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16 junho 2026

PÃO DE AÇÚCAR – PALESTINA.

  Clerisvaldo B. Chagas, 11 de junho de 2026

Escritor Símbolo  do Sertão Alagoano

Crônica: 3425

 

ASPECTO PARCIAL DA PALESTINA (CRÉDITO: JORNAL EXTRA).

Tenho atração e sempre tive, pelas cidades sertanejas alagoanas. Entretanto  as cidades de Pão de Açúcar - mais antiga de que Santana do Ipanema – e Palestina, relativamente nova, exercem  um fascínio presente e oculto que não consigo nomear de fato o que seria. Não é somente a beleza do seu tradicional casario, seu imponente trecho do rio São Francisco, sua quietude repleta de história, sua culinária e nem seu artesanato. Sobe a antiga Jaciobá é algo muito mais profundo que paira acima dos outros núcleos sertanejos. No caso da Palestina, estive ali cerca de três vezes, ficando encantado com sua simplicidade e algo que ainda hoje não consigo esclarecer a mim mesmo. Estive também na comunidade quilombola Passagem de Pedras, de onde saí completamente impressionado.

        Aquelas terras planas do povoado, planas como uma tábua, sua quietude, me penetraram na alma e na admiração com tal intensidade que nunca mais saíram. O açude por trás do casario entrou na visita apenas como coisa normal, diferente das duas anteriores observações. Faz bastante tempo que fui a Pão de Açúcar e a Palestina, mas continuo com essas localidades como pontos mais altos das minhas interiores indagações. Ainda na Palestina conheci o famoso “riacho do Farias”, que tem evidência na Geografia do Sertão, assim como o rio ou riacho “Desumano”, que banha Olivença.

Mas é preciso uma liberação total da alma para sentir a sensibilidade diferenciada sobre a Mãe Natureza. Nem estou falando sobre inverno ou verão por que o âmago supera as estações.

Percorrer as cidades sertanejas, faz um bem danado! E agora, com Alagoas completamente interligada pelo asfalto, o turista, o pesquisador, o curioso, ou, seja lá quem for, não perde mais tempo com estradas de terra, com buracos, poeira e lama. E ainda com vantagem das pequenas distâncias entre um cidade e outra. E por mais perto que sejam as urbes, cada qual tem sua alma própria, seu DNA, seu modo de ser.  E você vai percorrer retas e planuras, sem abrir mão da região serrana  de Mata Grande, Pariconha, Água Branca, Inhapi... Beliscando, comendo  petiscos, observando, copiando, relaxando e sacudindo fora o comodismo da poltrona.

Então!

Vai ou não vai?


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/06/pao-de-acucar-palestina-clerisvaldo-b.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa, e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

15 junho 2026

REDUTO IMORTAL DA POESIA

 Autor: José Di Rosa Maria


És rainha do bravo Alto Oeste
Potiguar, um celeiro de valores,
O albergue maior dos defensores
Dos costumes do povo do Nordeste;
De três climas, sertão, serra e agreste
Hospedaste os heróis da cantoria;
Só esconde teu grau de autonomia
Quem orgulho nenhum tem pra mostrar,
Mossoró me permita te chamar
De Reduto Imortal da Poesia.
1
Heroína carrasca do cangaço,
Que aos escravos propôs felicidade
Exibindo o brasão da liberdade,
Afastando os grilhões de ferro e aço;
Que em sã consciência deste espaço
Ao poeta que outrora aparecia;
Sem abrigo, sem pão, sem água fria
Procurando um lugar para sonhar,
Mossoró me permita te chamar
De Reduto Imortal da Poesia.
2
Do Oeste viraste Capital,
Corre sangue poético em tua veia,
Este título que a ti homenageia
É preciso tornar-se oficial;
Que o eco da voz municipal
Valorize a ideia que se cria,
Que abordo do voo da alegria
Pelos céus do planeta possa estar;
Mossoró me permita te chamar
De Reduto Imortal da Poesia.
3
Teu carinho de alma de alberguista
Não caiu, nem morreu, segue de pé;
Dos encontros do Bar Tamandaré,
Há lembranças de cada repentista,
Pelo dom de letrista e musicista,
Os adeptos fiéis de Ventania,
No programa da rádio todo dia
Se ligavam com gosto de escutar;
Mossoró me permita te chamar
De Reduto Imortal da Poesia.
4
No Sujeito, repentes em granel,
No Nassau, no Aceu, no Boulevard
Métrica e rima bailaram pelo ar
Bem no êxtase de cada menestrel,
Na cadência das regras do cordel
Cada verso fantástico que nascia,
O delírio do público se ouvia,
Não ficava ninguém sem contemplar;
Mossoró me permita te chamar
De Reduto Imortal da Poesia.
5
Acolheste os Aedos migradores
Que das terras natais se ausentaram,
Que um dia em teu seio se hospedaram
Pra cantarem saudades e amores;
Berço heroico de vates sonhadores
Que ilustram teus céus com maestria,
Território que até Santa Luzia
Escolheu com carinho pra morar;
Mossoró me permita te chamar
De Reduto Imortal da Poesia.

