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04 agosto 2020

RESPEITA JANUÁRIO: Vida e Obra de Luiz Lua Gonzaga. IMPERDÍVE...

or Manoel Severo

Nesta próxima SEXTA, dia 07 de agosto de 2020, O Rei do Baião é o convidado especial do Canal do Cariri Cangaço no YouTube, na Sala de Reboco; Manoel Severo BarbosaWilson Seraine da SilvaPaulo Vanderley e Rodrigo Honorato, num bate papo pra la de especial: 

RESPEITA JANUÁRIO: Vida e Obra de Luiz Lua Gonzaga. IMPERDÍVE...

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01 agosto 2020

MANOEL PEREIRA LINS (NÉ DA CARNAÚBA)

Por Webmaster
Manoel Pereira Lins (Né da Carnaúba) | Foto obtida por Valdir Nogueira

Manoel Pereira Lins (Né da Carnaúba), filho do segundo casamento de Joaquim Pereira da Silva com Constância Pereira de Sá, ele casou-se três vezes, a primeira com Maria Pereira da Silva, o segundo com Ana Pereira da Silva que era irmã da primeira esposa, e o terceiro com Pautília de Menezes Lins.

Do casamento com Maria Pereira da Silva nasceu Constância Pereira Lins, com Ana Pereira da Silva nasceu Deósio Pereira Lins, e do terceiro com Pautília Menezes Lins, nasceram Ana Pereira Menezes, Iracema Pereira de Menezes, Maria Pereira de Menezes, Leônidas Pereira de Menezes, Hilda Pereira de Menezes e Argemiro Pereira de Menezes.

Manoel Pereira Lins (Né da Carnaúba) era Cel. da Guarda Nacional residia na fazenda Carnaúba, por muitos anos foi delegado literário do município de São José do Belmonte-PE, onde exerceu grande influencia política no Município. Foi prefeito no período de 18/07/1902 a 14/11/1904, foi também um dos fundadores do distrito de Bom Nome. A administração municipal de Belmonte hoje é comandada pelo seu neto Marcelo Pereira, que foi eleito para o período de 01/01/13 a 31/12/16.

Da esquerda, Seu Né da Carnauba sentado e os filhos Leônidas e Deósio atrás a senhora de preto Pautília, com Abidoral no colo, a por trás é Argemiro, a outra senhora com a criança no colo de Donana e atrás de Donana o seu esposo Afonso Pereira Nunes. A mais alta de pé à direita de Afonso é tia Iracema, entre Afonso e Deósio é Marica, sentada próxima a Seu Né e Hilda. A criança no colo de Donana é o seu filho, Manuel Pereira. (Fonte desta foto: https://goo.gl/dJnYLj)
Por Cicero Aguiar Ferreira
Foto e parte da pesquisa do pesquisador Valdir Nogueira
Genealogia Pernambucana


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30 julho 2020


Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com professor Francisco Pereira Lima.
Solicite através deste e-mail: 
franpelima@bol.com.br

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: anarquicolampiao@gmail.com.

Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 leidisilveira@gmail.com.

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26 julho 2020

DILETOS AMIGOS DO CARIRI CANGAÇO.

Por José Bezerra Lima Irmão
José Bezerra Lima Irmão e João de Sousa Lima

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.


Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.


Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.


Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.
As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:


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25 julho 2020

PARABÉNS PARA OS NOSSOS ESCRITORES DO MUNDO!

Parabéns para todos os escritores do mundo, em especial para os escritores cangaceirólogos do nosso nordeste brasileiro!

22 julho 2020

MEDICINA NO CANGAÇO

Por Wanessa Camargo

Os cangaceiros conseguiram sobreviver às doenças nas caatingas, graças a uma medicina criada por eles utilizado ervas na maioria. Elas eram levadas nos bornais para chás, emplastos etc. que serviam para tudo. 


