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29 janeiro 2016

DEPOIMENTO DO EX-CANGACEIRO VOLTA SECA CEDIDO AO JORNAL “O GLOBO PUBLICADO NAS EDIÇÕES DE NOVEMBRO DE 1958.


“Recebido como raro animal de circo em todas as localidades a que chegava, acabei em Salvador (Bahia), depois de uma longa viagem de mãos amarradas. E não me fizeram, durante todo o percurso, nenhuma maldade. Na capital da Bahia, a minha chegada constituiu um verdadeiro carnaval, principalmente por parte dos repórteres, que não me deixavam em paz. Procuravam-me todos os dias para entrevistar-me, mas, como eu nada dizia, eles imaginavam tudo. Redigiam sozinhos as “minhas” entrevistas. Eu era, de fato, um bicho raro, e até fui examinado por médicos que se detinham cuidadosamente no meu crânio, medindo-o e tentando descobrir o que havia lá dentro... Eu era um monstro que precisava ser bem estudado. E como o fui...”

ANTÔNIO DOS SANTOS – O EX CANGACEIRO “VOLTA SECA”.
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)
Fonte: facebook

https://www.facebook.com/groups/ocangaco/?fref=ts

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28 janeiro 2016

ENCONTROS DE VÍTIMAS COM PARENTES DE CANGACEIROS

Inacinho com Tia Eulália

O encontro de Inacinho filho dos cangaceiros Moreno e Durvinha com tia Eulália, Josilene Birico e Cotinha Valgueiro. 

Josilene e Inacinho

No dia 25 de abril de 1938, o cangaceiro Moreno atacou Cantidiano Valgueiro, avô de Cotinha e em seguida raptou Tivinha e Alzira, irmãs de tia Eulália, sendo Tivinha, mãe de Josilene. 

Inacinho e Cotinha Valqueiro

Ele ainda visitou Josélia Birico, outra filha de Tivinha, dona Carminha de Edésio e tio Zuca. Floresta 27/01/2016. Todos os segredos no livro As Cruzes do Cangaço - os fatos e personagens de Floresta. Lançamento maio. Autores Marcos e Cristiano Ferraz.

Fonte: facebook
Página: Sálvio Siqueira
Grupo: Ofício das Espingardas

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LUIZ GONZAGA - LAMPIÃO FALOU!


A música do CANGAÇO

Este álbum é fruto de um projeto de Aluízio Falcão e o Estúdio Eldorado, que buscava construir um painel da música inspirada no cangaço. Obviamente, eles esbarraram na já conhecida burocracia e impedimentos das gravadoras para a liberação dos fonogramas; o que dificultou ainda mais a sua realização. Contudo e apesar de forças contrárias o "discão" acabou saindo. Este lp tem um peculiaridade que é o fato de ser também um registro histórico, trazendo entre suas faixas o depoimento de Cila, sobrevivente do massacre de Angico, quando Lampião morreu e também as canções do ex-cangaceiro Volta Seca. (coisas-e-afinss.blogspot.com)

01 - Olha a Pisada (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) - Intérprete: Luiz Gonzaga.

02 - Cavalos do Cão (Zé Ramalho) - Intérpretes: Antônio Carlos Nóbrega, Teca Calazans e Bando Macambira.

03 - Se Eu Soubesse (Volta Seca) - Intérprete: Volta Seca - Narração de Paulo Roberto.

04 - Sabino e Lampião (Volta Seca) - Intérprete: Volta Seca - Narração de Paulo Roberto.

05 - Mulher rendeira (Volta Seca) - Intérprete: Volta Seca - Narração de Paulo Roberto.

06 - Antônio das Mortes (Sérgio Ricardo / Glauber Rocha) - Intérprete: Sérgio Ricardo.

07 - Acorda Maria Bonita (Volta Seca) - Intérprete: Volta Seca.

08 - Mulher Nova, Bonita e Carinhosa faz o Homem Gemer sem Sentir Dor ( Otacílio Batista/ Zé Ramalho) - Intérprete: Teca Calazans.

09 - Depoimento de Cila, viúva do cangaceiro Zé sereno e testemunha do massacre de Angico, onde morreram Lampião e Maria Bonita.

10 - Lampião (Sérgio Ricardo / Glauber Rocha) - Intérprete: Sérgio Ricardo.

11 - Reza do Corisco (Sérgio Ricardo / Glauber Rocha) - Intérprete: Othon Bastos.

12 - Perseguição/O Sertão Vai Virar Mar (Sérgio Ricardo/Glauber Rocha) - Intérprete: Sérgio Ricardo.

13 - Lampião Falou (Venâncio/ Aparício Nascimento) - Intérprete: Luiz Gonzaga.

