famílias começaram por disputas de terra, criação de gado e acusações de pequenos furtos — conflitos comuns no sertão da época, onde honra e território valiam mais que qualquer documento em cartório.

A rivalidade cresceu rapidamente. Trocas de tiros, emboscadas e provocações passaram a fazer parte da rotina. O que começou como uma rixa local acabou empurrando Virgulino Ferreira para um caminho sem volta. A perseguição policial que se seguiu aos conflitos contribuiu para que ele mergulhasse de vez na vida do cangaço, tornando-se Lampião.

Muitos estudiosos apontam que o embate com Zé Saturnino foi a faísca inicial que incendiou uma das histórias mais marcantes do sertão nordestino. A partir dali, o jovem sertanejo deixava de ser apenas mais um homem em disputa de terras para se transformar numa das figuras mais controversas da história do Brasil.

Que história incrível — e dura — é o cangaço, meus amigos. Entre pólvora, honra e vingança, o sertão escreveu capítulos que até hoje ecoam na memória do Nordeste.

https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603

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18 fevereiro 2026

FATOS...

  Por Juazeiro do Norte de antigamente


Fatos que ocorreram no dia 12 de FEVEREIRO, que fizeram a história do Juazeiro do Norte de antigamente.

12 de Fevereiro de 1946 – Morre na cidade de Exu – PE, o Beato José Lourenço Gomes da Silva, mais conhecido como beato José Lourenço.
80 Anos Depois
Em Juazeiro, José Lourenço conquista a confiança do vigário local e é encarregado de liderar uma missão, para onde o Padre Cícero enviaria os flagelados da região. José Lourenço então arrendou terras no sítio Baixa Dantas, no município do Crato, para exploração agrícola comunitária. Lá permaneceria de 1894 até 1926, ano em que o sítio é vendido pelo proprietário, coronel João de Brito, sem qualquer indenização ao beato e seus seguidores.

A comunidade do sítio desenvolveu-se rapidamente, o que despertou a fúria dos fazendeiros. Possivelmente com o intuito de colocar o beato em descrédito, espalhou-se a notícia de que os membros da comunidade veneravam o boi Mansinho, um mestiço de zebu que pertencera ao Padre Cícero. Em 1921, a Igreja Católica, que já estava irritada com os supostos fenômenos sobrenaturais ocorridos em Juazeiro do Norte, pressionou o Padre Cícero para que tomasse uma decisão. Para evitar maiores transtornos, Floro Bartolomeu, um político local, amigo do Padre Cícero, ordenou que sacrificassem o boi e prendessem José Lourenço. O beato foi solto semanas depois, a pedido do padre Cícero.

Depois da confusão, José Lourenço Gomes da Silva decidiu transferir a comunidade para o Caldeirão, um local mais afastado. Entretanto as perseguições continuaram e, em 11 de maio de 1937, com a conivência do clero e de latifundiários locais, a comunidade foi invadida e arrasada por forças policiais, apoiadas por aviões da FAB. Cerca de 700 (a controvérsia: dizem que mais de 1.000), camponeses foram mortos.

Caldeirão era uma comunidade autossustentável que dava abrigo a famílias camponesas que fugiam da exploração imposta pelos latifundiários. O caso do massacre do Caldeirão costuma ser comparado à guerra de Canudos (1896-1897), na Bahia, e à guerra do Contestado (1912-1916), na fronteira e

José Lourenço fugiu para Exu, onde morreu em 1946 de peste bubônica, tendo sido sepultado em Juazeiro do Norte.

Em 2008, a ONG cearense SOS Direitos Humanos ajuizou uma Ação Civil Pública na Justiça Federal do Ceará requerendo que a União Federal e o Estado do Ceará informem a localização da cova comum onde o Exército e a Polícia Militar do Ceará enterraram as vítimas do Sítio Caldeirão, massacradas em 1937.

A ação foi extinta, sem julgamento de mérito, pelo juiz da 16.ª Vara Federal de Juazeiro do Norte, a pedido do Ministério Público Federal que em seu parecer declarou:

a) o massacre ocorreu há mais de 70 anos e estava prescrito

A SOS Direitos Humanos, inconformada com a decisão do juiz, apelou ao TRF da 5.ª região, em Recife, aduzindo que:

a) o crime de desaparecimento de pessoas é imprescritível,

b) os restos mortais estão em local árido, a Chapada do Araripe, e portanto podem ser encontrados, a exemplo da família do Czar Romanov, que foi morta em 1918 e encontrada nos anos de 1991 e 2007.

https://www.facebook.com/jose.mendes.pereira.52603

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17 fevereiro 2026

DUAS FIGURAS IMPORTANTES NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA.

  Por Luiz Gonzaga-Rei do Baião.

Luiz Gonzaga ao lado de Norival Guimarães, ainda vestido com terno e sapato de verniz. 1946
Norival fez parte de importantes conjuntos regionais da época. Ele integrou o Regional de Dante Santoro, um grupo de renome que contava com outros músicos como Carlos Lentini, Valdemar e Rubens Bergman.
Através desse grupo, ele foi contratado pela Rádio Nacional em 1940, onde trabalhou por muitos anos. A Rádio Nacional era, na época, a principal vitrine para músicos e cantores no Brasil.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1477168927113435&set=a.589883092508694

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16 fevereiro 2026

CONHEÇA A CANGACEIRA SILA NO LIVRO "SILA DO CANGAÇO... ... AO ESTRELADO.

  Da escritora Elane Marques


Se este livro "SILA DO CANGAÇO... ... AO ESTRELADO" estiver faltando em sua estante,  precisa adquiri-lo urgentemente, porque livros com tema cangaço voam rapidamente, principalmente os colecionadores não dão chances, arrebatam logo, chegando a comprarem em grande quantidades. 

Basta entrar em contato com o Dr. Archimedes Marques através deste e-mail: 
archimedes-marques@bol.com.br

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15 fevereiro 2026

LAMPIÃO HUMILHA A VOLANTE POLICIAL - 1 POLICIAL MORTO E 2 FERIDOS NA FAZENDA FAVELA.

  Por No Rastro do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=vWu-y8Y-rHc

Na calada do sertão, com o sol rachando o chão e o sangue esquentando na veia, Lampião — o Rei do Cangaço — armou duas emboscadas históricas contra as volantes dos tenentes Odonel e João Cândido, nas redondezas de Juazeiro, em março de 1930. Neste vídeo, você vai mergulhar num dos combates mais estratégicos e brutais da história do cangaço. Com inteligência militar, sangue frio e mira certeira, Lampião não só enganou a polícia, como derrotou os dois destacamentos armados em menos de 24 horas. 💥 Tiroteios intensos 💀 Feridos e mortos no campo ⚔️ Táticas de guerrilha 🎯 Um capitão cego que enxergava mais que muito oficial 🔊 Escute os gritos, sinta a poeira, e viva cada instante desse confronto real que marcou a história do sertão nordestino! Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. #NoRastroDoCangaço Vejam também:    • LAMPIÃO ELIMINA POLICIAIS DA VOLANTE DO TE...      • A "MORTE" DE LAMPIÃO NO COMBATE DAS CARAÍBAS      • LAMPIÃO E OS NAZARENOS EM GUERRA -  A TRIL...      • LAMPIÃO MATOU O INOCENTE VAQUEIRO DEPOIS S...      • AS BRIGAS ENTRE LAMPIÃO E O CANGACEIRO COR...   Um forte abraço!

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LIVRO...

    Por Antonio Neilton Medeiros Excelente livro do autor Sérgio Dantas a respeito do ataque de Lampião a Mossoró. No livro, o autor realiza...