Por Lampião Aceso
**Foto: Júlio Saraiva / Acervo: Linard. Créditos do post: Nélio Falcão
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Por Tesouros Reais.
A dúvida sobre um suposto “cabra véio” ser, na verdade, Ezequiel Ferreira da Silva, o irmão mais novo de Lampião, faz parte de uma série de histórias e lendas que cercam o cangaço até hoje.
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Por Histórias do Brasil
Manoel Aureliano Lopes. Que no Cangaço foi o segundo cangaceiro a receber a alcunha de cobra verde. Natural de Piranhas , entrou no Cangaço participando do subgrupo de Pancada. Sobre a sua entrada no Cangaço em entrevista a Gazeta de Alagoas do dia 08/11/1938 falou:
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Por Matheus Dezotti, gshow — Rio de Janeiro
Hulk Hogan, lenda da luta livre americana, morreu aos 71 anos, segundo o site "TMZ" após sofrer uma parada cardíaca em sua casa. Hogan se tornou uma lenda do esporte a partir da década de 1980, devido ao seu nome e visual, que se tornaram parte da cultura pop.
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A popularização para o público que não acompanhava o mundo das lutas veio com sua entrada no audiovisual, principalmente ao estrelar filmes, como "Rocky 3". Pensando nisso, o gshow preparou algumas curiosidades sobre o astro.
Nome inspirado no Hulk
Terry Gene Bollea, nome real dele, entrou no mundo das lutas no final dos anos 1970. Como até hoje, os lutadores têm apelidos, que exaltam algumas características suas, sejam físicas ou de habilidade, ou para chamar a atenção do espectador.
O seu nome verdadeiro não tinha muitos atrativos e seus apelidos anteriores também pegavam. Foi então que um dos promotores da WWE (World Wrestling Federation), Vincent McMahon Sr, sugeriu para ele adotar o nome de Hulk Hogan.
Hulk inspirado no personagem da Marvel que tinha uma série e filmes muito populares na época, estrelado por Lou Ferrigno e Hogan para assumir uma personalidade de irlandês. Deu certo! Ele relembrou a história em 2023 no mesacast "Theo Von Shorts".
Estrela de cinema
Hoje em dia é comum ver lutadores migrando para as telas, vide Dwayne "The Rock" Johnson e John Cena, mas um dos percursores da prática foi Hogan. Em 1982, ele foi uma das estrelas de "Rocky 3: O Desafio Supremo", filme protagonizado por Sylvester Stallone.
Lá, interpretou o personagem Thunderlips. No longa, ele é um lutador de luta livre que é convidado para fazer uma luta de exibição contra Rocky. Ela terminou empatada.
Stallone relembrou em 2017 uma história dos bastidores do filme com Hogan em uma postagem dos Instagram: "Lembro-me de um movimento violento em que ele me jogou no canto, avançou pelo ringue como um touro ENFURECIDO e saltou tão incrivelmente alto acima de mim, que sua tíbia realmente bateu como uma árvore gigante na minha clavícula, e eu caí no chão".
"Fiquei com medo de olhar para o meu ombro por cerca de 10 minutos... Eu disse 'não me vire, não me mova', porque tinha certeza de que havia um osso projetando-se na parte superior do meu peito! Claro que não havia, mas nunca senti uma dor tão entorpecente de um golpe forte antes ou depois daquele dia! HULK simplesmente não conhecia sua própria força. Acredite ou não, quando ele pulou na plateia para brigar com os dublês, três deles tiveram que ser tratados no hospital. Ótimo sujeito, ótimo amigo, sua presença tornou o filme muito, muito especial. HULK, se você está lendo isso, foi um privilégio ser destroçado por um cavalheiro como ele", declarou ele.
Depois disso fez participações em séries como "Esquadrão Classe A", "S.O.S Malibu" e "American Dad". Na década de 1980, com sua popularidade, ganhou uma animação que durou por um ano, a "Hulk Hogan's Rock 'n' Wrestling".
Reality show da sua vida
Por dois anos, Hulk Hogan foi estrela de um reality show que acompanhava sua rotina e de sua família. Assim como o das Kardashians, "Hogan Knows Best" mostrava o dia a dia do ex-lutador e de Linda Hogan, ex-esposa, e os filhos Nick Bollea e Brooke Hogan.
O reality durou dois anos e tem uma classificação de 4,7 no IMDB, site especializado em filmes e séries. No Google, a avaliação dos usuários é positiva, com 73% de curtidas.
Se candidatou a baixista do The Rolling Stones e do Metallica
Pouca gente sabe, mas a primeira paixão de Hogan era a música. Depois que ficou famoso pelas lutas, tentou duas vezes voltar para o amor antigo em duas das maiores bandas de todos os tempos, o The Rolling Stones e o Metallica.
Em 2014, em entrevista à "Vice", relembrou que quando estava no Reino Unido uma vez para uma premiação, ouviu da então esposa de Mick Jagger, Jerry Hall, que a banda precisava de um baixista. Ele não perdeu a oportunidade:
"Eu pensei: 'Olha, eu costumava tocar baixo. Conheço todas as músicas dos Rolling Stones. Diga ao Mick que se vocês precisarem de um baixista para os Rolling Stones, juro por Deus que posso aparecer'. Eu poderia ensaiar um dia e tocar tudo o que eles tocam", disse ele na época, mas o feat nunca aconteceu.
