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21 março 2026

SÃO JOSÉ E A GÊNESE DE BELMONTE

 Por Valdir José Nogueira de Moura

Dizem que as cidades nascem de mapas, de guerras ou de comércio. Mas há aquelas que brotam de um sussurro. São José do Belmonte nasceu assim: entre o cheiro da caatinga e o hálito de uma prece desesperada.

Tudo começou com uma pequenina imagem de São José de Botas trazida de Portugal por um senhor, José Pires Ribeiro. O velho português carregava o santo sob o braço e o nome de sua terra, Belmonte, cravado no peito. Mal sabia ele que estava plantando ali, nas várzeas da Fazenda Inveja, a semente de um destino que floresceria em Pernambuco.

O tempo, esse moinho que tritura gerações, trouxe o ano de 1855. E com ele, veio a Cólera Morbus. O "mal invisível" não pedia licença; entrava pelas frestas das janelas e calava os risos, deixando atrás de si o rastro amargo do luto. Na Fazenda Maniçoba, o segundo José Pires Ribeiro (filho), herdeiro da fé e da terra, viu a morte rondar as porteiras.

Diante da imagem do Santo Operário — o São José que também foi retirante e carpinteiro — o fazendeiro não barganhou ouro. Pediu o fôlego da vida. "Se a morte passar direto", prometeu ele ao céu, "farei deste chão um refúgio". O milagre, então, se fez silêncio: enquanto os sinos das vilas vizinhas dobravam em lamento, na Maniçoba o silêncio era de saúde.

Promessa de sertanejo é escritura lavrada no caráter. Em setembro de 1856, a gratidão virou pedra e cal. José Pires Ribeiro e sua esposa, Antônia Teodora d’Assunção, entregaram a terra ao santo. Sob o comando de Frei Cassimiro, o povoado de Belmonte ergueu-se, unindo o Reino de além-mar à poeira do Pajeú.

O fundador partiu em 1862, mas não foi embora. Ele se deixou ficar, sepultado sob o chão da própria Igreja Matriz que ajudou a erguer. Tornou-se, literalmente, o alicerce da cidade.
Hoje, 169 anos depois, quem caminha por Belmonte talvez não sinta o peso daquela antiga angústia, mas pisa em solo sagrado por uma promessa. A pequena imagem de São José continua lá, com suas botinhas gastas pela memória, vigiando um povo que aprendeu, desde o berço, que o milagre mora na coragem de acreditar quando tudo em volta é desolação.
Viva São José!
Viva São José do Belmonte!
Valdir José Nogueira de Moura

https://www.facebook.com/photo/?fbid=26358512193781827&set=a.144216698971401

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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20 março 2026

QUEM M4TOU BENJAMIN ABRAHÃO (O ÚNICO HOMEM A CONSEGUIR FILMAR O BANDO DE LAMPIÃO).

  Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=Wj0-6vs5Xk4&t=5s

Conheça a vida e morte de Benjamin Abrahão Callil Botto, o sírio-libanês que conseguiu filmar o cotidiano de Lampião e seus cangaceiros. veja quem são seus possíveis assassinos...

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Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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19 março 2026

SUPOSTO EZEQUIEL FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO E O VEREADOR LUIS ROSA.

Suposto Ezequiel Ferreira do Piauí. Conheciam esta foto?

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10164017608962840&set=a.486697157839

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17 março 2026

O FORRÓ DO JOÃO DE MOCINHA.

 Por José Mendes Pereira  

Antônio Alexandre da Cunha Filho - Tota  - cantor do conjunto musical João de Mocinha.

Meus amigos que foram adeptos das inesquecíveis Casa de Menores Mário Negócio e a famosa Editora Comercial, Railton Melo, Jorge Braz, Pedro Nascimento, Manoel Flor de Melo e João Augusto Braz, sei que vocês não foram festeiros daquele clube “Forró do João de Mocinha” estabelecido à Rua da Harmonia em Mossoró, no grande Alto de São Manoel, fundado entre os anos de 1966 a 1967, por Francisco de Assis Lemos (o Chico), filho do homem que o forró recebera o seu nome, mas sabem que durante muitos anos, aos sábados e aos domingos à noite, algumas vezes, uma matinê no sábado, animou os festeiros do São Manoel e de outros bairros com o som da amada sanfona, triângulo e zabumba, onde lá, o cavalheiro pegava a sua dama, e só no bico do sapato, divertia a si mesmo e a sua morena, ali, aconchegado, e de ponta a ponta, o casal rodopiava o salão do ambiente.

