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Resultados da pesquisa

04 junho 2021

UOL FALA SOBRE OS BONS TRABALHOS DO PROFESSOR RUBENS ANTONIO

Clique nestes links para você ler o que "UOL" escreveu sobre os trabalhos do professor, escritor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio.

https://www.facebook.com/profile.php?sk=approve&highlight=1627047560828455&log_filter=review&queue_type=friends&notif_id=1622762557989881&notif_t=mention&ref=notif#1627047560828455 

https://www.uol.com.br/nossa/reportagens-especiais/cabra-macho-com-bordado-seda-e-ouro-a-moda-exuberante-do-cangaco/?fbclid=IwAR3tJhSXeLjajA4Wo0KF7csTyhjrcwomiAG859_1FrAYwNMzDJOIdMoBCjQ#page3

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03 junho 2021

SANTO ANTÕNIO ALÉM DO CARMO

 Por Conrado Matos

Foto: Santo Antônio Além do Carmo, Salvador (BA). Casarios coloniais coloridos abrigam ateliês, bares, restaurantes, cafés e moradores vanguardistas. FONTE: INFONET

O Bairro do Santo Antônio Além do Carmo em Salvador é constituído de uma arquitetura muito antiga, do século XVII. Formado por casarões e igrejas, ambas de construções antigas. Fica no bairro Santo Antônio a mais antiga Detenção de Salvador. Existe também o Oratório Cruz do Pascoal, situado em uma área entre três ruas. A Rua do Carmo, Rua Direita do Santo Antônio e a Rua dos Marchantes. Na Rua Direita do Santo Antônio se encontra a antiga Igreja do Boqueirão.

Eu já mencionei em uma das minhas crônicas que quando cheguei para morar em Salvador, no início de 1982, eu fui residir na localidade do Bairro Macaúbas, uma região pertencente ao Barbalho que se liga ao Santo Antônio. Para ir ao Pelourinho a pé, eu teria que passar pelo Barbalho, pela frente do Colégio ICEIA, Rua Direita do Santo Antônio. No período do Carnaval de Salvador, fazia este mesmo trajeto andando.

Havia no Santo Antônio, por volta de 1982, um grande silêncio a alta hora da noite, parecia meio nostálgico. O seu único bar mais famoso ficava na Cruz do Pascoal, oratório erguido em 1873 por Pascoal Marques de Almeida, um morador do local, natural de Lisboa. O Santo Antônio era um bairro tão silencioso que fazia medo de andar. Um bairro calmo, existindo apenas algumas brigas pela noite entre jovens beberrões, sem crimes graves De vez em quando um bate boca qualquer entre um morador e outro.

À noite eu não venho passando atualmente pelo Santo Antônio. Já andei pelo dia para ir ao Pelourinho e o comércio. O movimento das ruas está um pouco maior, por motivo do aumento de veículos. Mas, o bairro ainda parece o mesmo de antes, pela noite, exceto, no horário do funcionamento dos bares, nos finais de semana e no final do ano com a chegada dos turistas. Além do mais, maior parte dos moradores conserva as suas casas no estilo de arquitetura antiga, mantendo a tradição.

Acho o Santo Antônio um bairro lindo. Você sai andando a partir dali da Cruz do Pascoal, seguindo pela Rua Direita até o Largo do Santo Antônio e só ver arquiteturas de bonitos casarões.

A famosa Cruz do Pascoal fora construído ao seu redor um gradil para lhe proteger. A Cruz é considerada patrimônio histórico. Foi tombada em 17 de junho de 1938 pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Acho que a maior parte dos baianos sabe onde fica esta cruz, no bairro do Santo Antônio. Fica bem próximo ao Plano Inclinado do Pilar.

Penso que fazer carnaval no bairro do Santo Antônio com passagem de Trios Elétricos é uma afronta descabida ao patrimônio histórico. Gosto muito do carnaval, porém, acho que deve deixar o bairro histórico fora do circuito. O máximo que pode ter neste bairro durante o carnaval seria a passagem de fanfarras e bloquinhos. Isso com pouca intensidade para não incomodar todos os dias os moradores. Primeiro que, o Santo Antônio, é um bairro de moradores idosos e deve preservar estes habitantes antigos.

Eu não sou morador do bairro, porém quando se trata de conservação de arquiteturas antigas, eu costumo defender. Peço desculpas aos que se incomodam com a minha postura da extensão do carnaval, envolvendo os Trios Elétricos para essa área. Inclusive, as ruas são estreitas e caminhões terão dificuldade de manobrar nesta localidade.

