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Resultados da pesquisa

15 outubro 2026

A HISTÓRIA DA PASSAGEM DE LAMPIÃO NA FAZENDA DE ANTÔNIO DA PIÇARRA EM PORTEIRAS CEARÁ.

  Por TV Porta Voz do Sertão.

https://www.youtube.com/watch?v=DZQ3NWrSPGE

Vilson da Piçarra revisita as ruínas do antigo engenho de seu antepassado, Antônio da Piçarra, em Porteiras. O relato preserva memórias familiares sobre a convivência com cangaceiros, retirantes e a dinâmica social do sertão no século XX, destacando o papel estratégico desta propriedade durante o período do cangaço e a história local.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Confúcio foi o mais famoso filósofo e pensador político da China e viveu entre 552 e 479 a.C. 

"Um dia, um dos discípulos de Confúcio fez-lhe a seguinte  pergunta:

- Mestre, devo eu pagar o mal com o bem?

E o mestre lhe respondeu:

- Nunca faça isto. O bem se paga com o bem, e o mal com justiça. Se você pagar o mal com o bem, com que você irá pagar o bem?".

Então, amigo leitor, o mal deve ser retribuído com a justiça, e o bem deve ser retribuído com o bem.

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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14 outubro 2026

CASA DOS PAIS DO CANGACEIRO VELOCÍPEDE.

 Por Crônicas Poéticas do Cangaço

Casa da Fazendo Olinda, em Monte Alegre, Sergipe, onde viveu o Olímpio, e seus pais, o cangaceiro de alcunha Velocípede.. Antes de entrar para o cangaço.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1102960105816744&set=a.136234729155958

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! 

Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. 

Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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13 outubro 2026

FRANSQUINHO VASCONCELOS E SEU HOMEM DE CONFIANÇA.

  Por José Mendes Pereira

Fransquinho Vasconcelos (aos 43 anos), dona Terezinha (aos 29 anos), Vasconcelos Neto (aos 4), Silvia (aos 3 anos).- 1956 - http://azougue.org

Era um homem de  admirável simplicidade. Educado, calmo, que atendia as pessoas com um simples gesto de boas vindas. Filho de uma grande personalidade de Apodi, mas radicado em Mossoró, o escritor, poeta e jornalista José Martins de Vasconcelos. 

Lembro-me bem onde funcionava a sua primeira Livraria e Tipografia. Próximo ao antigo Cine Cid, na Rua Coronel Vicente Sabóia. Nunca foi homem de luxo, apenas organizava o seu comércio; um birô (bureau), feito de pereiro, envernizado, pequeninho onde guardava todos os seus documentos, notas fiscais, talões... Posteriormente na mesma rua, construiu um prédio, e lá se estabeleceu até os seus últimos dias de vida. 

Nos anos sessenta e setenta eu era tipógrafo na Editora Comercial S/A., e através de contatos gráficos, mantive amizade com ele. Deixando a vida gráfica, as nossas amizades cresceram mais ainda, quando fui prestar os meus serviços públicos ao Estado-RN, numa escola, cujo patrono é o seu pai, José Martins de Vasconcelos.

Jornalista José Martins de Vasconcelos

Ele querendo que o nome do seu velho pai fosse zelado e seguisse mais adiante, fazia panfletos para serem entregues na escola, todos levados e distribuídos aos alunos por mim.

A história que segue, não foi ele que me contou, mas, segundo os gráficos mais antigos que trabalharam comigo, já falavam o que havia ocorrido na sua tipografia.

Fransquinho Vasconcelos tinha um dos seus empregados que muito o paparicava. Por mais que existissem homens honestos, não serviam para lavar os pés do seu grande e honesto profissional. 

Nos finais de semana, principalmente aos sábados à tarde, era do costume, o empregado fazer bicos (horas extras) em sua tipografia. Enquanto Fransquinho Vasconcelos organizava os seus documentos de trabalho, o operário permanecia lá dentro da oficina, fazendo as suas impressões tipográficas, isto no sentido de adiantar os pedidos  para a semana entrante.

Mas geralmente, aos sábados, desaparecia dinheiro da sua gaveta, e, como tendo total confiança no seu empregado,  jamais imaginou que poderia ser ele que o roubava. E os desaparecimentos de dinheiro continuavam, sem ter a certeza quem seria o larápio.

Já cansado de ser assaltado, idealizou uma simples e bem pensada ideia, para descobrir quem seria o ladrão que o roubava. Comprou um chocalho, não tão grande, mas médio, e montou-o sob a gaveta onde ele guardava os seus valores.

