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Resultados da pesquisa

14 outubro 2016

LAMPIÃO EM POSE NO SERTÃO ALAGOANO


"Foto tirada na região do riacho Capiá, próximo ao povoado do Capiá da igrejinha, município de Canapi, no Estado de Alagoas, ano de 1936."

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13 outubro 2016

AS 10 CIDADES MAIS ARBORIZADAS DO RN


Os dados, retirados do Censo do Entorno do IBGE, mostram o percentual de casas com uma árvore por perto dentro da cidade. 

Major Sales – 99,3%
João Dias – 99,1%
Timbaúba dos Batistas – 99,0%
Lucrécia – 97,8%
Pedra Grande – 96,9%
Jardim de Angicos – 96,9%
Água Nova – 96,7
São Vicente – 96,5%
Pedro Avelino – 96,4%
Viçosa – 96,1%


FONTE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados do Censo Demográfico 2010: Características urbanísticas do entorno dos domicílios.



Gentilmente enviado por e-mail pelo Prof. Dr. Carlos Alberto Nascimento de Andrade (UERN/FE/DE)


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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11 outubro 2016

GUARDEM NA MEMÓRIA!

Da esquerda para direita - Barra Nova, Neném do Ouro, Juriti e Gorgulho

Segundo o escritor Alcindo Alves Costa, em seu livro: "Lampião Além da Versão - Mentiras e Mistérios de Angico", na noite em que a volante policial assassinou Mané Moreno, Áurea e Cravo Roxo, o cangaceiro Gorgulho foi baleado, mas conseguiu fugir e foi se tratar em casas de pessoas amigas.


Esta foto aparece legendado como sendo o que está ao meio é o cangaceiro Gorgulho, mas não é. É o cangaceiro Cravo Roxo, segundo escreveu em seu livro Alcino Alves Costa.

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10 outubro 2016

E A "ASSOCIAÇÃO PROTETORA À COLEÇÃO MOSSOROENSE" IRÁ SAIR?

Por José Mende Pereira
Arte do poeta Rogério Dias

A maior edição de livros do mundo está em Mossoró - no Rio Grande do Norte - Brasil - "quase 1 milhão de livros da coleção mossoroense".

Tem que ser criada logo uma associação pelos os escritores que têm livros nas péssimas condições da “COLEÇÃO MOSSOROENSE”, DO CONTRÁRIO, o que eles escreveram não serão apresentados aos futuros mossoroenses.


Arte do poeta Rogério Dias 

Arte do poeta Rogério Dias

A criação de uma "Associação Protetora à Coleção Mossoroense" irá fazer com que chame a atenção de prefeitos e vereadores para aprovação de verbas que mantenha a biblioteca viva. Seja o primeiro escritor, que tem livros lá, para partir com esta associação! Apesar de não ser escritor, mas já estou sonhando com esta associação. São centenas de escritores mossoroenses que têm livros nela!


Vejam o que disse Aline Linhares:

FALTA RESPEITO E PAGAMENTO

"Sem pagamento desde abril de 2013, que deveria ser feito pela prefeitura de Mossoró, a fundação Vingt-un Rosado terá que sair de sua casa. Para onde irão quase "1 MILHÃO DE LIVROS DA COLEÇÃO" Mossoroense, que está sendo despejada hoje com todo seu acervo? Pro lixo? É assim que a cultura (verdadeira de Mossoró) é tratada? #luto".

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09 outubro 2016

CONVIVER COM A SECA É APRENDIZADO CONSTANTE DO POVO DO SEMIÁRIDO


Tecnologias sociais tem sido ferramentas importantes para abastecimento de água dessa população.


Elen Carvalho
Brasil de Fato | Recife (PE), 07 de Outubro de 2016 às 15:26

Cisterna-enxurrada, tecnologia social do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) da ASA / Manuela Cavadas/Arquivo Asacom.

Diversos estados brasileiros vem lidando com a questão da seca atualmente. No Nordeste, onde o fenômeno já é um conhecido do povo, a seca vem desde 2012. Essa é considerada pelos pesquisadores como uma das mais severas enfrentadas pela população. Contudo, é possível ver uma melhor convivência com esses períodos de grandes estiagens por parte de quem reside no Semiárido brasileiro. Essa melhoria vem de um fator já conhecido: a luta e a resistência popular. Soma-se a isso as diversas iniciativas da sociedade civil organizada.

João Suassuna, engenheiro agrônomo e pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, aponta que, neste momento, o que mais pesa é o fato de ser o quinto ano consecutivo de seca. “Não temos água nos açudes. O açude de Jucazinho (PE), que abastecia muitos municípios, por exemplo, secou. A forma imediata de resolver esse problema foi levar caminhões – pipa. Mas, a tendência dessa seca é piorar. Pois a quadra chuvosa da nossa região só acontece a partir de fevereiro”, observa o pesquisador.

Apesar desse cenário crítico, a população tem conseguido lidar com esse fenômeno de forma mais positiva. “Estamos vivendo um dos maiores períodos de estiagem do Semiárido brasileiro e observamos que não houve morte humana e que não houve forte processo de migração campo/cidade. Muitas políticas que incidiram no Semiárido permitiram que as famílias ficassem”, reflete Glória Araújo, coordenadora da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) na Paraíba.

Diante disto, Glória afirma que a seca não é um problema. “A seca é um fenômeno natural e precisamos conviver com ela. O problema está nas desigualdades sociais, na concentração da terra e da água. Isso é um problema. É possível conviver com o Semiárido e um conjunto de experiências de organizações mostram comprovam isso.