Conrado Matos – Psicanalista, Filósofo, Poeta e Escritor sergipano, radica em Salvador. Autor dos livros A RECEITA da Felicidade vem de VOCÊ e de O SERtão em Versos.

 https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/

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02 junho 2021

01 junho 2021

A EXTRAORDINÁRIA SAGA DO CANGAÇO EM PIRANHAS , NOS GRANDES ENCONTROS CARIRI CANGAÇO DESTA QUARTA-FEIRA.

  Por Manoel Severo

Sem nenhuma dúvida todos sabemos que a cidade ribeirinha de Piranhas; no baixo São Francisco alagoano; é uma das cidades mais belas de todo o nordeste brasileiro, conhecida como a Lapinha do Sertão o que talvez muitos não saibam é que Piranhas também tem uma forte presença dentro da historiografia do cangaço notadamente no ciclo lampiônico. Foi ali que se perpetraram vários e emblemáticos episódios da história do cangaço com destaque para a invasão de Gato e o bando de Corisco em 1936 e a trama com o fatídico desfecho do Angico em julho de 1938.

Piranhas, sua memória e sua história, ligadas ao cangaço será o tema dos Grandes Encontros Cariri Cangaço, ao vivo, desta próxima quarta-feira, dia 02 de junho de 2021, as 19h30, no cabal do Cariri Cangaço no You Tube. Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço recebe para essa conversa, os pesquisadores; Inácio Loiola e Celsinho Rodrigues; em programa que promete.

"Particularmente para mim é uma grande alegria realizarmos um Programa dos Grandes Encontros Cariri Cangaço com o tema Piranhas, primeiro por trazermos recortes de alguns do mais espetaculares episódios da historiografia do cangaço, segundo por ter o privilégio de receber o titulo de cidadão de Piranhas, por proposição do querido amigo vereador Cacau, o que muito me honra; terceiro por Piranhas ser uma das  casas do Cariri Cangaço, para nosso grande orgulho e por ultimo, por reunir meus queridos amigos; deputado Inácio Loiola e o Cariri Cangaço, Celsinho Rodrigues; numa conversa que promete muita emoção e muitas revelações." Confirma Manoel Severo.

Recorremos ao pesquisador João de Sousa Lima, Conselheiro Cariri Cangaço para nos trazer um pouco de um desses episodios marcantes do Cangaço em Piranhas: A invasão e Morte de Gato: “Gato encontrou a morte depois desse ataque a Piranhas, depois da prisão de sua amada Inacinha, pelo tenente João Bezerra. Inacinha estava grávida e neste combate saiu ferida. O tiro entrando nas nádegas e saindo no abdômen. Por muita sorte a criança não foi ferida. Gato pede ajuda a Corisco e este organiza esse ataque . No trajeto, Gato sai disseminando a morte. A data se tornaria, para algumas famílias, uma lembrança dolorosa. 

Gato e Inacinha, Inacinha presa em Piranhas; João Bezerra e Dona Cyra.

E continua João: "Era 29 de outubro de 1936. Dentre os mortos feitos por Gato, estavam Abílio, Messias, Manuel Lelinho e Antônio Tirana. Sendo refém de Gato, o jovem João Seixas Brito, que seria sangrado alguns minutos depois, quando jurou que não havia policiais na cidade e ao romper o som dos primeiros disparos, ocasionados pelos poucos moradores que se negaram a fugir, abandonando a cidade, o rapazinho de 15 anos de idade foi barbaramente assassinado.” 

É Inácio Loiola que confirma: " É importante saber que Inacinha depois desse episódio viria a se casar justamente com um soldado da volante de Piranhas..." E continua João de Sousa Lima... “Assim que os cangaceiros entraram na cidade, o delegado Cipriano Pereira e mais oito soldados fugiram deixando os moradores desguarnecidos. Os populares tiveram que suprir a falta dos “Homens da Lei”. Formaram-se poucos grupos de resistência e entre alguns dos habitantes que lutaram estava Cira Brito, esposa do tenente João Bezerra."

Sonia Jaqueline, Cacau, Manoel Severo, Petrucio e Reginaldo Rodrigues, João de Sousa, Inácio Loiola e Paulo Britto e abaixo João de Sousa Lima no grande Cariri Cangaço 2015 em Piranhas : Nos rastro da invasão de Gato 
 
Paulo Britto
Paulo Britto, Ivanildo Silveira, Josué, Junior Almeida, José Tavares e Narciso Dias

Celso Rodrigues complementa:" Lá do cemitério o Joãozinho Carão defendia com outros homens aquela lado da cidade, já meu pai Chiquinho Rodrigues e Joãozinho Marcelino, se encontravam nos sobrados sustentando fogo contra os homens de Corisco e Gato.” Volta João de Sousa Lima: ”Chiquinho Rodrigues portava um rifle cruzeta e tinha um estoque de 260 cartuchos, dos quais deflagrou 170. Existe uma polêmica em razão do tiro que atingiu o cangaceiro Gato. Uns dizem que o autor do foi Chiquinho Rodrigues, outros creditam o certeiro disparo, a Joãozinho Carão. A verdade é que Gato saiu baleado e morreu três dias depois do confronto, acabando-se assim um dos mais cruéis homens que engrossaram as fileiras do cangaço.”