O forró não tinha regras para se participar da festa, podia entrar quem quisesse, mulheres de bons modos, mulheres de vida livre, desde que pagassem a entrada de acordo com o preço estabelecido na portaria, e rigorosamente, os festeiros respeitassem o ambiente. Nada grátis, afinal, o dono fazia gastos e mais gastos com instrumentos musicais, e procurava manter o conjunto com bons músicos, para que o forró funcionasse nos finais de semanas, e fizesse mais ainda sucesso, e divertisse os festeiros.

O nome do conjunto era “Os Diamantinos” de propriedade do Chico, que começou com instrumentos improvisados, e aos poucos, foi se aperfeiçoando, e era administrado por seu pai João de Mocinha, tendo como componentes: Crooner Antônio Alexandre da Cunha Filho (vulgo Tota), cujo, foi meu colega  de trabalho da empresa do Governo Estadual, na Educação. No triângulo, João Batista (vulgo Doidelo), este é meu primo de 2º grau, porque, as nossas avós eram irmãs. Ainda no triângulo e bateria o Antonio Aírton de Carvalho (já falecido) e no baixo o Edilson de Teotônio, irmão de Alcimar dos Teclados, nosso grande amigo e primo dos meus primos. 

Alcimar dos Teclados e sua esposa - também é cantora. Grandes artistas musicais.

Quando Edilson saiu do grupo, quem assumiu o contrabaixo foi o Geniel, também meu primo de 2º grau, filho do Olegário Ismael Jácome e de Francisca de tia Adelaide Maria da Conceição. Na guitarra, era responsável pelo som um jovem com o vulgo de Chico Cascudo.

Com este nome, o conjunto musical “Os Diamantinos” permaneceu durante 13 anos, e foi uma homenagem a uma freira do Ceará, amiga do padre Sales, que por aqui vivia, e sugeriu aos proprietários este nome de fantasia, o qual foi muito bem escolhido e abençoado por Deus.

O proprietário do clube acreditou e com muito sacrifício, investiu, chegando a ser uma das casas de shows melhores da periferia de Mossoró. O forró do João de Mocinha era tradição na cidade, e conquistou a população fazendo grande sucesso. Esta foi a primeira fase do conjunto musical “Os Diamantinos” que durou de 1966 a 1979.

A segunda fase do ”Forró do João de Mocinha”, teve início logo a seguir, em 1979, quando o conjunto “Os Diamantinos” deixou de existir, recebendo o nome de “The Black Som” possivelmente, que seria considerada a fase de “ouro” do grupo, mas não foi, tendo sido comprado mais instrumentos com maiores potências no que diz respeito a decibéis. Nesse período, alguns componentes deixaram de fazer parte do conjunto, como por exemplo: Geniel, que abandonou o grupo, e que a sua vaga de baixista foi preenchida por um jovem chamado Neto. O crooner de “Os Diamantinos” o “Tota”, permaneceu até dois anos no “The Black Som”, mas posteriormente, ele deixou a banda, e a vaga foi preenchida pelos cantores Sales de Aleixo e uma jovem com o nome de Aledir.

A fama do forró fez com que o Chico investisse mais ainda, comprando instrumentos como teclado, caixas de som de alta potência, além de baterias e tumbas de alto curto.

O forró andava bem, obrigado, mas quando o proprietário resolveu colocar um empresário, que havia mudado o nome para “The Black Som”, e por ironia do destino, não se sabe se foi afastamento dos festeiros, porque já existiam outros clubes nas periferias de Mossoró, ou se foi administração do empresário que não chegou a satisfazer aos frequentadores, e a partir dali, o conjunto caminhou para a decadência.

E para ver se recuperava o sucesso que fez o conjunto antes, pai e filho resolveram convidar os antigos componentes, como o Tota, o Geniel, o Airton, o João Batista (Doidelo), o Edilson..., e como ninguém quis mais fazer parte do grupo, ele foi fracassando, sem mais ter casa cheia no ambiente, e assim foi de água abaixo, chegando a falência.

Se o grupo “Os Diamantinos” fez bastante sucesso, mais ainda fez o “The Black Som”, e com a entrada do empresário, o conjunto perdeu o rumo, chegando o proprietário encaixar os seus instrumentos, guardando-os, esperando por uma outra oportunidade, a qual, nunca mais existiu.

Que pena! Um clube que fez muito sucesso só restou a saudade a quem nele frequentou, e o prédio todo desmoronado que ainda tenta resistir em pé, lá na Rua da Harmonia, no grande Alto de São Manoel em Mossoró..

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16 março 2026

PALMEIRA IMPERIAL: conheça a história no Brasil e saiba como cuidar.

 

https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2021/11/palmeira-imperial-conheca-historia-no-brasil-e-saiba-como-cuidar.html

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15 março 2026

VISITANDO

 Clerisvaldo B. Chagas, 13 de março de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3378

PEDRA DO PADRE CÍCERO, EM DOIS RIACHOS (FOTO: B. CHAGAS).

