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27 janeiro 2016

ITABAIANENSE JOSÉ VICTOR PARTICIPARÁ DO ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES AMANHÃ


O garoto, conhecido como "menino-gênio", foi aprovado em medicina em universidades federais por dois anos consecutivos.

O programa Encontro com Fátima Bernardes da próxima quarta-feira, 27 terá a presença do itabaianense José Victor Teles, de 15 anos. Ele voltou a ser notícia na mídia após ser aprovado mais uma vez no Enem em medicina, em mais de uma universidade federal, e com média maior que 700 pontos.

No ano de 2015 José Victor foi aprovado em medicina pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) quando tinha apenas 14 anos de idade. Esse ano ele repetiu a aprovação em outras federais. Mesmo estando no primeiro ano do ensino médio ele conseguiu na justiça o direito de cursar medicina e começou a estudar a pouco mais de uma semana.

Durante sua primeira aprovação José Victor participou de vários programas e concedeu entrevista a portais nacionais e regionais. Participou do Domingo Legal, do SBT e foi destaque em reportagem do Jornal Nacional, da Rede Globo. Ele também já escreveu um livro intitulado "Como vencer aos 14". 

http://www.feiradanoticia.com.br/ver-itabaianense-jose-victor-participara-do-encontro-com-fatima-bernardes-amanha

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FAZENDA BOM DESPACHO... PALCO DA MORTE DE HERCULANO BORGES DE SALLES, PELO CANGACEIRO CORISCO..


OBS: Matéria compartilhada do Grupo O CANGAÇO (Geraldo Júnior)

Localizada entre os municípios baianos de Jaguarari e Santa Rosa de Lima, local em que o cangaceiro Corisco matou e esquartejou Herculano Borges de Sales, antigo desafeto.

Conheçam um pouco sobre essa história.

Este fato aconteceu no município de Jaguarari, especificamente nas proximidades da povoação de Santa Rosa de Lima, foi uma vingança que levou quatro anos para se concretizar, por Corisco ao comerciante Herculano Borges de Salles, seu inimigo a quem Corisco acusa-o de este ter-lhe devolvido ao cangaço, em minha pesquisa dedico este fato acontecido em meu município e de pesquisa também, como: A morte e esquartejamento de Herculano Borges de Salles.

Corisco já havia deixado as hostes de Lampião em 1926 e retornado a sua Matinha de Água Branca em Alagoas, quando em sua terra natal comete um assassinato e este tem que fugir e foge para a Bahia, mais precisamente para a cidade de Senhor do Bonfim e lá passa a trabalhar como vendedor de bugigangas nas feiras das proximidades deste município citado, quando se encontrava na feira de Santa Rosa de Lima povoação que pertence hoje ao município de Jaguarari, há várias versões para este fato, mas a que mais me chamou atenção em minha investigação foi: ao fim da feira, Cristino toma umas e promove arruaças com uma faca, ameaça um morador do local, em outra versão Cristino se recusa a pagar o imposto ao fiscal de feira e este chama o subdelegado que é Herculano Borges de Salles, este prende o jovem comerciante ambulante e humilha com supostas agressões físicas e morais, ao ser solto Corisco sai prometendo vingança e que isso não vai ficar assim pela ofensa do subdelegado daquela povoação, em 27 de setembro de 1929, Corisco já nas hostes cangaceiras de Lampião, com este invade a povoação de Santa Rosa de Lima, no intuito de vingança a Herculano, a quem acusa de ter este devolvido supostamente ao cangaço, vai até o armazém de propriedade de seu inimigo, uma loja de tecidos, Corisco levado pela fúria e com a ausência de Herculano, coloca todas as mercadorias no meio da praça da feira e toca fogo, e após quatro anos há o reencontro de Corisco com Herculano, que este já havia se mudado com a família para Senhor do Bonfim por receio das ameaças do cangaceiro, que o comerciante sabia que Cristino pertencia ao grupo liderado por Lampião, frase de Corisco a um de seus comparsas na barbárie do esquartejamento "Leve até a casa daquela fazenda. Mande cozinhar. Diga que é de boi que eu mais procurava.

