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25 janeiro 2016

ENTREVISTA COM CUSTÓDIO SARAIVA JUIZ MUNICIPAL DE LIMOEIRO DO NORTE

https://www.youtube.com/watch?v=dQaha7poED4&feature=youtu.be

Acima, escutaremos uma entrevista, numa Rádio do Ceará, da época, com a voz do senhor Custódio Saraiva, Juiz municipal naquela cidade, e do radialista... sobre a passagem de Lampião e seu bando pela cidade de Limoeiro do Norte - CE.

Escutem-na, pois, quem esteve com o "Rei do Cangaço" é quem conta a História.

Bons estudos!

Publicado em 2 de abril de 2014

Algumas das melhores fotos que se tem do bando de Lampião foi tirada em Limoeiro, na frente de uma farmácia, de frente para a igreja. Conforme o professor Irajá Pinheiro, quem fotografou foi um homem chamado Francisco Ribeiro. "Ele bateu a foto e pegou a bicicleta para revelar em Mossoró". Nessa cidade potiguar, cada um da foto foi reconhecido pelo cangaceiro Jararaca, aprisionado pelos mossoroenses durante a batalha em Mossoró. Até os reféns do bando estão no registro fotográfico.

Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", teria sido morto em 1938, 11 anos após sua passagem por Limoeiro. Em Angico, o cangaceiro foi pego de surpresa e decapitado, juntamente com o seu bando. O bandido ou herói virou, reconhecidamente, mito. "Costumo dizer que Lampião foi um homem que tomou a decisão de ser cangaceiro e arcou com todas as consequências até o fim sem meias palavras, sem meios gestos", define Angirlene Lima (estudante do curso de História da Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos - Fafidam).

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Fonte: facebook
Página: Sálvio Siqueira
Grupo: Ofício das Espingardas

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O RAPOSA DAS CAATINGAS É SUCESSO NACIONAL, E JÁ ESTÁ NA 3ª. EDIÇÃO


Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão adquira-o agora. Saiu a 3ª Edição. Lembre-se que quando lançam livros sobre cangaço os colecionadores arrebatam logo para suas estantes. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza em determinadas reuniões quando o assunto é "cangaço".

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho.
19,5 de largura.
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do
"Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas"
que já está na 3ª. edição.

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

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24 janeiro 2016

DOIS LIVROS DO ESCRITOR LUIZ RUBEN BONFIM

Autor Luiz Ruben Bonfim

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Não deixe de adquirir esta obra. Confira abaixo como adquiri-la.

Lembre-se que se você demorar solicitá-la, poderá ficar sem ela em sua estante. Livros que falam sobre "Cangaço" a demanda é grande, e principalmente, os colecionadores que compram até de dezenas ou mais para suas estantes.

Valor: R$ 40,00 Reais
E-mail para contato:

luiz.ruben54@gmail.com
graf.tech@yahoo.com.br

Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Economista e Turismólogo
Pesquisador do Cangaço e Ferrovia

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DONA CÍCERA MANECA NOVAES

Por Marcos de Carmelita

Com Dona Cícera Maneca Novaes. Ela conheceu o local onde Lampião enterrou alguns cangaceiros nas caatingas do Tamboriu, mortos no tiroteio com os Gilos da Tapera. Após a chacina, Lampião passou na casa de seu pai e perguntou: 

- Você é o quê de Mané de Gilo? 

E ele respondeu: 

- Sou primo...

Após essa revelação, o que terá acontecido com o sertanejo? 

Todos os segredos no livro: "AS CRUZES DO CANGAÇO - OS FATOS E PERSONAGENS DE FLORESTA". De minha autoria e de Cristiano Ferraz. Lançamento em maio no Cariri Cangaço Floresta 2016

Fonte: facebook
Página: Marcos de Carmelita

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UMA TERRÍVEL VISITA AO PANTANAL

Por: José Mendes Pereira
Fonte da 2ª foto: - sociedadedosanimais.blogspot.com

Em uma das muitas viagens que fizemos às terras encharcadas do Pantanal, localizadas na América do Sul, na bacia hidrográfica do Alto Paraguai, onde guardam a mais linda fauna e flora do planeta, fomos atacados por gigantes jacarés, que sem menos esperarmos, ficamos encurralados por mais de 10 devoradores de carne humana.

