Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o rei do cangaço, ao longo das décadas de 1920 e 1930, espalhou o terror pelo Nordeste. Com seu bando, percorreu o sertão atacando vilas, matando inimigos, enquadrando fazendeiros e trocando tiros com a Polícia Volante.
A carreira do cangaceiro brasileiro mais célebre de todos os tempos chegou ao fim há 85 anos. Descoberto numa fazenda em Sergipe, Lampião foi morto pela polícia a tiros de metralhadora, ao lado de outros dez cangaceiros, incluindo Maria Bonita, sua companheira. Até o New York Times deu a notícia do histórico 28 de julho de 1938.
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Pedro de Souza Freire, filho de Martinho de Souza Freire e Maria Angélica do Rosário. Pai de Maria Evanilza de Souza (Eva Souza). Após o assassinato de Martinho de Souza pelo cangaceiro Zé Baiano, Pedro juntamente com seus irmãos Filinto, José, Filomeno e Alcino e mais cinco primos, integraram uma volante, que teve dois combates com os cangaceiros e, num deles, o bando de Mariano foi exterminado.
Depois disso, morou em alguns municípios sergipanos como Aracaju, Arauá e Estância. Faleceu em 6 de novembro de 1975 (conforme consta no livreto Momentos de Minha Vida, de Antônio Conrado de Souza), em Itamaraju/BA.
Foto e informações transmitidas por sua filha Eva Souza a Marcos de Souza.
O cangaço não poupava ninguém, seja cangaceiro ou volante, as mais variadas situações levaram todo tipo de gente para aquela terrível vida.
Lulu Flor, filho de Odilon Flor.
Nas imagens vemos dois membros da volante de Odilon Flor, um senhor com a idade já um pouco avançada (desconhecido) e na outra o filho de Odilon Flor, conhecido como Lulu Flor.