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27 junho 2026

CONDENADO PELA "TRAGÉDIA DO BALDO" É PRESO APÓS MAIS DE 40 ANOS FORAGIDO.

 

Foto: Divulgação/PCRN

 https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2026/06/27/motorista-da-tragedia-do-baldo-e-preso-em-mt-42-anos-apos-acidente-que-matou-19-pessoas-no-rn.ghtml

A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT), por meio da “Operação Resgate”. O trabalho investigativo conseguiu identificar o paradeiro do condenado e cumprir o mandado de prisão definitiva.

O acidente envolvendo o bloco carnavalesco Puxa-Saco, que deixou 19 mortos e 12 pessoas gravemente feridas, marcou a história de Natal e do carnaval potiguar. O episódio aconteceu na madrugada de 25 de fevereiro de 1984, durante o período carnavalesco.

Segundo as investigações da época, Aluísio conduzia um ônibus quando perdeu o controle do veículo na região do Baldo e atingiu integrantes de uma banda de música e foliões que participavam do tradicional bloco carnavalesco.

A tragédia foi considerada uma das maiores já registradas no Rio Grande do Norte. Após o acidente, o motorista fugiu e permaneceu sem ser localizado por mais de 40 anos.

O acidente com o bloco Puxa-Saco, que era um dos mais antigos da cidade, foi um divisor de águas na história do carnaval de Natal. A tragédia afetou diretamente a relação da população com a festa e contribuiu para a mudança no cenário carnavalesco da capital potiguar.

Mesmo com tentativas de resgatar a tradição do carnaval de rua, parte do público passou a migrar para as praias durante o período festivo. O episódio também influenciou mudanças no percurso dos desfiles das escolas de samba e marcou uma fase de perda de força da festa em Natal.

Investigação identificou uso de identidade falsa

As buscas pelo condenado começaram a partir da única fotografia disponível dele, registrada na época do crime. Durante a investigação, os policiais encontraram informações que ajudaram na localização do foragido, incluindo dados relacionados ao falecimento do pai dele em Tangará da Serra (MT), em 2021.

A apuração documental apontou que, em 1995, Aluísio emitiu um documento de identidade em Mato Grosso usando seus dados verdadeiros. No entanto, após a morte de uma pessoa em Natal, em 1996, ele passou a utilizar os dados do falecido para assumir uma nova identidade.

A Polícia Civil informou que ainda não foi possível determinar quando ele começou a usar o documento falso. Porém, as investigações indicam que, em 2021, ele utilizou essa identidade para renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e continuar trabalhando como motorista.

A confirmação da identidade ocorreu por meio do cruzamento de informações cadastrais, análise documental e comparação facial feita pelas equipes policiais.

Prisão e cumprimento da pena

Após confirmar a localização do condenado, os policiais foram inicialmente até o local de trabalho dele, mas Aluísio não estava presente. Em seguida, a equipe foi até a residência do investigado.

No local, ele apresentou inicialmente o nome falso que utilizava. Após ser informado de que os policiais já tinham confirmado sua verdadeira identidade, ele revelou o nome real.

O homem foi conduzido para os procedimentos legais e encaminhado ao sistema prisional, onde deverá cumprir a pena definitiva de 21 anos de reclusão em regime fechado.

A Polícia Civil destacou que a prisão representa o cumprimento de uma decisão judicial e reforça a busca por responsabilização criminal e Justiça para as vítimas e familiares, mesmo após décadas do ocorrido.

https://98fmnatal.com.br/ultimas/condenado-pela-tragedia-do-baldo-e-preso-apos-mais-de-40-anos-foragido/350411/

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso, do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que esse rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por esse ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem, porque no trânsito ninguém é de ninguém. 


http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

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26 junho 2026

JOSÉ MEMDES PEREIRA

Por Adelmo Leite oliveira


Cangaceirólogo José Mendes Pereira. Montagem feita por Adelmo Leite Oliveira.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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25 junho 2026

O CERCO AO CANGACEIRO CHICO PEREIRA NO SÍTIO PAU FERRADO.

  Publicado em: 08/08/2024 por


No início da noite de 12 de outubro de 1927, Juca Mamede, cunhado de Chico Pereira, chegou à fazenda Pau Ferrado, provindo da cidade de Pombal, para onde havia ido resolver algumas coisas particulares. Encontravam-se na sala da casa da fazenda, dona Emília, sua filha Jarda, o genro Chico Pereira e seu cabra de confiança Manuel Mendes.