Paulo Britto filho do tenente Bezerra , teve também sua mãe, dona Cyra, como uma das protagonistas do marcante episodio, que afirmaria depois em um depoimento: "Eram duas da tarde quando eles chegaram a Piranhas. Eu pensei que fosse [o tenente] Bezerra de volta com a volante [proveniente de Delmiro Gouveia]. Então eu saí para a calçada, porém uma prima minha gritou: 'Cyra, entre são os cangaceiros'. Piranhas é uma cidade construída num vale cercado de serras. Quando eu olhei, vi que vinham descendo cangaceiros por todos os lados. Recuei e fui fechar a porta da casa, mas não consegui fechar a primeira janela e, um cangaceiro, escondido atrás de uma gameleira (uma árvore secular que havia em frente à casa) disse: 'Não feche que morre'. Eu me encostei na janela e olhei. Vi a um canto da parede um riflezinho. Peguei-o e atirei no cangaceiro. Fiquei trocando tiro. Ele tentava me alvejar pela janela e eu atirava nele. (...) Nós tínhamos armas em todos os cantos da casa."

 Do alto do Solar dos Rodrigues, Celso Rodrigues, João de Sousa Lima e Paulo Britto: A saga da invasão de Gato
Celso Rodrigues
João de Sousa Lima e Celso Rodrigues  

E continua dona Cyra: "Quando eu estava assim trocando tiros com esse homem, Corisco surgiu na esquina da avenida Tabira de Britto [próxima à Prefeitura Municipal], perseguindo meu tio João Correa de Britto, prefeito nessa época. Corisco estava quase pegando meu tio quando eu atirei nele, mas só consegui atingir os bornais. Ele rodopiou, entrincheirou-se na escada de uma casa e ficou atirando em mim. Eu deixei de atirar naquele que estava junto à gameleira e fiquei atirando para o outro. É quando surge na mesma esquina um grupo de cangaceiros trazendo uma rede com um corpo, uma rede toda ensanguentada. Era Gato, marido de Inacinha, que tinha morrido. Um tiro [dos muitos dados pelos defensores da cidade em duas horas de cerrado tiroteio] atingiu a cartucheira que ele trazia na cintura, atingiu o pente de onde explodiram cinco balas que esfacelaram seu intestino." (1985, p. 13) Os cangaceiros, diante do inesperado, bateram em retirada.”

Tudo isso e muito mais, nesta quarta-feira, 
dia 02 de junho de 2021


https://cariricangaco.blogspot.com/2021/06/a-extraordinaria-saga-do-cangaco-em.html


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31 maio 2021

O MAIOR ESTRATEGISTA DO CANGAÇO NORDESTINO

 Por José Mendes Pereira

O cangaceiro Lampião nos primeiros momentos de sua vida no Cangaço - https://tokdehistoria.com.br/2020/02/15/1921-os-primordios-da-saga-de-lampiao/

Lógico que eu não tenho nenhum tiquinho de conhecimento sobre economia, e nem tão pouco como caminha o Brasil em relação a valores, porque isso é assunto para economistas e pessoas instruídas em moedas, mas tentando satisfazer aos meus  id, ego e superego, percebo que Virgolino Ferreira da Silva, o famoso e sanguinário capitão Lampião, foi um dos cangaceiros que mais prejudicou a economia do nordeste brasileiro.

Antonio Silvino - http://omundocomoelee.blogspot.com/2013/08/antonio-silvino.html

O afamado cangaceiro conhecido como "rifle de ouro" Antonio Silvino foi o primeiro antes de Lampião, mas não fez tantas estripulias sangrentas quanto fez o vesgo, e nem invasões que ultrapassassem os seus limites como desordeiro do sertão do Brasil. Antonio Silvino usou o seu limite como bandido.

No tempo de Lampião os sertões e as cidades nordestinas viviam preocupados, porque temiam uma possível visita do facínora, e principalmente, quando se tinha notícia que ele e seus comandados estavam em determinada região de um dos sete Estados do nordeste, e aí, sofriam todas as classes sociais, sendo elas: camponeses, fazendeiros, indústrias, comércios, vilas, vilarejos, pequenas cidades, porque eram obrigados a fecharem as suas portas, temendo a visita do marginal e seu grupo a qualquer hora, e com os fechamentos das portas das atividades, a economia despencava de vez, só porque não se fabricava e nem se vendia nada. E assim, o dinheiro deixava de circular no meio da população, tanto sertaneja como das pequenas cidades.

