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Resultados da pesquisa

28 maio 2022

ARCHIMEDES MARQUES

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=-dXb2-enccA

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27 maio 2022

A MORTE DO CANGACEIRO VELOCÍPEDE | CNL | 1881

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=CdCjnIjALLY&ab_channel=OCanga%C3%A7onaLiteratura

ENTREVISTA COM O ÚLTIMO VOLANTE 

https://youtu.be/O1Jl-n6Ah_0

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26 maio 2022

UM NOME PARA A HISTÓRIA??? - Lampião e a morte do pai

  Por Clerisvaldo B. Chagas

- Quem matou José Ferreira, pai de Virgolino, foi o volante Benedito Caiçara, intempestivamente, sem saber nem quem ele era, na hora da invasão a casa. 

(Essa versão é sustentada por uma das maiores fontes do cangaço que nos pediu para que não colocasse o seu nome, por motivo de amizade com a família de Caiçara).

Ten. José Lucena
Por essa digna e insuspeita fonte, confirmada pelo saudoso batedor da tropa de Lucena, Manoel Aquino, homem de bem, que ouvira de seus colegas de farda. Como era um homem de princípios, Lucena recriminou duramente a Caiçara, mas assumiu a morte do senhor José Ferreira, uma vez que se achava responsável pelos atos dos seus comandados.

Existe uma versão que diz que o volante Caiçara fora duramente recriminado pelo comandante, teve sua farda rasgada, levado uma surra e expulso da polícia. A mesma fonte inicial, que tinha fácil acesso a ambos, diz não conhecer essa versão. E que o soldado Caiçara era perverso, mas Lucena gostava muito dele.

Depois da polícia, Caiçara passou a ser sacristão do padre Bulhões e não antes. Ainda como volante Benedito matou a pedradas um dos irmãos Porcino (José) ferido, em uma das diligências de Lucena, e que nunca pertencera ao bando.

Quanto à morte de Luís Fragoso, é sabido por todos, que Lucena não gostava de colecionar prisioneiros. Ladrões em geral, especialmente ladrões de cavalos, assaltantes, desordeiros, perturbadores da ordem pública, muitos foram executados em cova aberta. A ordem para limpar o Sertão já vinha de cima.

Na morte de José Ferreira não houve combate. Os três filhos mais velhos não estavam presente. O depoimento de João e de Virtuosa são bens claros, explanados por Vera Ferreira e Antonio Amaury.


Marco Histórico no local da morte de José Ferreira
Cortesia de Robério Santos

Na versão de Bezerra e Silva, houve forte tiroteio na fazenda Engenho. Além da morte de José, ficou ferido Antônio Ferreira, na perna. Os Ferreira juntaram-se aos Porcino, conduziram Antônio numa rede e com um grupo de 25 homens, partiram para Pernambuco, pernoitando na vila Mariana. Pela manhã viajaram.

Lucena chegou à vila, tachou seus habitantes de coiteiros; os soldados ocuparam as ruas praticando absurdos e o comandante ainda andou seviciando pessoas (...)       

Do meu livro em parceria com Marcello Fausto “Lampião em Alagoas”, pág. 98-99.

Pescado no Blog do Clerisvaldo

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Tem muito mais no livro visse?
São 467 páginas. Preço: R$ 55,00 (Cinquenta e cinco reais) com frete incluso, para todo o Brasil. Onde comprar? Com o revendedor oficial Professor Pereira através do E-mail franpelima@bol.com.br ou pelos tels. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI).

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25 maio 2022

LIVRO DO GERALDO MAIA DO NASCIMENTO

  Por José Mendes Pereira

 

Conheça José Leite de Santana, o ex-cangaceiro do capitão Lampião, com alcunha "Jararaca" que foi assassinado em Mossoró.  O livro foi escrito pelo historiador e pesquisador do cangaço Geraldo Maia do Nascimento. 

Para adquirir esta esta excelente obra, basta entrar em contato com o autor através deste gmail abaixo.


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24 maio 2022

A DONA DA CHAVE DO COFRE

Tomislav R. Femenick – Jornalista e historiador

Meus bisavôs maternos se chamavam Vicente e minhas bisavós, também maternas, chamavam-se Philomena. Deles somente conheci um, o coronel (da Guarda Nacional) Vicente Ferreira da Mota, pai de minha avó, Maria da Mota Lima.

Quando meu pai faleceu no Rio de Janeiro, onde morávamos, eu, com sete anos de idade, e minha mãe viemos morar na casa de meus avós, em Mossoró. Era um mundo bastante desconhecido, se não estranho, para mim.

