Clerisvaldo B. Chagas, 13 de agosto de 226
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3460
Estamos nos aproximando do dia 15 de agosto. Tradicionalmente, limites das chuvas de outono/inverno no Sertão. “Estamos nos últimos tamboeiros”. A palavra é feminina “tamboeira”, mas sempre foi pronunciada no masculino. São as mandiocas e macaxeiras raquíticas e emurchecidas, que não servem mais para a colheita. No caso acima, expressão alusivas também às últimas chuvas da estação. Aquelas que vão minguando dia a dia até suspenderem totalmente. Claro que é uma linguagem específica de pessoas mais antigas que trazem como surpresa a novidade da ressurreição. A palavra é apenas uma daquelas que estão fora de moda, mas ainda latente.
Este dia 12 de agosto, parece mesmo viver os últimos tamboeiros do inverno. O dia amanheceu nublado, um pouco frio e escuro, mas logo o Sol submergiu entre nuvens e o dia que se mostrava carrancudo, passou de severo a primaveril. Aquele dia que você olha para o céu e tem vontade de caminhar pelas ruas, pela periferia, pelos campos. Tudo isso, entre a não fama boa do mês de agosto, pelos históricos e a esperança que seja apenas um mês comum e amigo de todos. Os homens podam as árvores das avenidas, enquanto os pardais se animam na fiação das ruas. E mesmo em plena luz diurna, galos cantam pelos quintais da beira do rio. Com a diminuição gradativa das chuvas, a frieza mais rigorosa, procura outros rumos e nós encostamos os casacos.
A Noite não chega de repente como em outras regiões brasileiras. Mesmo sendo na estação das águas, a tardinha vai chegando lentamente como como quem vai vestir o pijama para dormir. E a noite chega de céu limpo ou com a gaze esbranquiçada com o veto rigoroso a qualquer tipo de estrela. E quando o sertanejo passa a vista pelo céu de fim de inverno, sabe que a madrugada ainda não está de brincadeira porque segue o ditado conhecido “o rabinho é duro”. É assim nesse cenário em que visitarei no próximo domingo, a zona rural margeada pela AL-120. Por coincidência, mais uma espiada no ponto turístico do sítio Barriguda na Pedra do Sapo, não muito distante do Ponto Extremo Sul do município de Santana do Ipanema.
https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/08/sertao-tamboeiros-clerisvaldo-b.html
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
E entenda que:
"Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com

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