Foto: Sérgio Augusto de S. Dantas
Fonte: Fontes (2010)
Fonte II: facebook
Página: Geraldo Júnior
Grupo: O Cangaço

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ANTONIO SILVINO NAS PÁGINAS DO "ESTADÃO" PARTE III

Por Antonio Corrêa Sobrinho

“Gazeta de Notícias” – R. Manso reproduz na sua crônica parte de uma narração de viagem pelo sertão da Paraíba, feita por um engenheiro das obras contra as secas:

“Em trabalhos contra a seca atravessava eu o sertão da Paraíba. Eu e o meu ajudante Neves, que se sentia doente, com o fígado já engorgitado, furúnculos rompendo a pele, falta de apetite, porque havia um mês, mais de um mês, que não brigava. Chegamos a Cabeceiras e fomos para o hotel. Estava o Neves a tomar um copo de cerveja, a um lado da mesa, quando entrou um sujeito e lhe esbarrou no ombro. A cerveja entornou-se. O Neves se ergueu e disse-lhe um desaforo. O homem, com boas maneiras, tirou o chapéu de couro e pediu humildemente perdão, que não fora por querer. O Neves não aceitou as desculpas e desafiou, provocou, pediu, suplicou, instou com o sertanejo para brigar com ele. Depois de muito rogado, o sujeito disse:

- Moço o senhor tem aí uma pratinha?

O Neves tirou uma moeda de 500 réis e deu-lhe. Ele tomou-a e dobrou-a com os dedos. Depois abaixou a cabeça e disse:

- Faça obséquio de olhar aqui.

O Neves olhou e viu mais de vinte riscas em todas as direções; não dessas riscas precárias, feitas a ponto e que se desmancham de um momento para outro, mas boas gilvazes definitivas, abertos a facão. Depois abriu a camisa, mostrou na cintura um arsenal e no peito a mais surtida coleção de cicatrizes que se pode encontrar reunida em espaço tão diminuto e acrescentou:

- Veja. Aqui o senhor encontra recibo de faca, foice, chuço, punhal, rifle, chumbo e bala. Eu tenho no corpo mais chumbo do que o preciso para fundir em peso de quilo. Dez homens como o senhor não são gente para mim sozinho. Meu nome é Antônio Silvino... O senhor ainda quer brigar?


O Neves ficou uns instantes mudo; mas não era de cólera, não. Pelo contrário. Ele é um rapaz de muito bom coração e aceitou, logo que lhe voltou a voz, as desculpas do Antônio Silvino. Fê-lo tomar um copo de cerveja, obrigou-o a jantar conosco e no dia seguinte, pediu licença e voltou para a capital.

Antônio Silvino chega nas coletorias, agências de correio e de telégrafos, arrecada todo o dinheiro que encontra e deixa recibo; mas sem estampilha. É uma questão de capricho. Ele diz que não sela os recibos porque não quer dar lucro de trezentos réis ao governo, que nada faz pelo sertão.

Ele não tem às suas ordens o número de cangaceiros que dizem. Efetivos só tem trinta e dois. Esses são os do quando, os vitalícios, os que têm direito ao montepio. Quando há necessidade para o serviço, ele nomeia cangaceiros em comissão, diárias, a 5$ por dia, com direito ao rifle. Ia fazer agora uma reforma, aumentar o pessoal, criar uma agência em Princesa, para tomar conta do João da Banda. Finalmente, este se uniu a ele e a reforma ficou adiada.

O Antônio Silvino você vendo-o, não imagina de que ele é capaz. É um sertanejo de boas maneiras, muito respeitador (et por cause...) e tem fama de ser homem de uma só palavra.

Quando me retirei de Cabaceiras corria entre os admiradores de Antônio Silvino uma subscrição (na qual assinei vinte mil réis) para adquirirem e lhe oferecerem um cemitério.