Juca se dirigiu ao seu cunhado e contou o que viu na cidade da seguinte forma;

– Chico, lhe dou um conselho: não durma hoje em casa. Está chegando tanto soldado a Pombal que faz medo. Perguntei a todo mundo e ninguém me deu notícia de barulho por este sertão que precise de tanta polícia. Só quem tem questão grande assim é você. A impressão que tenho é que vão cercar a casa hoje à noite.

Confiante, Chico Pereira contestou a possibilidade dele ser o alvo da força policial:

— Qual nada! Eu tenho garantias do Governo. Ando no meio da rua e não me prendem. Agora vêm me prender em casa?

Juca Mamede estava certo. Não foi naquela noite, mas na madrugada do dia seguinte. Pouco antes das quatro horas, o terreiro da casa foi ocupado por uma força policial. Alguém bateu na janela da frente e se identificou:

— Sou o sargento João Ferreira. Vim com o Tenente Manuel Benicio. O governo mandou dizer que o senhor se entregasse para responder júri.

Do interior da casa, ecoou a voz de Chico Pereira:

— Não me entrego. Quando o governo quiser que me Sue para júri mande um soldado só, com um bilhete. Mas assim, não.

E prosseguiu:

— D. Emília está pedindo para retirar a família.

O sargento autorizou a saída da família pela porta da cozinha. Entretanto quando foram a abrir a porta dos fundos para a saída da família, ouviu-se a voz do Cabo João Piaba:

— Por aqui ninguém sai.

Chico Pereira voltou à janela da frente e reclamou:

— Sargento, atrás não deixam sair.

— Então ninguém sai – respondeu o sargento.

A partir de então, iniciou-se um cerrado tiroteio.

A família se recolheu para a parte mais segura da casa, ficando na grande sala apenas Chico Pereira, Manuel Mendes e Jarda, que os ajudava no municionamento das armas.

“O sol subiu alto no céu: seis, sete, oito horas da manhã. E o mesmo ritmo de luta. Só que a munição de casa ia se escasseando. Manuel Mendes único cabra que com Chico lutava dentro de casa contra a polícia, agora cruzou os braços. Não havia mais bala. Jarda aflita via que a munição quase toda cabia na concha das mãos unidas. Chico propôs que o cabra saltasse no terreiro e fosse embora. Achou perigoso e não se atreveu” (F. Pereira Nobrega, 1960)

Em meio ao tiroteio, um soldado de nome Mauricio, com idade já avançada, inadvertidamente decidiu entrar na casa. Segue a narrativa do escritor e F. Pereira Nóbrega:

“Tão velho, tão cansado, achou contudo que estava mais perto das honras do que da morte.

Luminosa ideia lhe ia passando pela mente aturdida explosões. Colado o corpo ao chão, junto a calçada, contou os seis tiros que pela porta saíram.

— Enquanto Chico refaz a carga — imaginou ele — passará a atirar da janela, como costuma alternar.

Abandonou o fuzil. Os movimentos rápidos a se fazerem em segundos, com o punhal seriam mais fáceis. Levantou-se da trincheira natural, colocou o grande punhal nu entre os dentes trincados. As mãos livres elevaram o corpo senil sobre a calçada alta. Acobertado pela fumaça espessa, atirou-se de casa a dentro, pela porta aberta, agora de punhal na mão.

Ia matar Chico. Ia ganhar um galão.

Foi um engano fatal. Chico voltava inesperadamente porta. A primeira bala entrou no tórax do velho soldado. Tombou sobre a soleira da porta e se arrastou a um lado, pela calcada afora.

A soldadesca debandou um momento.

De fora, pediram um instante de trégua, mas passou rápido e a luta continuou.”

O velho soldado deu seu último suspiro nos braços do filho que também integrava a da força.

Praticamente sem munição, Chico Pereira gritou repetidas vezes pelo nome do Tenente Manuel Benicio, sem, obter respostas a não serem rajadas de balas. Ao que parece, o Delegado de Pombal não se fazia presente naquele momento.

Apesar do alto risco, a tentativa de furar o cerco era a única saída. Por sorte, alguns amigos da redondeza ensaiaram uma tímida reação contra a força, possibilitando assim a fuga dos dois sitiados:

“Sobrevieram tiros da mata sobre os militares. Tiros poucos, mas eficazes. Amigos da redondeza, furtivamente ajudavam Chico. Com isso a soldadesca novamente recuou, refugiando-se detrás da cozinha. E agora, com tamanho ímpeto que a cerca do jardim ficou por terra.

Chico bateu numa janela e gritou para os soldados:

– Esperem que vou saltar no terreiro.