Meu avô, o coronel (também da Guarda Nacional) José Rodrigues de Lima, era bastante conhecido na região e no Estado. Era proprietário de salinas, comerciante, dono de empresa de navegação de pequeno curso, industrial, agricultor, sócio do Banco Mossoró e proprietário de imóveis localizados em Mossoró, Rio de Janeiro, Natal e Apodi. Foi pioneiro no cultivo de frutas irrigadas e na indústria têxtil. Homem bastante prático e simples, que usava camisas feitas de sacos de açúcar (eram mais resistentes e frescas para enfrentar o calor), calças de zuarte e chinelos de dedo, feitos por ele mesmo com couro de boi. Para evitar cinturão, usava duas arreatas nas calças que, laçadas, substituíam-no. Usava, de vez em quando, um chapéu de palha, daqueles feitos aqui mesmo. De pouca instrução formal, era um leitor ávido de livros espiritas e dos que explicavam as teorias de Einstein. Detestava política.

Já minha avó, Maria da Mota Lima, a Dona Mariquinha, tinha a política no sangue. Seu pai, Vicente Ferreira da Mota, dois irmãos, o padre Mota e Francisco Vicente Cunha da Mota, bem com dois sobrinhos foram prefeitos de Mossoró. Isso sem contar com o célebre Mota Neto, prefeito, deputado estadual e federal. Na época da campanha, a nossa casa virava um comitê eleitoral e no dia da eleição era ela que cuidava daquilo que hoje chamamos de logística: transporte, alimentação e abrigo para os eleitores.

Além dessa atuação, Dona Mariquinha tinha outras atribuições: cuidava da casa e dos jardins que a circundavam, cobrava os aluguéis dos imóveis, cuidava do dinheiro do dia a dia e tinha a chave do cofre que existia lá em casa.

Estava escrevendo este artigo quando minha neta perguntou se eu não tenho saudades daquela época. Disse que tenho. Mas que prefiro viver o hoje. Saudades é para se guardar no coração.

Minha avó tinha outros predicados bem próprios dela. Um deles era a leitura de jornais, assinava todos da capital e de Mossoró. Quando sabia que alguém de seu circuito de amizade ir viajar, encomendava os jornais do lugar e de onde mais pudesse. O seu “ritual jornalístico” (como nós chamávamos) era simples: depois do café da manhã, arrumava os jornais por ordem de data para assim os ler; mais a Ordem, de Natal, sempre era o primeiro. Quando está nessa tarefa, não atendia a ninguém que não fosse o marido.

Dona Maria da Mota Lima e o coronel José Rodrigues tiveram 21 (vinte e um) filhos. Só dez sobreviveram.

Tribuna do Norte. Natal, 22 maio 2022

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23 maio 2022

MAIS UM ANO DE VIDA PARA MINHA LISTA DE ANIVERSÁRIO.

 Por José Mendes Pereira


Hoje, 23 de maio de 2022, eu estou completando mais um ano de vida. Lamentável que há 15 anos passados, nesta mesma data, 23 de maio, pela madrugada, falecia de insuficiência respiratória Francisco Mendes Pereira, meu irmão mais velho do que eu. 

Eu espero mais ou menos viver de 180 a 200 anos. Você pensa que eu estou brincando? De jeito nenhum! Chegarei lá...

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22 maio 2022

O ÚLTIMO NÉO DA MINHA FAMÍLIA FOI PARA A CASA DO SENHOR.

 Por José Mendes Pereira 


Apesar de não ter Néo no seu nome, porque era Galdino, o nosso último tio por parte de pai, Sebastião Galdino Pereira foi para a Casa do Senhor. 

Era uma prole de 13 irmãos, sendo eles:

Manoel Néo Pereira (Mané de Néo e para os sobrinhos, Nenén).
José Néo Pereira (para uns sobrinhos o chamavam de Dé, e para outros, Presidente).
Francisco Manoel Pereira (Chico Néo ou Ti Chico), 
Pedro Néo Pereira (Pepedo). 
Antônio Néo Pereira (Nego para os irmãos, e para os sobrinhos,Tõe). 
Sebastião Néo Pereira (Gaião para uns sobrinhos e para outros, Tião).
Raimundo Néo Pereira (Dodoca).
Maria Néo Pereira (Nair para os sobrinhos, e Mair, para os seus irmãos).
Maria dos Reis Néo Alves (Tia Dos Reis).
Maria Nísia Néo Pereira (Tia Nízia).
Francisca Néo Pereira Machado (Tita).
Maria Fausta Néo Ricartes (Madrinha Fausta para uns sobrinhos, e para outros, tia Fausta).

Vá com Deus Sebastião Galdino Pereira (Bastim), pois ele te receberá de braços abertos!

A estrada Bastim, que o senhor vai, poderá ser incerta, não temos certezas que por lá, todos nós iremos. Mas o caminho, será exatamente o mesmo que o senhor vai, e todos nós um dia iremos por ele. 

Junta-se aos teus pais e irmãos, que por lá, de braços abertos, te esperavam todos os dias. Agora, a família se juntou novamente, e desta vez, no amado reino de Deus, com certeza.

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NOSSOS LEITORES E LEITORAS... COMUNICO PARA OS AMIGOS E AMIGAS NÃO ABANDONAREM O NOSSO BLOG.

  Por José Mendes Pereira Até sábado próximo vindouro eu irei parar uns dias as postagens, mas não pensem que eu estou desistindo do cangaço...