13.12.1911

A Política de Pernambuco e as Proezas do Cangaceiro Antônio Silvino – RIO, 22 – A propósito do cangaceiro Antônio Silvino, chefe de uma quadrilha de facínoras que opera no sertão de Pernambuco, onde saqueou várias localidades, o Sr. Ulisses Costa, chefe de polícia daquele Estado, durante as administrações dos senhores Herculano Bandeira e Estácio Coimbra, interrogado, disse que a afirmação de que Antônio Silvino está aliado aos partidários do senhor Rosa e Silva não passa de um recurso de politicagem muito usual.

A verdade é que o estado de Pernambuco está anarquizado, barbarizado. O entrevistado salientou o fato de terem os telegramas registrado os ataques, e os tiroteios e os saques, não fazendo a menor referência à ação policial, quando as localidades atacadas distam apenas um dia de viagem da última estrada de ferro.

Esses movimentos sediciosos do sertão, essas depredações que se notam pelo interior do Estado, são, na sua opinião, os primeiros frutos que o governo atual colhe da anarquia que ali implantou, tendo em vista a agitação política turbulenta travada em fins do ano passado, quando da propaganda eleitoral.

Os partidários do senhor Dantas Barreto, nos municípios do Brejo e Madre de Deus, contrataram os serviços de Antônio Silvino e do ladrão Antônio Godê, chamado especialmente dos sertões paraibanos, para tomar parte na campanha eleitoral.

Em tais condições, Antônio Silvino se julga senhor do terreno para agir desembaraçadamente.

Não quer dizer que o governo de Pernambuco pactue com o banditismo, isto porque faz justiça ao atual chefe de polícia do Estado. É certo, porém, que o governo não contará com os seus amigos, nos municípios flagelados, para reprimir o banditismo. Assim, a situação da falta de segurança em Pernambuco aumentará, dadas as perseguições políticas, as deposições dos governos municipais, como sucedeu em Jaboatão.

Os pernambucanos que se acham fora de Pernambuco e que não são solidários com a situação política do Estado estão impossibilitados de voltar ao seio de suas famílias e cuidar de seus interesses abandonados.
No seu tempo, a polícia de Pernambuco tiroteou com a gente de Antônio Silvino, no território paraibano, onde se faz sentir a ação conjunta das polícias pernambucanos e paraibana. Com o advento do dr. Dantas Barreto, este chamou a si as atribuições de todas as autoridades, daí resultando a anarquia.

Depois da autoridade do Sr. Dantas só existe ali a autoridade do tenente Melo, comandante da polícia. Em tais condições, o banditismo, atentando contra as vidas e as propriedades, alastra-se pelo Estado, correndo parelhas com as anarquias administrativas e política.

A falta de garantias individuais é um dos traços mais característicos da atual situação pernambucana.

23.07.1912

OS CANGACEIROS – Partida de força para Campina – RECIFE, 8 (A) – Sob o comando do tenente Francisco Pinheiro partiu para Campina um contingente de sessenta praças do Exército, da terceira companhia isolada. Essa força vai garantir aquela localidade contra possíveis ataques do bando de cangaceiros.

Os habitantes do município de Pesqueira estão ameaçados de ataque por parte dos homens de Antônio Silvino, sob a chefia do chamado Quinta-Feira e de Vicente, o preto. A população está firmemente decidida a não entregar mais dinheiro aos cangaceiros que já levaram dali importantes somas e espancaram vários negociantes e fazendeiros, inclusive os senhores Claudino da Silva e senhora; Manuel Corrêa, Manuel Barbosa e Antônio Moreira.

Este último foi obrigado a entregar aos assaltantes 2:500$000.

Os cangaceiros, no que parece, são instigados pelos inimigos da atual situação.