Mas muitas autoridades policiais, judiciárias e municipais tiveram culpas, porque, além de apoiarem o velho guerreiro, algumas delas davam apoio total a grupos de cangaceiros que pertenciam ao próprio Lampião, fazendo com que o poder moral do comandante fosse respeitado nos lugares por onde ele passava.  E assim, o capitão fez vítimas causadas por pessoas que o apoiavam, quando deveriam ter evitado tantas mortes praticadas por ele.

Lampião não era um bandido qualquer, e sim, um bandido de fama nacional, e até mesmo internacional; um bandido que causava medo por onde passava. Um bandido dono de uma coleção de astúcias e crimes, e tudo que ele fazia de ruim, era bem calculado para não errar, contrário, seria vítima de si mesmo; e cada crime e astúcia praticados por ele, alguém estaria pronto para ser punido, com boas lapadas de chicotes, morte ou coisas semelhantes, iria ser assassinado com tiros a queima roupa, ou sangrado por punhal. Lampião era uma fera humana que metia medo a quem ficava à sua frente, e incomodava bastante a população sertaneja. Louco aquele que não desejava obedecê-lo, mas sabia que poderia pagar muito caro a sua desobediência na presença de Lampião. 

Mas segundo os remanescentes de Lampião, e um deles, o ex-cangaceiro Balão, afirmou que o facínora não castigava ninguém sem motivo. Toda conta que ele cobrava de alguém, de qualquer jeito, tinha sempre a procedência, e uma delas era a covardia. O capitão não sabia de jeito nenhum perdoar a falcidade. E ele estava certo.

Lampião e seu grupo de cangaceiros - https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49505229

Era nele que os seus comandados depositavam confiança. Sem o capitão Lampião à frente no comando de um combate, mesmo sendo um grande grupo de desordeiros, eles se consideravam como formigas sem formigueiro, ou uma colméia sem a sua abelha rainha. Para eles, Lampião era um protetor das suas vidas, muito embora, um Deus do mal, mas era, porque ele tinha as suas amizades com grandes pessoas que eram autoridades, e assim, ele conseguia bem o que queria, e o seu grupo se sentia mais ainda protegido.

Até os homens da lei que o procuravam nas caatingas para eliminá-lo, temiam que o capitão Lampião fizesse uso das suas astúcias e os matassem nas tocaias covardes. Mas a covardia entre perseguidos e perseguidores faz parte de qualquer combatente, seja ele qual for. O desejo de cada um, tanto cangaceiro como volante, é matar, mas não deve esquecer que, o risco que corre o pau, corre o machado. Ninguém está no meio de um combate pensando que é uma guerrilha de brincadeira. E para se salvar dos estilhaços de balas, é ter o cuidado de não se descuidar, porque se facilitar, será uma presa fácil para os inimigos, do contrário, cairá sem vida entre aquela caatinga desprotegida de proteções. Então, é cada um por si e Deus por todos.

Será que o velho cangaceiro nasceu mesmo para ser bandido, ou o destino o fez? Cada um de nós veio ao mundo para cumprir uma missão, e a dele foi mesmo ser bandido, Mas acho que Lampião e seus irmãos nasceram mesmo para fazerem vítimas por onde passavam.

Informação: Estes parágrafos que escrevi são apenas pensamentos meus, e de forma alguma, prejudicará a literatura lampiônica e nem tão pouco os pesquisadores, escritores e cineastas. 

Ninguém é obrigado a concordar comigo, porque discordar faz parte de cada um estudioso do cangaço. E se acha que estou conversando coisa com coisa, tranquilo fico se entrar em oposição, me explicando a razão das minhas falhas sobre o que escrevi, só assim irei aprender mais sobre o cangaço. O estudo cangaceiro é livre para se opinar. Não para informar fatos que não aconteceram.

Jamais ficarei chateado se você leitor, ficar contra as minhas opiniões. Não podemos mentir sobre este tema tão importante, mas cada um de nós é dono do seu raciocínio e opinião que traga a verdade. Opine, caso queira, mesmo discordando da minha. 

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30 maio 2021

DOCUMENTÁRIO LUIZ GONZAGA - VIDA, MÚSICA E CONQUISTAS - TV ASSEMBLEIA CEARÁ

  Por TV ASSEMBLEIA CEARÁ

https://www.youtube.com/watch?v=4R5HG-d-uIk&ab_channel=TVAssembleiaCearaTVAssembleiaCeara

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29 maio 2021

MEU NETO JOÃO VICTOR

  Por José Mendes Pereira


https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/posts/3750421608402329?notif_id=1622196136815241&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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NOSSOS LEITORES E LEITORAS... COMUNICO PARA OS AMIGOS E AMIGAS NÃO ABANDONAREM O NOSSO BLOG.

  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...