Depois, soube também que Metallica tinha uma vaga para baixista. Então, ele escreveu cartas, gravou uma fita tocando e enviou para eles por meio da agência que cuidava da carreira da banda. Também não deu certo.
"Fiquei ligando para tentar falar com eles. Tentei por duas semanas e nunca recebi uma resposta deles também", contou.
Por José Mendes Pereira
Por Honório de Medeiros
Excelente livro do autor Sérgio Dantas a respeito do ataque de Lampião a Mossoró. No livro, o autor realiza uma das mais consistentes revisões historiográficas sobre o ataque empreendido pelo bando de Lampião à cidade de Mossoró. Longe de reforçar narrativas épicas ou teorias conspiratórias, o autor opta por dissecar os acontecimentos à luz de documentação, depoimentos e cruzamento de fontes, revelando que a chamada “grande investida” não foi fruto de articulação política, mas antes uma tentativa audaciosa de obtenção de recursos financeiros.
Um dos pontos centrais da obra é a desconstrução da tese de que o ataque teria motivações políticas. Dantas demonstra que não há evidência consistente de envolvimento do governador José Augusto de Medeiros em qualquer trama para facilitar ou incentivar a invasão. Ao contrário, a descrença do governador na possibilidade de Lampião atacar uma cidade do porte de Mossoró explica a ausência de medidas preventivas mais robustas.
Da mesma forma, o livro desfaz a suposta ligação entre o ataque de Mossoró e a investida de Massilon Leite a Apodi. O autor evidencia que os episódios não compuseram um plano integrado. Inclusive, durante a marcha rumo a Mossoró, Massilon tentou nova incursão contra Apodi em 12 de junho de 1927, reforçando a autonomia dos movimentos. Com exceção do próprio Massilon, os cangaceiros envolvidos na ação de Apodi não participaram do combate em Mossoró.
Outro mérito da obra está na revisão de personagens frequentemente envolvidos em teorias conspiratórias. Tilon Gurgel é inocentado de qualquer participação na suposta “trama”. A captura de seus irmãos — entre eles o Coronel Antônio Gurgel, que produziu um diário valioso durante o cativeiro — seria ilógica caso houvesse conluio. A libertação final dos reféns, inclusive, ocorreu sem pagamento de resgate, graças à perseguição policial.
A atuação da polícia potiguar também é reavaliada. Dantas demonstra que não houve omissão deliberada das forças de segurança. O início do combate nas proximidades da casa do prefeito não teria significado simbólico ou político, mas decorreu das condições geográficas e estratégicas da Mossoró de 1927.
O autor igualmente enfrenta mitos consolidados pela tradição oral. Jararaca não foi executado por “falar demais”; outros cangaceiros deram depoimentos e não foram mortos de imediato. O suposto telefonema de São Sebastião (atual Governador Dix-Sept Rosado) alertando Mossoró sobre a aproximação do bando é descartado por ausência de provas documentais. Formiga não era espião dos cangaceiros. O cangaceiro gravemente ferido e morto pelos próprios companheiros foi Manuel Antônio, o Dois de Ouro.
A obra também traz importantes esclarecimentos sobre os cangaceiros ligados a Mossoró. Pela cadeia local passaram Mormaço, Bronzeado, Jararaca e Asa Branca, mas apenas Jararaca e Mormaço participaram do ataque. Asa Branca, embora tenha fixado residência na cidade após cumprir pena, não esteve no episódio de 13 de junho. No cemitério de Mossoró encontram-se sepultados Jararaca, Asa Branca e Colchete — dado que reforça a materialidade histórica do evento.
Um ponto particularmente revelador é o depoimento do ex-cangaceiro Moreno, que afirmou que Lampião evitava falar sobre Mossoró. Segundo ele, o chefe do bando só aceitou a empreitada por insistência de terceiros, como Isaías Arruda, seduzido pela promessa de dinheiro fácil. A derrota, portanto, teria marcado profundamente o imaginário do próprio líder cangaceiro.
Ao final, o que Sérgio Dantas oferece não é apenas uma narrativa do ataque, mas uma verdadeira anatomia crítica do fracasso. A obra reposiciona o episódio de Mossoró dentro da dinâmica econômica e estratégica do cangaço, afastando interpretações conspiratórias e reafirmando a importância da pesquisa documental para o estudo do fenômeno.
Minhas conclusões: Lampião e seus "patrões" não tinham somente Mossoró na mira. Se assim fosse, Lampião tinha feito a marcha até Mossoró na maior discrição possível. Não como fez, matando, roubando, sequestrando, assim que entrou no Rio Grande do Norte. Acho que a ideia era mesmo atacar o RN até onde pudessem. Em relação à ideia de o ataque ser de cunho político, assassinar Rodolfo Fernandes, fico a me perguntar se não seria mais eficiente a contratação de um ou dois pistoleiros para a empreitada ao invés de um bando de cangaceiros que dificilmente marchariam do Ceará a Mossoró sem serem percebidos.
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Por Robério Santos. Munição da cartucheira de Lampião. A pergunta é: ele estava usando na hora que morreu? Se sim, estes tiros teriam at...