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18 julho 2020

APÓS ARRECADAR QUASE 33 MILHÕES DE LIBRAS EM UMA CAMPANHA EM FAVOR DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, VETERANO INGLÊS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL É SAGRADO CAVALHEIRO PELA RAINHA ELIZABETH II

O veterano de guerra descreveu a cerimônia como ‘extraordinária’ (Foto: Getty)
O veterano da Segunda Guerra Mundial com 100 anos, que levantou quase 33 milhões de libras para O Serviço Nacional de Saúde, que na Inglaterra possuía a sigla NHS, viajou para o Castelo de Windsor com sua família para uma cerimônia verdadeiramente “Única”.
O herói que angariou tanto dinheiro foi convidado à residência real para uma investidura especial com a monarca, o que é raro, pois todas as cerimônias de honra real planejadas para junho e julho foram canceladas devido o coronavírus.
Ele foi visto conversando com a rainha depois de receber a Cavalaria (Foto: Pool / Splash News)
A rainha de 94 anos, que está no Castelo de Windsor antes até do início do confinamento em seu país, realizou pessoalmente o compromisso oficial para homenagem o veterano, que agora passa a se chamar Sir Tom. A rainha elogiou pessoalmente o capitão, dizendo a ele: ‘Muito obrigado, é uma quantia incrível de dinheiro que você levantou’.
O capitão conquistou os corações do país por sua determinação em realizar 100 voltas em seu jardim, na região de Bedfordshire, centro da Inglaterra, antes de completar 100 anos. Depois de começar a arrecadando apenas 1.000 libras, esse montante foi ampliado até quase 33 milhões de libras em doações vieram de todo o mundo.
O capitão Sir Tom Moore foi condecorado pela rainha para agradecê-lo por seus esforços de captação de recursos (Foto: Getty)
A rainha Elizabeth usou a espada que pertencia ao pai, George VI, para apresentar ao capitão Sir Tom as insígnias de Knight Bachelor. A cerimônia ocorreu nos terrenos do Castelo de Windsor, com a presença da família do veterano da Segunda Guerra.
Boris Johnson recomendou que Sir Tom fosse cavaleiro (Foto: Getty)
O Palácio de Buckingham acredita que é a primeira vez na história que a cerimônia é realizada no formato estritamente socialmente distanciado. A chegada da rainha foi anunciada pelo som de gaitas de foles tocadas pelo gaiteiro da rainha, o major Richard Grisdale, do The Royal Regiment of Scotland.
Sir Thomas Moore com sua filha, genro e netos (Foto: POOL / SplashNews.com)
Falando hoje no terreno do castelo, Sir Tom disse: ‘Foi um dia absolutamente extraordinário, você nunca poderia acreditar que aos 100 anos eu receberia uma honraria como essa. Nunca tive o privilégio de estar tão perto da rainha e de falar com ela, isso foi realmente extraordinário.”
Capitão Tom Moore comemorou seu centésimo aniversário em abril (Foto: PA)
Foi revelado em maio que o capitão Sir Tom seria cavaleiro após sua conquista excepcional. O primeiro-ministro Boris Johnson descreveu Sir Tom como um “verdadeiro tesouro nacional”, que “forneceu a todos nós um farol de luz através da névoa do coronavírus”.
Trabalhadores do NHS são vistos com um pôster de aniversário do capitão Sir Tom Moore do lado de fora do Hospital da Universidade de Aintree durante a campanha Clap for Carers (Foto: Reuters)
O PrimeiroMinistro recomendou que o veterano fosse excepcionalmente homenageado pela rainha, que aprovou a decisão. Sua nomeação como cavaleiro acontece apenas algumas semanas depois que ele foi nomeado coronel honorário pelo Royal Army, o Exército Inglês,como uma homenagem  pelo sucesso de sua missão de captação de recursos. Nesta semana, Sir Tom também foi homenageado com uma escultura de bronze encomendada e paga pelo artista de Derbyshire, Gary McBride.
Garry McBride, da Monumental Icons, com um busto de bronze do capitão Sir Tom Moore (Foto: PA)
Sir Tom iniciou sua campanha de arrecadação de fundos para agradecer ao NHS pelo trabalho na linha de frente da crise do coronavírus em seu país. Ele também lançou o slongan da campanha – “Você nunca andará sozinho”, junto com o cantor Michael Ball, que alcançou o número um nas paradas, tornando-o o artista mais antigo a alcançar o primeiro lugar.
O capitão Sit Tom foi descrito como um ‘tesouro nacional’ (Foto: Reuters)
Políticos e celebridades estão entre os fãs do veterano que o parabenizaram hoje. Micheal Ball twittou: “Eu não poderia estar mais emocionado por você, Sir Tom. Você parece esplêndido. Enviando a você o maior abraço deste dia. A glória de uma vida notável”.
Extraído do blog Tok de História do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros.
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  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...