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O RAPOSA DAS CAATINGAS E O PESQUISADOR MIRIM PEDRO POPOFF CONTINUAM FAZENDO SUCESSO

Pedro Popoff - Foto do acervo de Carla Motta

O livro "Lampião a Raposa das Caatingas" escrito pelo pesquisador José Bezerra Lima Irmão está sendo lido pelo mais novo pesquisador do cangaço e Luiz Gonzaga Pedro Motta Popoff. 


Tanto o livro "Lampião a Raposa das Caatingas" como o pesquisador mirim "Pedro Popoff", continuam fazendo sucesso, e é que o Pedro Popoff ainda está com 9 anos, mas sabe tudo sobre cangaço e o rei do baião. 
  

O Raposa das Caatingas já está na 3ª edição. Para você adquiri-lo, basta entrar em contato com o autor, ou com o professor Pereira lá de Cajazeiras no estado da Paraíba.

Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão adquira-o agora. Saiu a 3ª Edição. Lembre-se que quando lançam livros sobre cangaço os colecionadores arrebatam logo para suas estantes. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza em determinadas reuniões quando o assunto é "cangaço".

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho.
19,5 de largura.
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas"
que já está na 3ª. edição.

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
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O PADRE CANGACEIRO

Por Cid Augusto da Escóssia Rosado

Padre Longino era o cão chupando manga. Casava e batizava, fosse literalmente ou no sentido figurado da expressão. A ele, primeiro mossoroense ordenado pela Santa Madre Igreja, atribuem-se ações criminosas diversas, todas sem castigo. O rol dos delitos contempla investidas contra o patrimônio alheio, contra a dignidade sexual e contra a vida.


Há poucos registros sobre o vigário. Em 1949, Vingt-un Rosado publicou anotações de Francisco Fausto de Souza, assumindo, porém, a responsabilidade pela impressão da brochura, ante ameaças de retaliação. A edição de 40 exemplares mimeografados recebeu o título “Apontamentos históricos sobre o Padre Longino Guilherme de Melo, 1802-1878”.

Sabe-se que nasceu no arraial de Santa Luzia do Mossoró aos 15 de março de 1802, filho do capitão Simão Guilherme de Melo e de Inácia Maria da Paixão, pessoas ordeiras e respeitadas. Recebeu ordens no seminário de Olinda-PE, em novembro de 1826, voltando logo a seguir para a terra natal, onde só não fez chover, mas ainda preparou o tempo.

No início da década de 1950, contratado pela prefeitura para fazer Notas e Documentos para a História de Mossoró, Luís da Câmara Cascudo ampliou os estudos de Fausto. O primeiro indivíduo, no entanto, a escrever sobre Longino foi outro ministro católico, José Antônio Silveira, inimigo implacável do colega de batina a quem dedicou versos ferozes.

O “poeta improvisado” acusa o desafeto de quebrar o celibato em pleno confessionário, deflorar menores impúberes, entre as quais uma sobrinha, celebrar missas para o diabo na capela de Santa Luzia, badernas, porte de arma, tentativas de homicídio e assassinatos consumados. A casa paroquial e o próprio templo serviram de trincheiras em tiroteios.

O maior deles envolveu Longino e seus cabras contra a capangaria liderada por Antonio Basílio, tocador de viola e baderneiro das bandas do Assú, além de genro do comandante Félix Antonio de Sousa Machado, descendente dos fundadores de Mossoró. Na chuva de bala, morreu um dos asseclas do padre, o célebre pistoleiro Tempestade Ventania.

Os dois se tornaram desafetos após casamento celebrado por Longino. A briga envolveu de início o vigário e Pedro Ferreira. Basílio saiu em defesa de Pedro, ameaçando Longino com uma arma branca, que lhe foi tomada por circunstantes. Irritado, o ministro de Deus arrastou outra faca, desferindo seis golpes no adversário. Ambos estavam bêbedos.

Transportada para a sede do município numa rede, após exame de corpo de delito realizado in loco pelo juiz de paz Domingos da Costa Oliveira, na presença de testemunhas convocadas para o ato, a vítima sobreviveu e fugiu. Não está claro se chegou a cumprir a pena de um mês de prisão sumariamente estipulada pelo crime de “porte ilegal de arma”.

O acusado recebeu o benefício do livramento ordinário no mesmo documento que determinava sua prisão e nunca foi julgado. Anos depois, o corregedor Luís Gonzaga de Brito Guerra declarou a prescrição da pretensão punitiva. A Igreja suspendeu as ordens de Longino, mas, seis anos depois, o bispo Dom João Marques Perdigão revogou a pena.

Aconselhado a deixar a cidade, viveu no Piauí e no Maranhão. Voltou para Mossoró 28 anos depois, cansado e cego. Quando alguém perguntava sobre a deficiência visual, respondia: “É verdade, ceguei. Ceguei de ver gente ruim”. Morreu aos 30 de março de 1876, contando 74 anos de idade, e teve o corpo sepultado na capela do Cemitério Velho.

