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24 abril 2018

ALESSANDRA ARAÚJO BRITO DE JOÃO PESSOA-PB, PROCURA SUA MÃE BIOLÓGICA EM MOSSORÓ, LÍDIA DE SOUZA SANTIAGO.

Por Nilson Ferreira

Essa jovem nasceu em 04 janeiro 1978, na maternidade Santa Luzia em Mossoró, e foi doada logo após o parto. Hoje ela procura sua mãe biológica, Lídia de Souza Santiago. Não o fez antes para não magoar os pais de criação. Como já morreram ela resolveu saber pistas da sua mãe. A única coisa que ela conseguiu até aqui, foi o nome completo dela. Alessandra já veio de João Pessoa-PB, foi a rádio e Tv porém ninguém soube paradeiro de Lídia de Souza Santiago. Na antiga maternidade informaram a ela que existe um arquivo em um galpão, onde existe todos os dados de mães, que ali passaram, mas ela não encontrou esse galpão, muito menos o responsável por ele. Após o parto, a mãe teria entregado ela ao maqueiro, pedindo que o mesmo doasse a criança alguém que ela não queria saber. Quem souber algo que possa ajudar, vamos compartilhar, pra saber se ela consegue contato com a mãe, ou algum familiar que a conhece pelo nome. 

Telefone de contato de Alessandra. 
(083)98869-5154.
http://www.passandonahorarn.com/2018/04/alessandra-araujo-brito-de-joao-pessoa.html

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23 abril 2018

A VIDA NO CANGAÇO ERA FÁCIL?


Por Noádia Costa

Diferente do que muitos romantizam, à vida no Cangaço não era fácil e nem tranquila. No vídeo abaixo ex-cangaceiros e cangaceiras comentam sobre às dificuldades, perigos e privações pelas quais passaram durante sua passagem pelo Cangaço. Nesses anos de violência e terror na região nordeste, muitos cangaceiros, volantes e sertanejos inocentes tiveram suas vidas ceifadas.

https://www.youtube.com/watch?v=ybxCMU0MC4c&feature=share


Publicado em 30 de set de 2017
Coletânea (fragmentos) de depoimentos de ex-cangaceiros(as) colhidos dos seguintes documentários: A mulher no cangaço, A musa do cangaço, O último dia de Lampião, Fatos, Candeeiro-Manuel Dantas Loiola, e Sila - Ilda Ribeiro de Sousa.

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21 abril 2018

A SOLIDÃO DE JESUÍNO | O CANGAÇO NA LITERATURA #151

https://www.youtube.com/watch?v=L7SexfykULA&feature=youtu.be

Publicado em 19 de abr de 2018

Quer ver filme? De Graça? Bem, está aqui esta produção que conta um pouco da história do cangaceiro herói, Jesuíno Brilhante é um personagem emblemático, com sua cabeleira ruiva e olhos azuis ele fez história no Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. Deixa seu comentário e divulgue nosso canal.

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19 abril 2018

DA MARANDUBA A JUAZEIRO (UMA INCRÍVEL E INACREDITÁVEL HISTÓRIA CANGACEIRA)

*Rangel Alves da Costa

Certamente haverão de dizer que o relato abaixo não passa de invencionice, de história pra boi dormir. Mas tudo bem, melhor assim, pois tantas mirabolâncias já foram ditas sobre o cangaço que é até difícil acreditar onde termina a verdade e começa a lorota. Mas é verdade o que vou contar, vez que acredito em quem me contou. Então rumbora.

Naqueles idos de 32, ano do famoso Fogo da Maranduba, em cujo mês de janeiro as volantes comandadas pelo baiano tenente Liberato de Carvalho e pelo pernambucano Manoel Neto, arremeteram contra o bando de Lampião acoitado nos arredores da Fazenda Maranduba, sendo aquelas derrotadas pela astúcia estratégica do Capitão, o até agora pouco conhecido aconteceu. E com consequências realmente inacreditáveis.

Pois bem. Rumbora. Àquela época as terras da Fazenda Maranduba, na povoação sergipana e sertaneja de Poço Redondo (então distrito de Porto da Folha), pertenciam à família Soares, tendo sua matriarca Dona Maria da Invenção Soares o seu comando, ainda que sua residência familiar fosse situada em Curralinho, nas beiradas do Rio São Francisco. Sua residência ficava numa das esquinas da Rua da Frente, defronte ao rio, nas proximidades da capelinha de Santo Antônio.