09.08.1912

ANTONIO SILVINO

Façanhas do bandido Antônio Silvino – RIO, 12 – Telegramas particulares aqui recebidos dizem que é alarmante a situação de vários municípios do Rio Grande do Norte, onde o bandido Antônio Silvino exige tributos fabulosos das pessoas abastadas.
13.10.1912

O BANDIDO ANTONIO SILVINO – NATAL, 6 (A) – Chegam a esta capital notícias do bandido Antônio Silvino, que, acossado pelas forças de polícia, está atualmente acoitado no lugar denominado S. Bento do Brejo, no estado da Paraíba.

As forças rio-grandenses do norte continuam a persegui-lo tenazmente, estando bastante esperançosas de poder capturá-lo.

O coronel Franco Rabelo, governador do estado do Ceará, telegrafou ao Dr. Alberto Maranhão, presidente deste Estado, dando autorização para que as forças do Rio Grande do Norte penetrem no estado do Ceará a fim de efetuarem a captura do bandido.
07.11.1912

PERNAMBUCO

As Famosas Proezas do Bandido Antônio Silvino – o Terror do Norte Brasileiro – 

Lemos no “Pernambuco”:

“Recebemos uma carta de um nosso amigo particular, residente em Caicó, que, por ser enviada por um negociante criterioso e probo que nos merece inteira confiança, damos dela alguns tópicos:

As famílias moradoras em Caicó estão aflitíssimas com a ameaça que fez Antônio Silvino de em breve invadir a referida localidade.

Há poucos dias mandou ele participar a todos os políticos, autoridades e comerciantes dali, que ia fazer na fazenda do coronel Joel Macena uma conferência pública.

A ela compareceram pessoas de todas as classes que queriam saber o fim da conferência pública.

Antônio Silvino discorreu calmamente sobre os pontos seguintes:

1. Exigia dos chefes políticos e autoridades locais permissão sob juramento – para descansar e permanecer provisoriamente no Estado;

2. Entenderem-se os chefes políticos com o Governo, a fim de que este não consinta entrada em Caicó dos trapos “estranhos” que o perseguem;

3. Que todo aquele que não o avisasse de qualquer movimento federal ficaria sujeito às penas do calibre 44;

4. Que o delegado de polícia que não o auxiliasse na cobrança do dízimo costumeiro não lhe mereceria a confiança;

5. Que o “candidato” futuro ao Governo seria o deputado Lamartine e que contava com o apoio de todos e, em caso de oposição “queimaria o último cartucho”, e que todo aquele que votasse no capitão José da Penha ficaria sujeito à morte.

Alguns delegados de polícia estão espantados e pensando na tal incumbência de cobrança; porém o de Serra Negra, o senhor Francisco Luiz de Medeiros, de muito bom grado aceitou a missão e já efetuou a primeira cobrança.

Estreou com a família Marcelino da qual extorquiu a quantia de 500$000.

Um outro delegado vizinho sacou por ordem do famigerado bandido 2:500$000 para Laranjeiras.

Tudo isto foi feito sob a ameaça de morte, a fim de evitar delongas e protestos.

Os habitantes de Caipó já fizeram uma quotização que monta a mais de 5:000$000, e, não obstante ter sido Antônio Silvino bem recebido pela população daquela localidade e pelas autoridades e comerciantes dali, fez a arrecadação de todo dinheiro existente e embolsou-o.

As famílias estão assustadas e receiam a entrada do bandido em Caicó.

A segunda conferência que ele, Silvino, teve com o major Seabra, comandante do destacamento, foi muito cordial e demorada, nada, porém, transpirou a respeito do assunto da falada conferência.

Em Conceição do Azevedo foi recebido, há poucos dias, hospedando-se em casa do “mandão local”, onde houve banquete e música por ocasião de sua chegada.

O que é mais importante, entretanto, é que o senhor Promotor de Serra Negra, encarregou-se da montagem de uma casa de jogo e de um bilhar, para ser agradável a Silvino, quando ele chegasse.