Fonte da 1ª foto: - meioambiente.culturamix.com

A equipe de visitantes ao Pantanal era formada por: Gregório Santos, um engenheiro agrônomo formado pela “ESAM”, Mossoró, nos dias de hoje, “UFERSA”, Marcos Vital recém formado em Matemática pela “UERN”, antiga “FURRN”, também Mossoró, Paulo Gameleira um capacitado professor de Química e Física; as irmãs gêmeas, Letícia e Lair Prado, cearenses, e eu, um simples professor de Português.

Foi um dos acontecimentos mais triste que passamos em toda nossa vida; quando caminhávamos pelos verdejantes e alagados solos Mato-grossense, fomos surpreendidos por uma porção de jacarés, talvez famintos, alguns já velhos e desnutridos, faltando-lhes alguns devoradores dentes; outros ainda muito jovens, e dois ou três estavam se preparando para a juventude.

As chances de sairmos de lá vivos eram restritas, talvez um ou dois por cento, se bem que tivéssemos oportunidades para sobrevivermos. Nenhum de nós estava livre dos ataques daquelas fortes mandíbulas.

Os jacarés nos vigiavam como se fôssemos o último almoço de todos os tempos. Cada passo que nós dávamos para frente ou para traz, os jacarés nos acompanhavam.

O primeiro a estrear nos amolados e pontiagudos dentes de um jacaré foi o Gregório Santos; com uma só fechada de mandíbulas, o velho jacaré o partiu ao meio, e nem precisou sair do lugar para capturá-lo. Nós que assistíamos de perto tamanha malvadeza, já esperávamos a nossa vez.

Em seguida foi a vez do Marcos Vital que tentou correr por cima de alguns jacarés enfileirados, mas foi pego por um esfomeado, arremessando-o ao longe, já caindo pronto para os jacarés o saborearem.

Aos poucos os esfomeados foram fechando o cerco, e um jacaré dos mais jovens resolveu abocanhar um dos braços do Gameleira, arrancando-o de uma só vez, e ao cair, foi devorado por um que quase provocou uma confusão danada, com outro que disputava o corpo do Gameleira.

Como todos nós ali estávamos condenados a passarmos pelas mandíbulas de tantos jacarés, finalmente chegou a minha terrível vez. Quando um jacaré partiu para me devorar, eu desesperado gritei: “- Valha-me Jesus Cristo!” E com esse grito assustador, acordei. Eu estava sonhando.

Que felicidade! Os jacarés existiram apenas no meu sonho.

Minhas simples histórias 

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

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COMO EVITAR QUE OS DESMATAMENTOS NAS FLORESTAS BRASILEIRAS CONTINUEM

Por José Mendes Pereira
Fonte da imagem - viajeaqui.abril.com.br

Se os governos: Federal, estaduais e municipais criassem leis que: ao construírem casas populares cobrissem estas com placas de cimento, evitariam a morte de milhares de árvores todos os dias.

Frear de uma vez por toda o desmatamento da Amazônia e do Pará é preciso, e é para ontem e não para amanhã.

Se isso acontecer um dia as populações do Brasil e do mundo copiariam esta ideia, cobrindo as suas casas com placas de cimento que não têm vidas.

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique abaixo:
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O QUE O JORNAL "O ESTADO DE SÃO PAULO" PUBLICOU SOBRE O CANGACEIRO ANTONIO SILVINO

Por Antônio Corrêa Sobrinho

AMIGOS,

Fui às páginas do jornal “O Estado de S. Paulo”, e trouxe praticamente tudo que este importante diário brasileiro publicou a respeito do famoso cangaceiro ANTONIO SILVINO, no tempo de sua atuação criminosa. 

Fiz isto com o propósito de trazer os relativamente poucos textos aos dias atuais, reunidos cronologicamente, ou seja, notícias, comentários e opiniões sobre este notável bandoleiro, para conhecimento, reflexão e deleite de todos nós, cultores das coisas do Nordeste e, principalmente, atraídos pela história do cangaço. São informações que já contam mais de cem anos de publicadas, portanto, se não totalmente isentas já naquela época, pelo menos sem os muitos rebocos e vernizes que o processo natural de maximização, mitificação, romantização de figuras extraordinárias, socialmente falando, para o bem ou para o mal, com o tempo se encarrega de aplicar, como aconteceu com este personagem, Antonio Silvino, que, por sinal, no meu entender, teve a sua pesquisa altamente prejudicada, desfocada que fora pela pela imediata e impactante chegada do seu sucessor, Virgulino Lampião, que, por várias razões, se fez mais notado, mais conhecido, isto sem mencionar, como algo negativo, que Antonio Silvino, depois do "rei do cangaço", passou a ser visto, traduzido, inevitavelmente por comparação e oposição ao sobredito compadre de Corisco. Silvino, que, para muitos, se transformou num bandido bom, um verdadeiro Dimas. Será? 