Era, na verdade, uma vida dividida entre Curralinho e Maranduba, passando temporadas num ou noutro lugar. Mas seus filhos homens, dentre os quais Lé Soares, Pedro Soares, Josias Soares e Antônio Soares, nomes ainda hoje afamados pelo tino vaqueiro e pelas proezas na lida da terra e do gado, geralmente permaneciam mais tempo na propriedade familiar, na Maranduba. Não se sabe muito bem se já eram conhecidos de Lampião e seu bando, mas a verdade é que no dia do famoso fogo, a 9 de janeiro, um dos filhos de Dona Invenção estava no lugar errado e na hora errada. Seu nome: Antônio Soares.

Quando Lampião chegou às terras da Maranduba o sol já estava alto. Depois de pernoitar nos arredores da Fazenda Queimada Grande (sem saber que a volante de Liberato de Carvalho estava por perto, pois o comandante baiano havia passado a noite na casa da fazenda, de propriedade de seu irmão Piduca da Serra Negra), o bando seguiu em direção às terras de Dona Invenção, certamente apenas como passagem rumo aos limites baianos. A parada foi para o descanso e o preparo do regabofe. Os cangaceiros sequer imaginavam que em tão pouco tempo seriam surpreendidos não por uma tropa volante, mas por duas. 

Estrategicamente precavidos, espalhados debaixo de umbuzeiros, encobertos por tufos de matos e arvoredos sertanejos, mesmo assim foram surpreendidos com os assombros que começaram a surgir nas sombras distantes: os homens das volantes. Corre e corre, toma posição defensiva e de ataque, protege-se, espera-se um momento ideal para atacar. Só havia um problema: Antônio Soares estava ali. O filho de Dona Invenção estava reunido com um dos grupos cangaceiros debaixo de um umbuzeiro quando as volantes chegaram. Foi quando Maria Bonita gritou: “Corre Tonho Soares!”.

O grito de Maria Bonita e o eco do nome Tonho Soares tiveram consequências devastadoras. Aquele nome seria cobrado muito caro pelas volantes, principalmente pelo ódio escorraçado e derrotado do comandante Liberato de Carvalho. E assim porque, não conseguindo superar e vencer as forças cangaceiras, o comandante baiano prontamente lançou seu ódio sobre a família Soares, dona da Maranduba. Acreditava-se que a presença de Antônio Soares junto ao bando era a comprovação de que a família dava apoio e guarida ao bando do Lampião.

Com efeito, assim que Liberato de Carvalho chegou a Curralinho transportando em redes os feridos da batalha, a primeira providência tomada foi mandar que seus comandados prendessem todos os filhos de Dona Invenção. Mas queria um troféu chamado Antônio Soares. Este, porém, não estava. Fugindo da batalha foi parar nas terras de Canindé. Os irmãos Soares então foram levados presos em canoas até Canindé, mas forçosamente liberados após não terem encontrando a caça maior. Aqueles não interessavam, apenas Antônio, aquele mesmo avisado por Maria Bonita: “Corre Tonho Soares!”.

E daí em diante entra o fantástico da história. Avisado do ocorrido, Antônio Soares permaneceu escondido na mata por mais de ano. Todo rasgado, faminto, barbudo e cabeludo, parecendo um bicho. Comia do que encontrava no mato e do bicho que conseguia matar. Calçava chinelo feito de couro de boi morto na caatinga e adormecia nos escondidos. Até que um dia recebeu uma inesperada visita. Avistou um pássaro estranho pairando no alto e sentiu algo como uma revelação. Teria que ir urgentemente a Juazeiro do Norte, pois Padre Cícero lhe esperava.

E foi. Andando pelo meio do mato, mas chegou à sagrada terra nordestina já muito entrado o ano de 33. Sem se importar com a aparência que causava espanto às pessoas, postou-se numa praça e ali ficou imaginando o que fazer. De repente viu um padre de batina escura se aproximar e logo percebeu que era o Padre Cícero. As primeiras palavras do padre: “Você é Antônio Soares, não é?”. Espantado com aquele reconhecimento, só tomou prumo de si quando Padre Cícero colocou dinheiro em sua mão e pediu para que providenciasse logo a mudança naquela aparência, comprando roupa, fazendo o cabelo e a barba e se alimentando.

Depois disso, já no encontro marcado para o dia seguinte, ouviu do padre: “Tome aqui esse dinheiro e agora já pode retornar. Tem dinheiro suficiente para que dê esmola a quem precisar até a chegada ao seu destino. Mas não vá para outro lugar. Volte para as terras de onde veio, para a casa de sua família”. Então Antônio Soares retornou a Maranduba e nela viveu sem ser mais incomodado por ninguém.


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17 abril 2018

LAMPIÃO E O CANGAÇO (DUBLADO E LEGENDADO)

https://www.youtube.com/watch?v=V5BYeitZt38

Publicado em 1 de ago de 2017
Video mostra como éra dura a vida no nordeste, e a criação dos cangaceiros.
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16 abril 2018

VIAGEM SEM PASSOS II E CRÔNICAS QUE A VIDA ME DEU



À venda na Livraria Independência - Praça da Catedral, Centro, Mossoró-RN. 