Estamos reservando esta sexta-feira para fazermos uma visita ao povoado Areias Brancas (Santana do Ipanema) e a Pedra do Padre Cícero, em Dois Riachos. Em Areias, iremos visitar familiares dos fundadores do povoado que hoje parece uma cidade e cujos iniciantes não moram mais ali. E nós, que escrevemos a história do povoado (ver: o BOI, A BOTA E A BATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA) queremos pelo menos conhecer a neta dos fundadores, Manoel Joaquim e Rosa. Inclusive, o casal fundador do povoado está em nosso livro PADRE CÍCERO, 100 MILAGRES NORDESTINOS, INÉDITOS. Assim vamos também confirmar o recebimento do livro pela neta do casal. Areias Brancas fica no limite dos município de Santana com Dois Riachos, cortado pela BR-316.

Assim iremos dar um esticadinha até a pedra do Padre Cícero, no município vizinho de Dois Riachos. Sim, uma visita de fé e pagamento de promessa programada. Não, não é dia de romaria na Pedra, romaria maior de Alagoas realizada no dia 20 de julho, mas um dia comum, um dia calmo nas imediações da Pedra. Mas também iremos ter a honra de conhecer familiares do homem que construiu o oratório no topo da rocha. Aliás, também fazer a entrega do livro do padre Cícero, em cujas páginas estar registrada a ação de agradecimento do milagre alcançado no Juazeiro de quem construiu o oratório. Portanto, uma viagem curta com dois motivos de honra e alegria. Amanhã, sábado, continuação desse mister de outro maneira. Na padre estarei com Ivan e Jeane, irmão e irmã. No sábado, com o escritor Marcello Fausto, distribuindo livros remanescentes a quem faltou o lançamento.

Pois, enquanto determinado país, semeia guerras, terror, mortes e assassinato frios, vamos semeando livros em nosso pedaço de chão. Infelizmente tem o que mata em briga comum, o que mata para roubar, o que mata por vingança e o que mata estando no poder se reafirmando como o assassino do mundo. Para onde irão esses tipos de almas sebosas? Enquanto isso, os livros continuam divulgando a arte, o belo, o conhecimento, acalentando a alma do seu leitor.

Ah! Mundo véi sem porteiras!

Que achas, tu?

https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/03/visitando-clerisvaldo-b.html


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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

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14 março 2026

TEXTO ESCRITO PELO AMIGO, PROFESSOR, ESCRITOR E POETA DAMIÃO SIRIDÓ, COMO FORMA DE HOMENAGEM A KYDELMIR DANTAS .

KYDELMIR DANTAS

Escritor do ano na Paraíba, homenageado pelo IFPB.

Nada é mais satisfatório do que obter o justo e merecido reconhecimento. E nada mais gratificante do que ver um grande homem sendo honrado, sobretudo um conterrâneo nosso. E se é pra ser louvado, que seja em vida para continuar o sendo também, sempre, pois todo reconhecimento é um ato de gratidão; e a gratidão é no dizer do poeta e filósofo picuiense Abílio César: “– traço nobilitante do homem de caráter!”

A verdade é que, no campo das Artes e das Letras nem todos são assim agraciados em vida pela dama fortuna ou pelos gênios do fado e do destino. Nesta parca lista inserem-se alguns como: Bernardo Guimarães, Machado de Assis, José de Alencar, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Ariano Suassuna, Patativa do Assaré, Antônio Francisco, Chico Pedrosa, Cecília Meireles, Auta de Souza, Zila Mamede, dentre outros.

Antônio Kydelmir Dantas de Oliveira é um paraibano que teve essa honra e felicidade, e merecidamente. Este ano, ele foi escolhido para ser homenageado pelo IFPB, em todo território paraibano e o 5º SELICULT – Seminário de Linguagens, Literatura e Culturas do IFPB – Campus de Picuí, o homenageou com uma programação especial, ampla, variada, rica e belíssima. Vieram prestigiá-lo de perto e de longe, da Paraíba e de fora dela. As homenagens ao poeta este ano por parte do IFPB de todo o estado abrangeram ainda o 4° Concurso Literário do IFPB e o 3° Festival de Arte e Cultura do IFPB - Campus de Cajazeiras.

