Por A História do Cangaço
Antes de se tornar o rei do cangaço, Virgulino Ferreira foi apenas um jovem vaqueiro…
Por A História do Cangaço
Antes de se tornar o rei do cangaço, Virgulino Ferreira foi apenas um jovem vaqueiro…
Por José Di Rosa Maria
Por Hélio Xaxá
Samuel Fernando – Cineasta
Acabei de terminar DEUSES DE MANDACARU.
É um romance completo.
Em alguns momentos encontrei a verdadeira identidade do sertão bravo, sem o estereótipo cansado do sertanejo. Cada personagem bem construído. Apesar do grande número de personagens que pode, às vezes causar confusão para o leitor desatento.
É uma leitura que pega pela emoção e prende a atenção a cada nova página.
Tentei separar durante a leitura arcos para ver como poderia caber uma adaptação. Uma minissérie de 5 capítulos foi o que ficou mais próximo da ideia.
Mas, enfim, no final realmente o tesouro era amaldiçoado, mas Levino e Maria Pilar conseguiram uma riqueza maior. Ticinho arranjou um ganha-pão para deixar o cabo da enxada e ganhou dignidade. João Paulista, o negócio dele era jogo mesmo. E o professor ganhou um cunhado, mas não sei se ainda perdera no fundo a curiosidade (Eita que isso daria continuação).
Gostei muito de como traz o contexto histórico no começo – É muito lindo. E de cara vem a emoção daqueles filmes de faroeste, Invasores X Índios, mas sem a riqueza da história da nossa região. Depois desemboca no elemento cangaço e sua brutalidade que vou contar, é comparativo a Game Off Trones. Não sei se conhece, mas foi uma série de livros que fez muito sucesso de um escritor inglês e virou série na década passada. Destacava-se por ser uma fantasia repleta de violência e sexualidade, mas não me pegou muito por achar tudo gratuito. Melhor comparação mesmo com esse livro é SENHOR DOS ANÉIS, que gosto. Mas aqui em DEUSES DE MANDACARU, acho mais rico e pegou mais por sabe que era da “realidade” mesmo ficcional. É tudo muito real. Nada gratuito. Inclusive a busca pela arca no frenesi final, é algo épico que grandes filmes em que exércitos se encontram. Inclusive os desfechos e plots da história antes de chegar lá e no final.
E lembrou os filmes de Tarantino. Que sou muito fã. É uma crescente de expectativas muito bem construídas que pegou do início ao fim. Ainda no meio do enredo me diverti com a história e personagens com o mesmo sentimento de ler Suassuna.
É um romance completo! Parabéns pelo livro e muito obrigado por ter escrito algo assim. Jamais imaginaria encontrar algo que me identificasse tanto na escrita e na inspiração
Por José Mendes Pereira
https://www.letras.com.br/ricardo-braga/biografia
https://blogdomendesemendes.blogspot.com/2025/03/faleceu-ontem-o-cantor-ricardo-braga.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Clerisvaldo B. Chagas, 25 de março de 2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.214
Conheci muitos fumantes. Conheci muitos pedintes de cigarros. Os pedintes não compravam cigarros. Ou para não gastar dinheiro ou não disparar no vício, pediam cigarro esporádico a fumantes. Nunca vi nenhum fumante negar um cigarro a quem pedia, fosse quem fosse. Era como uma compreensão tácita do vício. Sim, os pedintes constantes se não irritavam o fumante, pelo menos deixava-o a se prevenir fazendo manobras. Nos anos sessenta, setenta, o cigarro mais cobiçado era o de marca Continental. Havia a marca hollywood, mais cara e, a marca Astória, mais barata. As cores, pela ordem acima eram azul-mortiço, vermelha e amarela. Mas também surgiram outras marcas que não tiveram tanto êxito com a concorrência: Urca, Iolanda, Fio de Ouro, Minister... E o próprio fumo de rolo que se sofisticava e passava a ser vendido em pequenas embalagens plásticas, já picotado.
Meu bom amigo, saudoso Francisco de Assis, vendia quadros feitos na vidraçaria do também saudoso Gileno Carvalho. (A memória de Francisco, dediquei meu primeiro romance, Ribeira do Panema). Chico era fumante e usava o cigarro Continental. Mas como não se pode negar um cigarro, ele me disse que meu maço de cigarros Continental, carrego escondido no bolso da bunda; o maço de cigarros Astória, vai à mostra no bolso da camisa; para o pidão, digo: só tenho Astória, quer? O pidão não recusava o cigarro mais forte e mais barato. De graça, fala o povo: até injeção na testa. Estar entendendo, não é?
A vida é muito engraçada. Tem aqueles que nós os consideramos amigos bons, verdadeiros. A estes se tivéssemos condições, com seus pedidos só o serviríamos com cigarros Continental, um cigarro, uma carteira, um maço e até a fábrica toda porque em nossa análise íntima ele nos merece. Ah! E aquele “troncho”, “serrão”, invejoso e aproveitador? O que faríamos com ele? Uma lição de moral não resolveria nada. Seguindo a filosofia de Francisco de Assim, em ocasiões de outros carnavais, os falsos, os traidores, os invejosos, os inimigos disfarçados...Talvez não valessem nem mesmo um simples gesto de cortesia com o cigarro Astória.
Por Helton Araújo
Vamos para mais uma foto não tão divulgada. Aqui vemos o casal de cangaceiros, Pancada e Maria Jovina, também conhecida como Maria de Pancada.
Por A História do Cangaço
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Fabiana Agra
Raridades e "novidades" do professor Pereira
Estou sempre comprando e vendendo livros, os preços podem variar para mais ou para menos, a qualquer momento. Possuo apenas uma unidade de alguns títulos, então será sempre importante confirmar o estoque do livro desejado. O pedido pode ser feito para nosso E-mail franpelima@bol.com.br ou pelo tel. (83) 9911 8286 (TIM) - (83) 8706 2819 (OI)
Att. Professor Pereira
Cajazeiras/PB
http://lampiaoaceso.blogspot.com/search/label/Aglae%20Lima%20de%20Oliveira
http://blogdomendesemendes;.blçogspot.com