Cid Augusto da Escóssia Rosado. Advogado. Escritor. Redator-chefe do Jornal O Mossoroense.

http://www.caldeiraodochico.com.br/o-padre-cangaceiro/

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MASSACRE DA FAMÍLIA GILO E O CARIRI CANGAÇO FLORESTA

Manoel Serafim, João de Sousa, Cristiano Ferraz e Marcos de Carmelita na Tapera dos Gilo

"Em dezembro de 1925 o senhor Gino Donato do Nascimento descobriu que 12 burros de sua propriedade tinham desaparecidos. Manoel Gilo, filho mais velho de Gilo Donato, seguiu as pistas dos animais indo encontra-los em Lavras de Mangabeira, Ceará, em posse do coronel Raimundo Augusto, que havia comprado os animais de Horácio Grande.

A verdade é que Horácio Grande foi processado e preso por esse roubo e depois jurou matar Gilo Donato.

Tempos depois realizou um frustrado ataque a residência de Gilo onde saiu baleado e perdeu o comparsa apelidado de Brasa Viva. Horácio Grande depois entrou no bando de Lampião e através de sua irmã e sua esposa forjou cartas falsas como se fossem de Gilo Donato afrontando o Rei do Cangaço...No dia "26 de agosto de 1926, quinta feira", às 4 horas da manhã, Lampião com um grupo em torno de 120 cangaceiros, atacou a fazenda Tapera. Um longo tiroteio rompeu o silencio do local. Por horas as pessoas da vizinha Floresta ouviram os tiros ecoando. O capitão Antônio Muniz de Farias, comandante das forças volantes que estavam na cidade, não mostrou coragem pra ir lutar contra os cangaceiros e defender a família Gilo. Quando a casa da sede se encontrava quase totalmente destruídos e vários mortos banhavam de sangue seus compartimentos, Lampião comandou a invasão a residência." Nos conta João de Sousa Lima.

"Gostaria de convocar todos os pesquisadores para debatermos sobre a data exata da Chacina ocorrida na "Tapera dos Gilo". A maioria dos escritores registram 26/08/1926, poucos 28/08/1926. Qual a data correta?"
Marcos de Carmelita

Marcos de Carmelita ao lado de Dona Dejinha, filha de Cassimiro Gilo

Geraldo Ferraz um dos mais conceituados pesquisadores sobre a temática e neto de comandante Theophanes Ferraz confirma:"Acredito, pelo registro que possuo, que o tiroteio foi, realmente, no dia 28 de agosto de 1926, assim vejamos: Telegrama do comandante Muniz de Farias, para o comando da Força Pública (grafia da época): “Floresta, 29. São 9:30 quando sigo deligencia com 37 homens fim tomar conhecimento tiroteio consta fazenda Tapera distante daqui 2 léguas. Saudações Muniz de Farias. Capitão Comandante."

E continuamos com a narrativa de João de Sousa Lima...

Manoel Gilo foi capturado ainda vivo, estando morto seu pai Gino Donato, o irmão Evaristo, o cunhado Joaquim Damião e Ângelo de Rufina. Na estrada ficaram mortos Permino, Henrique (casado com uma irmã de Gilo), Zé Pedro, Ernesto (da fazenda São Pedro), Janjão, Alexandre Ciriaco (morto quando tentava defender os Gilos e que tinha vindo da fazenda São Pedro), Pedro Alexandre (na Barra do Silva).

Ainda tombou morto um soldado que havia ido com Mané Neto, que mesmo estando baleado e com poucos homens sob seu comando, mesmo assim contrariou as ordens do capitão Muniz e foi tentar salvar a família Gilo. Com a quantidade de cangaceiros sendo muito superior ao grupo de Mané Neto ele comandou uma retirada. Lampião pegou Manoel Gilo e perguntou o porquê dele mandar as cartas confrontando Lampião. Manoel Gilo respondeu que era analfabeto e não sabia escrever; nesse momento Horácio Grande pegou a pistola e atirou, matando Manoel Gilo. Só ai Lampião percebeu a trama que Horácio o havia colocado. O Rei do Cangaço o expulsou na hora do seu bando.

Marcos de Carmelita e o local onde foram sepultados

Leonardo Ferraz Gominho, renomado pesquisador de Floresta, assevera: "Se o dia 26 de agosto de 1926 caiu em um dia de sábado, a chacina ocorreu no dia 26. Lampião deixou parte dos seus cabras no caminho que levava à cidade, para aprisionar as pessoas que iam à feira em Floresta. E a feira era no sábado. Se sábado foi dia 28, perfeito! Ouvi a história contada por meu avô, Fortunato de Sá Gominho - Siato, e também por João Gominho, irmão de Siato. Ambos estavam em Floresta no dia da chacina; eram comerciantes, não perdiam feira; e afirmavam que chegavam a ouvir o som dos tiros. Um sábado, 28 de agosto de 1926. Sem sombra de dúvida".