Título honorífico em homenagem à Mossoró-RN.

https://www.facebook.com/josedirosamaria62

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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14 junho 2026

MANOEL FLOR DE MELO FOI PARA CASA DO SENHOR!

  Por José Mendes Pereira 

https://www.facebook.com/photo/?fbid=3581253268707467&set=a.1476471259185689

Lamento o falecimento do nosso amigo, irmão e adepto da Casa de Menores Mário Negócio! Foi ele quem me colocou na Editora Comercial S.A., que fazia parte da Sociedade de Cinemas e Rádios de Mossoró. Por lá, trabalhei durante 12 anos com o seu apoio.

Manoel Flor trabalhava numa máquina desta. https://maquinasgraficas.com.br/detalhes/18571

Manoel Flor de Melo era tipógrafo da Editora, e posteriormente, foi proprietário de uma gráfica. Mas infelizmente, teve problemas de saúde, sendo obrigado a vender a sua gráfica. Não me recordo bem, mas me parece que Manoel Flor nasceu no ano de 1945.  

Da gráfica anitga de Mossoró, restam agora muito pouco. O Railton Melo, que é sobrinho dele, Aldemir, que nós o chamamos de Mago, Leandro, Sobrinho, meu irmão, João Braz de Medeiros, Francisca Paiva e Geraldo Paiva, ambos, meus cunhados, e eu, somos os que ainda estamos contando histórias. 

Vá com Deus, Manoel Flor! Um dia qualquer, nós nos encontraremos na Casa do Senhor! A estrada poderá ser outra, mas o caminho será pelo mesmo que você foi!

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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12 junho 2026

A MORTE DO SARGENTO DELUZ – PARTE II

  Por José Mendes Pereira

http://cangaconabahia.blogspot.com/2015/05/sargento-de-luz-o-matador-do-cangaceiro.html

Segundo no livro "O Sertão de Lampião" do escritor Alcino Alves Costa diz que o patriarca João Marinho tinha outro genro que era o João Maria Valadão, este se casara com a Mariinha. Ele havia nascido e criado, segundo o escritor Alcino Alves no Olho D’água que era uma fazendinha das redondezas. O Valadão tinha boas amizades com o esposo da cunhada Dalva, por isso fora escolhido para saber do sargento Deluz o que o fez devolver a sua esposa Dalva aos seus pais.

Depois de tudo preparado e pensado o Valadão foi ao encontro do temido sargento e concunhado que havia rejeitado a esposa. João Maria era e quase não era tão quieto assim como o seu sogro, e confiava em sua coragem, e mais ainda com a amizade que tinha com o sargento. 

http://partiupelomundo.com/passeio-de-barco-pelo-canion-do-xingo/

O sargento o recebeu em sua propriedade de nome Araticum com muito agrado. Os dois conversaram até certo ponto, quando o Valadão perguntou-lhe:

- Deluz, não se apoquente com a minha pergunta, eu queria saber o motivo que fez você devolver minha cunhada Dalva aos seus pais?

O sargento Deluz espanta-se um pouco quando ouve a pergunta, mas mesmo assim, resolveu responder o que lhe fora perguntado, mas com cara de quem não gostou diz:

- Num dava certo, Valadão. A Dalva foi criada com muito mimo, e ela não quer aceitar o meu jeito. Você sabe muito bem o meu jeito de serpente, e sendo assim, eu e ela não damos certos para vivermos em paz.

João Valadão resolveu falar também, mas com cuidado para não assanhar a serpente. E diz:

- No meu entender, eu acho que você tem razão, mas nem se preocupe, é assim que eu contarei ao João Marinho, nem mais nem menos falarei.


Mas geralmente, casal que se separa, dias depois está aconchegado novamente, e o sargento Deluz e sua esposa Dalva não eram diferentes. Dias depois, estavam juntos. A vida do valente pernambucano continuava nas suas obrigações na fazenda Araticum. Os trabalhos militares sempre foram respeitados por todos, afinal, ele era um delegado que dominava toda região do Rio São Francisco, mesmo respeitado, os sertanejos os julgavam um bruto, indivíduo grosseiro e irracional. Até a sua presença física não era agradável perante às pessoas que se curvavam diante dele, e principalmente repugnavam às escondidas as suas ordens. Tinha um corpo forte, atarracado, era viciado em fumo de corda, e vez por outra, mascava também.