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15 abril 2018

BRASIL OU O OUTRO LADO DO PARAÍSO

*Rangel Alves da Costa

Nada de novela, nada de ficção. A trama é tão real que dói na pele, nos ossos, em tudo. O enredo é tão dramaticamente pujante que só vendo cada cena em ação para se acreditar. Mas tudo existente num paraíso. Este sim, fictício, inventado por quem não conhece de perto as durezas da realidade da vida.
Brasil, este imenso e fictício paraíso. Se no passado o escrivão Caminha relatou que aqui se plantando tudo dá, vez que a riqueza da terra era avistada além do olhar, talvez só tivesse esquecido que se deveria plantar o grão produtivo e não semear ervas daninhas por todo lugar. E o que se espalhou foi a semeadura do imprestável.
Com as devidas desculpas ante as almas boas sempre existentes, semeadura do imprestável e com aparência de verdadeiro jardim. Tamanho é o disfarce existente neste paraíso que muitos acreditam ser coisa do outro mundo. Não se pode negar, contudo, a pujança das belezas naturais, das raças e das grandezas que conseguiram vingar mesmo na terra assolada pela desonra humana.
Neste aspecto, o Brasil é coisa de cinema. Os fascínios e os encantos se alargam por todos os quadrantes. Sua dimensão continental faz espalhar tamanha riqueza histórica e natural que se avoluma em maior intensidade em cada região que se tem. Da Amazônia ao Nordeste, segundo suas próprias feições, tudo é uma só beleza. Costas incomparáveis, serranias majestosas, pampas de inigualável nobreza.
Desse modo, que não se imagine que ora se nega toda a pujança que há sobre a terra brasilis. As riquezas são imensas, os recursos naturais são primorosos, os feitos históricos são exuberantes e há, verdadeiramente, uma grandeza única desde suas margens aos seus sertões. E como já disse alguém, tão rico e tão primoroso é o Brasil que tudo já fizeram para devastá-lo e jamais conseguiram. Com efeito, quanto mais tentam afundar o país mais ele emerge com a mesma grandeza.


Contudo, se na história, na geografia e na cultura, dentre outros aspectos, estão os exemplos maiores da riqueza e da diversidade brasileira, muito diferente ocorre quando o país é avistado perante o contexto humano, social e político. Em tais aspectos, e sem a menor dúvida no reconhecimento, há o que se pode chamar de o outro lado do paraíso. E assim por que os aspectos citados refletem bem o quanto a pátria é maltratada pela ganância humana, pela sociedade inerte e preconceituosa e, principalmente, pelo metiê que envolve a política, os políticos e os partidarismos.
Desde sua descoberta que o paraíso tropical se viu entregue aos descalabros humanos. Aquelas raízes dos segregados lusitanos, com toda espécie de gente mau caráter, aqui se disseminaram de tal modo que suas práticas e costumes escusos nunca mais deixaram de existir. Ladrões, espertalhões, gananciosos, tudo foi vingando em levas e fazendo surgir gerações que não mais deixaram de esbulhar, de usurpar, de roubar a nação.
Os exemplos primeiros se alastraram nos acertos dos poderes, na política, no mando, num mundo de espertezas. Significa dizer que aquela beleza avistada por Caminha passou a ser habitada e conduzida por mãos e mentes tão hábeis na ilicitude que o normal da existência passou a ser o de tirar o máximo proveito sobre tudo que a mão pudesse alcançar. E tal proveito da usurpação mesmo, do esbulho, da mão grande sobre bolsos e cofres.
Aquele paraíso, então, foi se transformando de tal modo em lugar de espertalhões que até hoje se disputa para saber quem rouba ais, quem é mais corrupto, quem é mias improbo. As provas estão aí. Um Brasil tão belo e tão feio pela raça corrupta que tomou conta dos parlamentos, dos gabinetes, das salas e antessalas. Um país que passou a se prezar pelo maus uso dos recursos públicos, pelas espertezas do poder, pelos processos criminais que se avolumam e pelas prisões que passaram a recair sobre os figurões da República.
Eis o outro lado deste paraíso chamado Brasil. Ou tristes trópicos, como diria Levi-Strauss. Uma nação que infelizmente se contenta em conviver com os mais nefastos disfarces: da seriedade que nunca existiu, da honradez vergonhosa de seus governantes e políticos e doo respeito ao próximo sob a máscara do preconceito e da discriminação. Assim, um lado que é belo e outro que é vergonhoso.

Escritor
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NOSSOS LEITORES E LEITORAS... COMUNICO PARA OS AMIGOS E AMIGAS NÃO ABANDONAREM O NOSSO BLOG.

  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...