Com a licença dos amigos coordenadores dos Grupos de Cangaço nos quais prazerosamente participo, postarei o pequeno trabalho, a partir de agora, em partes, e sob o título ANTONIO SILVINO NAS PÁGINAS DO “ESTADÃO”.

ANTONIO SILVINO NAS PÁGINAS DO “ESTADÃO” - PARTE I

PARAÍBA

Quatro salteadores do grupo capitaneado por Antônio Silvino foram cercados pela força estadual, no lugar denominado Mulunguzinho, na comarca de Campinas.

Os bandidos opuseram resistência, armando tiroteio, do qual resultou ficar ferida uma praça.

Finalmente, os salteadores foram mortos.

(Dos nossos correspondentes)
05.02.1901

OS CANGACEIROS

Há poucos dias, o senhor General-comandante do distrito recebeu do capitão João Carlos Formel, que se acha no interior do estado da Paraíba, em perseguição ao grupo de cangaceiros chefiados por Antônio Silvino, um despacho telegráfico pedindo aumento de forças.

Sua Excelência respondeu incontinente, avisando-o de que desta guarnição não poderia expedir o reforço pedido, mas que daria as necessárias providências a respeito.

Para o tenente-coronel Febronio de Brito, comandante da guarnição do Rio Grande do Norte, expediu S. Exc.ª Ordens para que dali fossem retiradas as necessárias praças para auxiliar o capitão Formel.

Às ordens do senhor general Rocha Calado, imediatamente cumpridas, partiram do Rio Grande do Norte 40 praças do segundo batalhão de infantaria, bem municiadas e sob o comando de dois oficiais.

Tomadas essas medidas necessárias, o governador da Paraíba, monsenhor Walfredo, que ainda não as conhecia, telegrafou igualmente ao senhor general, secundando o pedido do capitão Joao Carlos Formel.
S. Exa., respondendo, fez sentir as últimas providências tomadas, declarando que o pedido do capitão Formel fora atendido.

Em carta, o capitão Formel declara achar-se na pista dos bandidos, acrescentando que, com o auxílio de forças, conseguirá a captura.

- Perseguido pela força volante, apresentou-se, há poucos dias, ao delegado de Bom Jardim o célebre cangaceiro Barra Nova, companheiro de Antônio Silvino.

Barra Nova, durante o tempo em que fez parte do grupo desse facínora, tornou-se célebre pelas suas perversidades.

Em S. Vicente, na ocasião de um ataque do grupo, foi Barra Nova quem atirou no sargento José Pedro, subdelegado local.

Atualmente está ele recolhido à cadeia de Bom Jardim, devendo ser em breve transportado para a casa de detenção.

- Pessoa vinda de Caruaru trouxe a desagradável notícia de que naquela cidade acaba de praticar mais uma de suas costumadas façanhas o célebre facínora Antônio Silvino, acompanhado de um grupo de 14 bandidos.

O ponto escolhido para a prática das novas perversidades foi a fazenda do tenente-coronel Manuel Emygdio da Silva Oliveira, subprefeito em exercício do município de Caruaru.

“Santa Maria”, que é o nome dessa fazenda, dista da cidade apenas oito léguas.

O bandido, ao aproximar-se, procurou um morador do tenente-coronel Emygdio e intimou-o a acompanhá-lo até à residência do patrão.

O infeliz relutou e tanto bastou para que o perverso o assassinasse.

Praticado o crime, dirigiu-se o famigerado para a residência do tenente-coronel Emygdio, onde praticou as mais horríveis cenas de selvageria.
29.01.1907

Comunicam da Paraíba do Norte que a força federal, que anda em perseguição de Antônio Silvino, prendeu o célebre bandido Bento Quirino e espera capturar brevemente o outro facínora.

Um novo grupo de cangaceiros, chefiado pelo celerado Antônio Felix, vulgo “Tempestade”, tem praticado muitos roubos e assassinatos, no interior do estado de Pernambuco.
22.02.1907

Atribui-se ao célebre cangaceiro pernambucano Antônio Silvino, em cujo encalço anda atualmente uma força federal, a autoria de 56 assassinatos e muitos roubos.

26.02.1907

ANTÔNIO SILVINO

A propósito deste já famoso bandido que enche de pavor os sertões de Pernambuco e dos estados vizinhos, um redator da “Gazeta do Norte”, do Recife, teve uma entrevista com dois oficiais do Exército que estiveram em diligência contra o temido cangaceiro.