O escritor destinatário desta láurea é um veterano, sertanejo “testado e aprovado” nas lides mais diversas dos chãos catingueiros que vão desde o Seridó e Curimataú e por toda a Paraíba, passando pelos chãos da terra potiguar, onde viveu por cerca de trinta anos, marcando-a e sendo marcado pelas águas, sol, sombras e poeiras de Mossoró, onde constituiu família e fez longa carreira. Daí que se designa de “paraiguar”, paraibano e potiguar este bardo, que é simultaneamente mestre e menestrel; poeta e cordelista, professor e pesquisador; cronista e ensaísta; agrônomo e escritor, em suma, um entusiasta das coisas nordestinas: de Lampião, rei do Cangaço a Luiz Gonzaga, rei do Baião; do Folclore de Câmara Cascudo à Ariano Suassuna; do Cinema, a Sétima Arte às culturas nordestinas em geral, como as coisas, as evocações dos humores, amores e reminiscências de sua grei, de sua terra, sua gente e de tudo o que emana de dona Angelita Dantas, sua querida mãe e de seu Né, seu dileto pai; sendo ambos: solo, húmus e semente do seu ser, constituindo-o nesta essência inspiradora e contagiante.

O evento durou três dias consecutivos, de 04 a 06 de dezembro do ano da graça de 2025, com a realização de minicursos, palestras, exposições, mesas-redondas, apresentações de trabalhos e oficinas, além de lançamento de livros. Teve, ainda, a presença de autores, poetas, estudantes, estudiosos e escritores picuienses, de outras cidades paraibanas e potiguares, que vieram abrilhantar o evento e prestigiar o homenageado. Vale salientar que, na Paraíba esta é a segunda grande homenagem feita por uma instituição pública, nesse caso, pelo IFPB a Kydelmir Dantas. A primeira foi realizada pela 4ª Gerência Regional de Educação – Cuité/PB, que o homenageou como o autor do ano de 2019 na I Festa Literária da Rede Estadual de Ensino (FLIREDE) e em 2021 ele foi eleito Poeta Destaque por uma agência de publicidade do estado do Rio Grande do Norte.

E assim, se me perguntas: – Quem é o homem? Eu te respondo parafraseando Nietzsche: – Ecce homo! ( – Eis o homem!)

É o andarilho errante nas sendas das coisas boas, que por onde passa aspira e inspira benfazejas ações e impressões, colhendo os bons frutos e plantando a boa semente, dentre as sementes que a terra e cultura mãe nordestina e brasileira nos possam dar. Poço fundo e inesgotável da melhor aluvião que há, mitigando secas, transpondo cercas de lá e de cá, nele há um pouco de tudo que é cultural, pairando aí a essência armorial, que lhe plantou no espírito seu primo Ariano Suassuna. Seja em essência ou de fato, pelo que exala ou faz, é um epítome completo do autêntico nordestino reunindo em si todas as facetas de um genuíno sertanejo, pois nele há um pouco de tudo, do tudo que a terra catingueira dá: é cantador, é repentista ou rabequeiro; é o bardo, aedo, jogral ou trovador, herdeiro das baladas medievais e das trovas ibéricas; é o seresteiro ou boêmio das noites estreladas, o apoiador dos desertos da caatinga, bandoleiro das hostes lampiônicas, o violeiro em noites enluaradas; é o forrozeiro com o pé na gafieira, nos sambas às altas madrugadas, o vaqueiro nos campos da Petrobras; é o obstinado historiador do cangaço desde Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino, Lampião, Chico Pereira e todos os demais; também das mulheres cangaceiras, das cordelistas pioneiras; é o consultor histórico do espetacular Chuva de Bala no País de Mossoró que um dia aportou por uns tempos em Currais; é o humanista magnânimo, filantropo e altruísta, mão rápida em servir e ajudar, sem ser de julgar nem apedrejar, coroado dos mais nobres atos de profunda humanidade; cultor da Cultura, Letras e Artes brasileiras e locais; Dom Quixote nordestino, aguerrido, pelos nobres e elevados ideais; ser de vida rural e urbana, homem de fibra, de lealdade e de fé; grande na dignidade e na simplicidade, de sorriso farto e o coração mais grande ainda é para nós um baluarte, amante da equidade e da justiça; devoto, que nunca melindra e nunca de tão pouco se ufana, mas ama as coisas suas, da sua terra, da sua gente e aos seus infalivelmente. Atualmente com pouso em Nova Floresta, sua terra natal, eis, o poeta Kydelmir Dantas, pai de Joaquim Adelino e João Daniel, filho de Angelita e seu Né.

Viva Kyldemir Dantas, o bardo da nossa terra!

Damião Siridó

14 do12 do ano da graça de N. S. Jesus Cristo de 2025

 https://www.facebook.com/search/top?q=francisco%20diassis%20dantas%20datas


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ESCARCÉU

  Por Abdias Filho Os gritos de Coqueiro e os impropérios lançados por Zé Baiano, chegaram à barraca real, fazendo Lampião e Maria Bonita sa...