Diz o escritor Alcino Alves que Dalva sua esposa nunca teve um momento de paz e de amor em sua vida de casada, e esta infelicidade, começou a partir do dia em que ela deixou a família e foi morar com o sargento Deluz. As brigas do casal eram a todo momento, porque o Deluz tratava a sua esposa Dalva sempre debaixo de ordens e na base do cacete. Mas a Dalva era geniosa e não se dobrava, enfrentava o agressivo cônjuge sem medo, e com isso, ele vendo que não a vencia, as desavenças eram constantes. Mas mesmo com o seu lar destruído, a Dalva engravida do homem que não lhe quer ver feliz.

Mas com a gravidez da mulher o sargento poderia melhorar o seu comportamento, já que um filho seu fora gerado no útero da sua esposa Dalva Todos da família pensavam isto, e tinham certeza que a vida do casal iria ser apaziguada. O delegado deu sinais que concordava a gravidez da esposa.

http://partiupelomundo.com/passeio-de-barco-pelo-canion-do-xingo/;

Deluz resolveu fazer uma roça nas terras do sogro, lá no Brejo, e o João Marinho aceitou de bom grado, o acreditava que com a gravidez da filha o seu genro poderia mudar o seu comportamento agressivo e grosseiro. E uma das melhores, o interesse do genro pela agricultura e criação de animais. A intenção de todos era que as coisas melhorassem e a Dalva pudesse viver em paz com o seu desajustado esposo.

Já está bem próximo da Dalva ter neném e à proporção que os dias iam se passando as dores começavam visitar a Dalva. A parteira já está ali, esperando a hora de fazer o parto. Tempo depois, a criancinha veio ao mundo cheia de vida. Era uma meninazinha saudável e com nome já escolhido Adélia (que significa nobre e indica uma pessoa que luta para tomar as rédeas do seu destino. Não gosta de depender de ninguém, nem mesmo dos pais. Hábil e esperta em geral conseguem o que quer da vida. Mas deve combater a ansiedade e desenvolver o sentido de vida em comum).

Este livro você o encontrará com Francisco Pereira Lima através deste e-mail: franpelima@bol.com.br - https://www.google.com.br/search…:

Parece que a Dalva escolhera este nome como protesto ao que ela passava com o seu marido bruto. A mãe está feliz com o nascimento da filha, mas o pai não demonstra nenhuma felicidade, e continua do mesmo jeito, grosso e arrogante.

Logo no segundo dia do resguardo o sargento Deluz acordou com o cão nos couros, e sem nenhuma razão e motivo fez a Dalva se levantar às pressas. Ela não ficou calada e o respondeu sem medo, devolvendo-lhe as suas ignorâncias.

Incomodado, porque não tinha como convencê-la foi até a porta do quando e a trancou juntamente com a sua filhinha. Por último, a mãe e a filha estavam presas. Com temperamento de louco derramou uma lata de querosene na casa e ficou ameaçando tocar fogo para incendiá-las. E assim que a vizinhança percebeu o descontrole emocional do sargento em gritos, pede socorro. Finalmente, os seus comandados chegaram e conseguiram segurar o demônio que já se preparava com o fósforo quase a riscar. Aquele casal não tem mais condições de viver junto, e a solução seria definitivamente a separação. O homem é um desajustado e não tem como inverter aquela situação. A Dalva há muito tempo que havia deixado de ser sua esposa para simplesmente ser um saco de pancadas.

As pessoas do lugar que presenciavam aquela infeliz vida da Dalva filha do João Marinho, diziam em boca miúda:

- Coitada daquela moça, foi tão bem criada, uma pessoa tão boa, ter que viver uma vida tão infeliz!

João Marinho, sua esposa e irmãos perderam o sossego por completo. A Dalva estava diante de um satanás. As irmãs lamentavam a pouca sorte da mana, e os irmãos começaram sentir ódio do cunhado maldito. Todos parentes da Dalva estão angustiados e sofrendo com o pouco censo de um homem totalmente desajustado, desequilibrado mentalmente.

Continuarei amanhã!

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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PÃO DE AÇÚCAR – PALESTINA.

    Clerisvaldo B. Chagas, 11 de junho de 2026 Escritor Símbolo    do Sertão Alagoano Crônica: 3425   ASPECTO PARCIAL DA PALESTINA (CRÉDITO:...