Eis como esses oficiais explicam por que ele ainda não foi capturado:

“- E o governo consente que os lugares do interior estejam sem destacamento bem municiado?

- Há lugares frequentemente visitados por Silvino e nos quais existem, apenas, 3 ou 4 praças!

- Então esse é um meio indireto de proteger a audácia do celerado...

- Mais ou menos; se as autoridades e os chefes locais se dispusessem a cumprir as ordens do governo, ou se este mudasse chefes e autoridades, talvez que o célebre assassino já houvesse sido capturado. Mas infelizmente assim não sucede e, até ouvimos dizer que o comandante de uma força que anda em procura do bandido almoçou numa casa em que este se achava oculto!”

AINDA OS CANGACEIROS

Contando novas proezas de Antônio Silvino, escreveu de Taquaritinga à “Província” do Recife:

“Por volta das 8 horas da noite de sábado, 20 de janeiro findo, Antônio Silvino, com o seu grupo de 12 bandidos, assaltou a povoação de Barra de S. Miguel, do vizinho estado da Paraíba e limites deste Estado, povoado que dista desta cidade oito léguas, e dirigiu-se o grupo à mesa de rendas, repartição fiscal paraibana, criada ali há alguns anos para o recebimento de impostos – os tão perniciosos e inconstitucionais impostos interestaduais.

Na casa contígua estavam quatro soldados, que ali se acham destacados, aos quais o bandido tomou o fardamento, armas e munições, obrigando-os em seguida a acompanhá-lo à residência do subdelegado do lugar, que, também sob ameaças de morte, acompanhou o mesmo bandido.

Antônio Silvino, com o subdelegado e as quatro ex-praças, estas em camisa e ceroula, dirigiu-se à casa de alguns negociantes da localidade e, no seu modo de roubar, fez uma colheita de um conto de réis, aproximadamente. Terminando essa ‘visita’ voltou a repartição fiscal que invadiu e ali encontrou pequena quantia que embolsou e em seguida deu suas ordens para a destruição, ordens que foram prontamente cumpridas, pois todo o arquivo inclusive estampilhas e selos e outros papéis foram destruídos.

O chefe da repartição achava-se ausente na vila de São João. Pouco depois retirava-se essa horda de salteadores tendo antes o celerado chefe dado uma grande surra em um dos pobres soldados, que ficou semimorto!

Numa outra carta publicada pelo “Jornal do Recife”, o prefeito da vila de Umbuzeiro, estado da Paraíba, relata assim novos crimes de Antônio Silvino e seu bando:

José Candinha e Manuel Coco saíram daqui na tarde de anteontem para Serra Verde, a fim de assistirem a uma novena em casa de Wenceslau.

Contam pessoas que eles se achavam, por volta de 2 horas da madrugada de ontem, estando José Candinha sentado, apreciando um jogo, o Manuel Coco dormindo, foi o primeiro inesperadamente agredido, recebendo pelas costas diversos tiros, que o prostraram logo sem vida.

Um dos bandidos desfechou-lhe sobre o ouvido direito, à queima roupa, um tiro, cujo projetil lhe arrancou o pavilhão do ouvido e grande parte dos músculos da face.

Os sicários, sedentos de sangue e de vingança, cravaram-no de punhaladas, deixando a cabeça quase separada do tronco, por um grande golpe dado na parte anterior do pescoço.

- Antônio Silvino, depois que cometeu os assassínios, seguiu em direção ao (...), ocultando-se no lugar Jararaca, em casa de um tal Francisco Muniz. Nesta ocasião passava o Antônio Galdino, procurador do município, pela estrada, quando o perverso Muniz o apontou a Silvino, como morador em Umbuzeiro. Silvino prendeu-o e ia assassiná-lo pois já havia garantido matar a todos os habitantes do Umbuzeiro que encontrasse; Galdino, porém, afirmou não morar no Umbuzeiro e ser parente do capitão Henrique, de S. Vicente. Esta afirmativa livrou-o de ter morrido às mãos do sicário; mas Silvino roubou-o todo o dinheiro que levava. Horas antes já Silvino havia atacado o coronel Eduardo Gomes, de quem roubou 500$000 réis.

O nosso bom amigo alferes José Caetano que, antes da sua saída daqui se achava destacado em Queimadas, logo que teve conhecimento dos assassinatos transportou-se, doente como se acha, a esta vila, dando todas as providências que o triste acontecimento exigia.


01.03.1907

Fonte: facebook
Grupo: O Cangaço

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  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...