Imagem da internet

Nessa tarde, depois de pronta a armadilha, foi lá dentro da oficina, e disse ao empregado, que iria dar um dedinho de conversa com os amigos, lá na praça da Catedral. Geralmente, lá estavam: Jorge Pinto, proprietário do Cine Pax, Seu Medeiros, proprietário da Casa Medeiros, Seu Ferreira, da Casa Ferreira, Odílio Pinto, seu contador, Paulo Bedel que era agrimensor -  e outros e outros comerciantes se divertiam por lá.

Mas Fransquinho Vasconcelos, em vez de ir a dita  viagem, que era logo ali pertinho da sua gráfica, escondeu-se por trás de um monte de caixas com livros que iria ser colocado nas prateleiras, e lá ficou observando quem iria lhe roubar.

Como o empregado não imaginava tal desconfiança do velho patrão, parou a máquina impressora, foi até a sala, em seguida, dirigiu-se até à porta que saía para rua, para ter certeza, que  Fransquinho Vasconcelos tinha ido a dita viagem; e vendo que o patrão havia ido mesmo. Voltou, abriu a gaveta do birô, assustando-se com o trim-trim do chocalho.

Desconfiado,  em vez de retornar à oficina, e sentindo vergonha da sua própria fraqueza, e não imaginava que o patrão se escondia por trás das caixas, foi tentar disfarçar o seu erro entre elas. Mas se enganara! Quando cuidou de se ocultar por ali, viu o patrão banhado de tristeza, por saber que quem o roubava era o seu homem de confiança.

Ao vê-lo ali escondido, disse-lhe:

- Que vergonha, seu Fransquinho! Que vergonha!

- Muito mais vergonha sinto eu - dizia Fransquinho Vasconcelos, trêmulo e sentindo piedade do miserável.  Pois jamais eu imaginei que você fosse capaz disso. Mas não vou te demitir. Você vai continuar trabalhando nesta gráfica. Se eu te demitir, aqueles teus filhos irão todos morrerem de fome, e eles não têm culpa da sua fraqueza. Leve sempre para sua casa coisas adquiridas através do teu suor, para ensinar a teus filhos o caminho da vida sem decepções. Se você continuar assim, estará ensinando eles  serem desonestos. E o fim será cadeia  e mais nada.

O que eu sei, é que o homem não quis ficar mais trabalhando,  abalando-se de Mossoró com toda sua família. Nunca mais foi visto nesta cidade. 

Minhas simples histórias

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Confúcio foi o mais famoso filósofo e pensador político da China e viveu entre 552 e 479 a.C. 

"Um dia, um dos discípulos de Confúcio fez-lhe a seguinte  pergunta:

- Mestre, devo eu pagar o mal com o bem?

E o mestre lhe respondeu:

- Nunca faça isto. O bem se paga com o bem, e o mal com justiça. Se você pagar o mal com o bem, com que você irá pagar o bem?".

Então, amigo leitor, o mal deve ser retribuído com a justiça, e o bem deve ser retribuído com o bem.

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12 outubro 2026

O ARREPENDIMENTO QUE VEIO TARDE.

 Acervo de Edna Araújo.