Na alfaiataria do dito promotor tem o assassino uns uniformes caquis, que pelo mesmo foi mandado fazer.

Agora mesmo acabo de saber que o bandido em questão, acompanhado do seu grupo, que é composto de 20 homens, saiu na madrugada de ontem com destino à Serra Negra e Paulista; o comércio está enfraquecendo muito e as feiras são desertas.

Espera-se a todo o momento a entrada do famoso cangaceiro, e o Sr. Major Seabra, comandante do destacamento, diz ser estranho e indiferente a todo o movimento.

O governador Maranhão conserva-se calado e jaz em completa imobilidade, diante de fatos tão graves.

As autoridades ou mandões aconselham ao povo apavorado que cotizem, a fim de receberem-no bem, pois é o único meio de salvação possível.

Anteontem soube que João da Banda, em companhia de dois fugitivos da cadeia de Nazaré, passou no lugar Várzea da Serra, em direção ao Caicó.

Consta que chegou a Flores o conhecido assassino e ladrão José Mole, que fugira de Aracati, e está refugiado em uma fazenda, a duas léguas de Flores, com quatro companheiros já “encangaçados”.

Ali termina a carta em que o nosso amigo nos revela tão transcendentes acontecimentos.

O público admiro e considero as proezas de Antônio Silvino, o terror dos nossos sertões, e a apática e criminosa atitude das autoridades locais.

05.12.1912
Fonte: facebook
Página: Antônio Corrêa Sobrinho

Grupo: Lampião, Cangaço e Nordeste

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26 janeiro 2016

LAMENTÁVEL! UMA VIDA SE FOI - PASTOR TENTA ANDAR SOBRE AS ÁGUAS E MORRE AFOGADO

Publicado em 25/01/2016

Todo mundo que lê a bíblia sabe que no livro de Mateus, capítulo 14, versículo 22 a 33, fala que Jesus andou sobre as águas. 

Sendo assim, um pastor evangélico chamado, Franck Kalebe, 35 anos, tentou fazer o mesmo na praia de Libreville, Gabão.

A informações foram dadas pelo jornal, Daily Glasgow Record, que na publicação disse que o pastor teve um sonho onde ele seria capaz de andar sobre as águas, e assim levou alguns seguidores para o mar e tentou o feito, mas acabou se dando muito mal.

Franck já vinha com a ideia de andar sobre as águas a alguns dias segundo seus seguidores, e assim que tentou o feito de Jesus afundou no mar e não voltou mais para cima, e foi resgatada horas depois já sem vida.

http://www.portalnoticiador.com/1328076/pastor-tenta-andar-sobre-as-aguas-e-morre-afogado/

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MARIA BONITA CASOU-SE COM LAMPIÃO NA NOITE DESTE SÁBADO EM NOVA FLORESTA, VEJA A MATÉRIA E ENTENDA

Escrito por: Gustavo Camelo
 foto: Flavio Silva

Um casamento evangélico e diferente ocorreu na noite deste sábado (23), na cidade de Nova Floresta, no Curimataú paraibano.

Na frente do pastor, "Lampião e Maria Bonita” disseram sim a união e o amor. O casório dos 'cangaceiros de Nova Floresta', ocorreu no Nova Floresta Club e contou com a presença de amigos e familiares do casal.

  foto: Flavio Silva 

O noivo Moisés é natural de Campina Grande, e como um bom cangaceiro, percorreu mais de 120 km para encontrar a sua alma gêmea. A noiva é Ângela, filha do saudoso vaqueiro "Arnaldo de Nozinho".

O convite  foi  a rigor, em meio a mata, o casal com trajes de cangaceiros, pousaram para foto que ilustrou o passaporte dos convidados.


Moisés mencionou que escolheu o tema porque é fascinado pela história de Lampião, segundo ele, dentro de um justiceiro fora da lei, estava um homem que amava a sua companheira e a respeitava diante do bando.