Marcos de Carmelita, pesquisador e um dos organizadores do Cariri Cangaço Floresta, revela: "Amigos, quando em reunião com os Gilos eles sempre afirmavam que era dia 26/08/1926. Quando perguntei, em que dia da semana ocorreu o fato, eles respondiam sábado. Foi aí que mostrei o calendário de 1926 e eles disseram ser 28/08/1926. O quadro que foi pintado em Homenagem aos Gilos tem a data 28/08/1926. Alguns historiadores dizem que o Capitão Muniz só foi ao local três dias depois. Apesar do comandante ter sido um covarde, no local tombou o soldado João de Paula Ferreira da volante de Manoel Neto, ficando a Tapera a uns 10 km de distância. A polícia foi no local no outro dia. Ciato Gominho e outros familiares estavam em Floresta no dia da Chacina e Leonardo Gominho e Geraldo Ferraz estão certíssimos. "

E continua Marcos de Carmelita: "Todo Florestano tem conhecimento que a luta se deu em um sábado, dia da feira, não existia feira na quinta. Os filhos dos almocreves que foram capturados na estrada também confirmam a data. Os depoimentos do Senhor Eliseu que conviveu com os moradores da Fazenda Monte em Belém do São Francisco e que foram presos junto com os outros na Quixabeira do Riacho do Arcanjo, confirmaram a mesma história. Véio, filho de Zé de Anjo, ainda vivo e extraordinariamente lúcido, teve um caso amoroso quando era muito jovem, tinha uns dezoito anos, com Luciana Barros , a Lulu, que estava dentro da casa dos Gilos na hora do ataque e que perdeu seu pai, também morto pelos cangaceiros na casa de Joaquim Damião. O problema é que a Tapera e os outros grandes combates em Floresta foram muito pouco escritos e pesquisados."

"Quantos cabras estavam com Lampião por ocasião desse episódio na Tapera dos Gilo?"

Segundo o pesquisador e escritor José Bezerra Lima Irmão em seu brilhante "Raposa das Caatingas" revela: "Lampião contava com 120 cangaceiros". Já Marcos de Carmelita acentua: "Não há como precisar a quantidade de cangaceiros. Ao sair da Tapera e chegar na Fazenda Água Branca, do Major da Guarda Nacional, Tiburtino Aĺves de Carvalho, fora quatro que foram mortos, o seu filho Alcides Carvalho contabilizou 94 cangaceiros na calçada da casa grande e vinham dois baleados que foram tratados por seu Alcides."

Já Geraldo Ferraz pontua: "Sobre a quantidade de cangaceiros liderados por Lampião, tenho a informar que, segundo o Cel. Veremundo Soares, em comunicação ao Governador Sérgio Loreto, no dia 31 de agosto, 03 dias após o massacre, Lampião liderava 112 (cento e doze) homens. O telegrama: "Salgueiro, 31 de agosto de 1926. Communico vossencia grupo bandido Lampeão composto 112 homens achavam-se esta noite povoado Conceição municipio Belem Cabrobó tomando animaes e depredando. Dolorosa situação do sertanejo. Saudações. Veremundo Soares. Prefeito.”

Tudo isso e muito mais em breve...
Cariri Cangaço Floresta 2016
Em maio, Floresta do Navio e Nazaré do Pico


http://cariricangaco.blogspot.com.br/2016/01/massacre-da-familia-gilo-e-o-cariri.html

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O CANGACEIRO JARARACA

Por Luiz Veras

Jararaca é uma cobra venenosa e agressiva, daí o apelido casado a personalidade do cabra.


Em 1982, dirigindo caminhão por Mossoró, encontrei uma família que ia pagar uma promessa a Jararaca, morto e sepultado ali...nunca esqueci da fé que eles tinham no perverso e valente Jararaca...passei esses anos pesquisando sobre o tema.

Jararaca foi ferido no fracassado ataque a Mossoró, o bando dispersou-se na caatinga e ele ficou em um acampamento da construção da estrada de ferro. Denunciado foi capturado, torturado, sem direito a julgamento, já combalido pelas infecções e foi enterrado vivo... contam que sofreu mais do que fez aos outros sofrerem. O povo sabia das maldades e de algumas poucas bondades de Lampião e suas cabras...,mas tal fato fez de Jararaca um ídolo junto ao povo, sendo seu túmulo o mais visitado no cemitério de Mossoró.

Fonte: facebook
Página: Luiz Veras Veras

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NOSSOS LEITORES E LEITORAS... COMUNICO PARA OS AMIGOS E AMIGAS NÃO ABANDONAREM O NOSSO BLOG.

  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...