Em Monte Alegre, Sergipe...
Existiu um rapaz de longilínea estatura. Seu nome era Olímpio Grande.
Era ainda um rapazinho recém-saído da puberdade. Amava morar no pequeno sítio da família. As caatingas eram a sua felicidade.
Até que, um dia, seus pais decidiram abandonar de vez a vida no campo, por medo da insegurança, dos ataques dos cangaceiros ou da ira das volantes.
Mudaram-se para um povoado distante.
O rapaz não se acostumava com a ausência daquela vida de liberdade que as caatingas lhe proporcionavam. Sentia falta de tudo aquilo que, para ele, era sinônimo de felicidade. Até que, um dia, caiu no mundo.
Para sua infelicidade, procurou o cangaço e dele passou a fazer parte.
Lá, ganharia a alcunha de Velocípede.
Dali em diante, sua vida seria marcada por riscos constantes. Pegara caminhos errantes, e o que antes lhe parecia uma aventura logo se transformaria em dias de tormento.
Poucos meses no cangaço, e veio-lhe o arrependimento.
Percebeu que agora estava preso nas caatingas. Onde antes encontrava sua liberdade, passava a viver quase como num cárcere privado.
Já era tarde...
Se fugisse dali, teria de acertar as contas com Lampião. Se encontrasse a volante, seu destino também poderia ser a morte.
No cangaço, encontrou companheiros de jornada. Tinha seus amigos: Zabelê, Beija-Flor, Passarinho e Correnteza.
Juntos, entoavam um verso inspirado na imensa tristeza que consumia o jovem:
“Óia, digam ao pai José que estou chorando de arrependimento.
Em Monte Alegre, eu era chamado de Olímpio Grande... agora me chamo Velocípede.”
E assim seguiam seus dias, entre o arrependimento e a tristeza.
Até que, um dia, o cangaceiro conseguiu fugir.
Por ingenuidade ou inexperiência, não foi para muito longe. Saiu do cangaço, mas não saiu da cidade que tanto amava.
Voltou para Monte Alegre.
Lá, pediu ajuda a um caboclo chamado José Rodrigues, homem muito conceituado naquelas redondezas, que, mais tarde, viria a ser prefeito.
José Rodrigues aconselhou o jovem a se entregar à Justiça. Acreditava que esse seria o caminho certo.
Só assim poderia livrar aquele pobre rapaz das mãos do temido Cabo Nicolau ou da vingança de Lampião.
O Cabo Nicolau era perverso, de uma crueldade assustadora.
No dia em que Olímpio tentaria se entregar, o sádico cabo ficou sabendo dos planos.
Saiu em sua perseguição, como um cão raivoso, sedento por sangue.
Ainda era madrugada quando, acompanhado de seus homens, alcançou e cercou os viajantes que seguiam em direção a Itabaiana.
Zé da Silva tentou interceder pela vida de seu protegido. Ali mesmo, fez sua defesa.
Explicou que se tratava de um jovem rapaz que havia entrado para o cangaço, mas estava arrependido e desejava se entregar à Justiça.
Como se nada tivesse ouvido, como se nenhuma palavra lhe tivesse sido dirigida, o Cabo Nicolau, que parecia sentir prazer na dor e no sofrimento alheios, ordenou que Olímpio Grande se ajoelhasse.
Em seguida, disparou três tiros contra o rapaz e desferiu-lhe duas punhaladas que lhe atravessaram o peito.
Velocípede caiu ao chão, sem vida.
Mas a crueldade não terminou ali.
O cabo ordenou que lhe cortassem a cabeça. Depois, ela foi levada para o quartel.
Lá, seria exposta em frente à igreja, juntamente com seus pertences, na cidade de Glória.
E assim terminou a história de mais um jovem sertanejo que, naqueles anos, se encantou com as ilusões do cangaço e, ainda muito jovem, padeceu sob o peso de suas escolhas.
Todos pagaram muito caro pelo destino que escolheram.
Olímpio Grande...
Nasceu livre... morreu sem nome e sem sobrenome.
Edna Araújo
Fonte de pesquisa: Lampião em Sergipe, de Alcino Alves Costa.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1100839372695484&set=pcb.1100839462695475

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Confúcio foi o mais famoso filósofo e pensador político da China e viveu entre 552 e 479 a.C. 

"Um dia, um dos discípulos de Confúcio fez-lhe a seguinte  pergunta:

- Mestre, devo eu pagar o mal com o bem?

E o mestre lhe respondeu:

- Nunca faça isto. O bem se paga com o bem, e o mal com justiça. Se você pagar o mal com o bem, com que você irá pagar o bem?".

Então, amigo leitor, o mal deve ser retribuído com a justiça, e o bem deve ser retribuído com o bem.

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09 outubro 2026

ESCOMBROS DA CASA ONDE NASCEU LAMPIÃO.

 Por Weary Soul Melodia Simples

Conheça os escombros da Casa onde nasceu Virgulino Ferreira da Silva - Lampião , no sítio Passagem das Pedras , da família do senhor Camilo Moura.

O Pajeu Pernambaco é o berço do cangaço nordestino. Em Serra Talhada, antiga Vila Bela, nasceram Sinhô Pereira , Virgulino Ferreira e Zé Saturnino . Em novembro , dentro da programação do Cariri Cangaço Centenário da Serra Grande, você é nosso convidado para conhecer o Sítio Passagem das Pedras , onde nasceu o rei do cangaço - Lampião. A propriedade que foi de seu Zé Ferreira , depois vendida pela pela família ao senhor José Barbosa e que atualmente pertence à família do senhor Camilo Moura; ou seja : programação eletrizante !!!!










Visita aos escombros da casa onde nasceu Lampião - Sítio Passagem das Pedras, Serra Talhada.
26 a 29 de novembro de 2026. Imperdível !!!

https://www.facebook.com/manoelsevero

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer, não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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A HISTÓRIA DA PASSAGEM DE LAMPIÃO NA FAZENDA DE ANTÔNIO DA PIÇARRA EM PORTEIRAS CEARÁ.

   Por TV Porta Voz do Sertão. https://www.youtube.com/watch?v=DZQ3NWrSPGE Vilson da Piçarra revisita as ruínas do antigo engenho de seu ant...