O casal contou ao Noticiando PB,  que ambos são desbravadores, assim como foi Lampião e Maria Bonita."Enfrentamos muitas coisas juntos. Já fomos para Campina Grande e Natal encima de uma moto POP, dai você tira a nossa coragem (risos)", disse Moisés.

VEJA O VÍDEO:


O pr. Antonio Olímpio, da Igreja Cristo no Brasil, que celebra casamentos há mais de 40 anos, disse que esse é o segundo casamento inusitado que celebrou durante essas  4 décadas. O Pastor ainda destacou que não são todas as igrejas evangélicas que permite esse tipo de enlace matrimonial. "Já realizei um casamento Havaiano na beira da praia em Natal-RN há um tempo atrás, agora de cangaceiros foi a primeira vez e achei bastante interessante", concluiu.

http://www.noticiandopb.com.br/2016/01/maria-bonita-casou-se-com-lampiao-na.html?m=1

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CHAPÉU QUE PERTENCEU AO EX-CANGACEIRO ZÉ SERENO.


Esse chapéu apesar de não ter sido utilizado durante o cangaço pertenceu ao célebre cangaceiro Zé Sereno que inclusive chegou a posar para fotos (Revistas) utilizando essa peça que se transformou no símbolo maior do cangaço, conforme podemos observar na imagem abaixo.

Material gentilmente cedido pela amiga Gila Sousa Rodrigues filha do casal cangaceiro Sila e Zé Sereno.

Fonte: facebook
Página Geraldo Júnior
Grupo: O Cangaço

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ANTONIO SILVINO ERA PAI DE ANTONIO ERMÍRIO DE MORAIS OU NÃO?

Por José Mendes Pereira
O ex-cangaceiro Antonio Silvino

Vamos devagar para entendermos bem o que o escritor José Bezerra Lima Irmão fala sobre uma possível paternidade de Antonio Silvino sendo o pai do empresário da "Votorantim" Antonio Ermírio de Morais.


No livro "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" na página 52, o autor José Bezerra Lima Irmão não afirma,  diz que quem afirmava isso, eram os sertanejos, que o cangaceiro "rifle de ouro", Antonio Silvino seria o pai do empresário Antonio Ermírio de Morais. 


Olhando bem para as fotos dos dois famosos um cangaceiro e o outro um dos maiores empresários do Brasil, ligeiramente como costumamos dizer, há uma certa semelhança entre eles, mas isso não quer dizer que eles têm sangues próximos. 

Vendo a biografia do empresário Antonio Ermírio de Morais ele nasceu em São Paulo, no dia 04 de junho de 1928, neste período o ex-cangaceiro Antonio Silvino ainda continuava cumprindo pena na Casa de Detenção em Recife, no Estado de Pernambuco, porque havia sido preso em Taguaritinga (PE), em 28 de Novembro de 1914. Então não há nenhuma possibilidade do ex-cangaceiro Antonio Silvino ser pai de Antonio Ermínio de Morais.

O pai de Antonio Ermínio de Morais  o engenheiro  José Ermírio de Moraes era Pernambucano, e a sua mãe Helena Rodrigues Pereira, era natural de Boituva, no Estado de São Paulo, teve quatro filhos com José Ermírio, dos quais Antônio Ermírio foi o segundo.

Mesmo o pai do empresário sendo Pernambucano não havia nenhuma possibilidade de Antonio Ermínio de Morais ser filho do cangaceiro, pois a sua mãe era paulista, e tenho real certeza que ela era uma senhora de alto respeito, jamais iria trair o seu esposo com homem nenhum, muito menos com cangaceiro que não tinha compromisso com ninguém. 

Esta é a minha opinião, e lembrando ao leitor que em nenhum momento o escritor afirma isto, ele diz no seu maravilhoso trabalho que quem dizia eram os sertanejos.

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NOSSOS LEITORES E LEITORAS... COMUNICO PARA OS AMIGOS E AMIGAS NÃO ABANDONAREM O NOSSO BLOG.

  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...