Bateu noutra janela, depois noutra, sempre em pontos diversos. E saltou pela porta, atirando. Desapareceu na mata, acompanhado de uma chuva de balas.

Minutos depois era Manuel Mendes que saltava.”

Durante a fuga, Manuel Mendes foi alvejado em uma das pernas, mesmo assim conseguiu chegar aonde lhe esperava Chico Pereira, que o ajudou, carregando-o nas costas até um lugar seguro. O tiro sofrido por Manuel Mendes deixou-o coxo permanentemente.

Logo que a fuga foi consumada, o Tenente Manuel Benício chega ao local do confronto. Após ser informado da morte do soldado, o Delegado se dirigiu até o interior da residência, onde manteve confabulação com os familiares. Ao retornar, determinou que a força retornasse a cidade, transportando o corpo do companheiro em uma rede de dormir cedida por dona Emília.

O episódio ocorrido na fazenda Pau Ferrado foi notícia veiculadas nos principais jornais do País. Na edição do dia 24 de outubro, o “Diário da Noite” da cidade de São Paulo, veiculou a seguinte nota:

“Paraíba, 24 – Uma correspondência de Pombal informa que, no começo da semana passada, foi ali cercado por uma força de polícia o bandido Chico Pereira. Depois de violento tiroteio, o criminoso conseguiu romper o cerco e fugir. Morreu na luta um soldado de polícia.”

Poucos dias depois, precisamente na edição de 7 de novembro, este mesmo periódico voltou a reportar com maior detalhamento sobre o assunto, inclusive traçando um interessante perfil da personalidade de Chico Pereira:

“Paraíba, Outubro – Tem sempre algo de interessante o estudo da psicologia dos bandidos. Não nos propomos a fazê-lo aqui. Contudo queremos hoje destacar a personalidade estranha do cangaceiro Chico Pereira, agora em foco com o cerco que a polícia paraibana lhe pôs em Pau Ferrado, nas proximidades da cidade de Pombal, no alto sertão.

Chico Pereira é um admirador do Faroeste americano. Usa chapéu de abas largas, pistola a cinta, pesadas cartucheiras, lenço vermelho ao pescoço, tudo de mistura com o muito nortista punhal e bordadas alpercatas.

Monta admiravelmente e gosta das situações difíceis, parecendo até haver escolhido a vida do cangaço pelo prazer dos arriscados desportos.

Pertence a conhecida família sertaneja. É um tipo insinuante e galanteador, possuindo mesmo alguma Instrução.

Há três anos passados, num assomo de desmedida bravura, assaltou em pleno dia a grande cidade de Sousa, levando centenas de contos em dinheiro, joias e mercadorias.

Passaram-se os tempos e já ninguém se lembrava de Chico Pereira. A semana passada, porém, o Delegado de Pombal, Tenente Manuel Benicio, teve denúncia de que o famoso campeador das catingas estava homiziado bem perto da cidade, no lugar Pau Ferrado, acompanhado apenas por Manuel Mendes, seu companheiro de crimes. Era mais uma demonstração de sua doentia paixão pela luta.

Comandados por aquele oficial, nossos milicianos fizeram o cerco da casa onde eles se encontravam. Ambos dormiam. Despertados pela fuzilaria, reagiram logo vigorosamente.

O cerco foi se apertando. Pouco depois, os bandidos se eclipsaram …

O Delegado explica o ocorrido. Infelicidade. Da polícia, está claro.

Dois soldados se encontravam próximo a uma das portas da casa assediada. Em dado momento, um deles tombou fulminado com certeira bala no coração. O outro se manteve no arriscado posto por algum tempo. Seu fuzil (fuzil Mauser, dos mais modernos) “mentiu fogo” e, para não ter a mesma sorte de seu companheiro, o soldado recuou. Chico Pereira e seu colega de aventuras aproveitaram a oportunidade. Assim reza o comunicado oficial …”

José Tavares de Araújo Neto

                  CASA SEDE DO SÍTIO PAU FERRADO, NA QUAL CHICO PEREIRA FOI CERCADO.


CHICO PEREIRA                                             JARDA NÓBREGA                             TENENTE MANUEL BENÍCIO

https://www.liberdadepb.com.br/o-cerco-ao-cangaceiro-chico-pereira-no-sitio-pau-ferrado/

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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TÃO CEDO ESTAMOS AINDA, MAS O DNA DE LAMPIÃO DE BURITIS JAMAIS SERÁ FEITO.

   Por José Mendes Pereira Buritis que nunca foi Lampião Quantos estudiosos do cangaço  desejam  saber de uma vez por toda, se o Lampião de ...