João Suassuna compartilha dessa visão e traz o exemplo do Programa 1 Milhão de Cisternas, desenvolvido pela ASA. “Essa é uma saída muito interessante e que fornece água para o povo nordestino beber. As cisternas, enquanto tecnologia social, conseguem captar e armazenar água da chuva e permitir que as famílias tenham água também para cuidar da produção em períodos que não chove. Por isso podemos dizer que o cenário no Semiárido está mudando”, ressalta.

No Rio Grande do Norte, onde cerca de 75% dos municípios passam por escassez de água, a família de Dona Fátima e Seu Manoel tem conseguido produzir alimentos para consumo e ter água para beber. A filha do casal, Macioneide Lopes, 34 anos, conta que a chegada da cisterna há oito anos e a produção por meio do quintal produtivo tem sido uma experiência importante. A propriedade tem 2,4 hectares e produz uma diversidade de alimentos.

“As cisternas são nossa fonte de água e garantem que a gente possa produzir os alimentos para nosso consumo e que a gente possa fazer as coisas de casa e ter água para beber. Antes era bem mais complicado conseguir água. Mas a gente fica preocupada também, porque se não chover até o final do ano, vai ficar mais difícil. Sem água a gente não planta e não come”, afirma Macioneide.

Na comunidade de Cabaceira, município de Canhotinho, em Pernambuco, as agricultoras e agricultores também tem conseguido passar por essa estiagem abastecidos de água e produzindo, apesar das dificuldades. Ednilza Santos, 49 anos, afirma que está faltando água nos açudes, mas que as cisternas tem conseguido assegurar a comunidade. “Temos conseguido plantar verduras e outros alimentos para nossas famílias. É um período muito crítico, pois estamos a mais de 90 dias sem chuva, mas as cisternas tem nos abastecido. Antes eu pegava carro de boi emprestado para ir buscar água num poço longe da minha casa”, conta a agricultora.

Transposição

Apesar de ser um fenômeno antigo e conhecido, como já apontado, as formas de lidar com a seca tem encontrado divergências entre povo, poder público e pesquisadores. A transposição do Rio São Francisco, iniciada em 2007 e com nova previsão de entrega para 2016, tem sido questionada. “Tenho restrições fortes sobre essa transposição. Há 20 anos estudo essas questões e sempre me posicionei contrário. O Rio São Francisco está limitado e serve para múltiplos usos. 95% da energia do Nordeste vem dele, serve para irrigação de cerca de um milhão de hectares e fornece água para uma centena de municípios. Por isso, teremos problemas muito sérios quando essa obra for inaugurada”, reflete João.

Glória Araújo pontua que a transposição não trará impactos positivos para a agricultura familiar, tampouco para o próprio rio. “O rio está perdendo a sua vida. Penso que para trazer qualquer inovação, é necessário que olhar para a natureza daquele lugar. A vazão do Velho Chico já reduziu muito. Ele está ficando assoreado e precisa ser cuidado. O velho Chico está morrendo. Não se cuida dele, precisa ser cuidado”, coloca.

“Esse alto investimento não vai para as famílias dessa região. Beneficia diretamente o agronegócio, sabendo de todos os prejuízos que isso traz para o meio ambiente e para a população. O Semiárido brasileiro é o que mais chove no mundo. Desenvolver tecnologias sociais que se esparramem pela região de forma descentralizada é um caminho possível e eficaz”, conclui Glória.

“Nós temos que fazer uma nova avaliação das possibilidades hídricas do São Francisco. Uma possibilidade é juntar os volumes possíveis do Chico, dos açudes, poços e cisternas e criar uma infraestrutura, na qual o São Francisco seja usado de forma complementar. Esse é um planejamento para médio e longo prazo. A transposição como resolução do abastecimento, é o menor caminho para matar o rio”, explica João Suassuna.

O pesquisador conclui que a situação atual é resultado de uma falta de planejamento e da crença da infinitude da água. “Não há planejamento do uso dos recursos hídricos no Brasil e muito menos no Nordeste. Colocaram na cabeça que o rio tem volumes infinitos e pode ser usado a bel prazer. Dão muita importância as vontades políticas, mas elas não podem estar em hipótese alguma acima das possibilidades técnicas de se resolver as coisas. Água é um bem natural finito e tem que ser usado com muita cautela”, finaliza.

FONTE: http://www.suassuna.net.br/2016/10/conviver-com-seca-e-aprendizado.html

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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08 outubro 2016

AMIGOS LEITORES E PESQUISADORES DO CANGAÇO:

Por José Mendes Pereira
Manoel Cordeiro e seu tio o cangaceiro Luiz Pedro

Vejam o que uma sobrinha de 2º grau do cangaceiro Luiz Pedro Cicera Rodrigues me falou sobre o seu nome:

Nenê do Ouro e o cangaceiro Luiz Pedro

"O cangaceiro Luiz Pedro não tinha como sobrenome Cordeiro. Ele tinha uma irmã (Elvira Siqueira) que era casada com Joaquim Cordeiro, e após o casamento, ela herdou o sobrenome Cordeiro. Mas o cangaceiro (Luiz Pedro) era conhecido por Luiz Pedro do Retiro".

Luiz Pedro costurando em plena caatinga do nordeste brasileiro

Eu, José Mendes Pereira administrador do blog do Mendes e Mendes não tenho certeza, mas me parece que Retiro é uma comunidade lá na cidade de Triunfo, no Estado de Pernambuco.


Alguns estudiosos do cangaço afirmam que a mulher que está dançando com o ex-cangaceiro Luis Pedro do Retiro é a ex-cangaceira Inacinha do Santílio Barros, que no cangaço era alcunhado Gato.

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07 outubro 2016

POSTO DE PUERICULTURA, CONSTRUIDO NO GOVERNADOR ESTADUAL (INTERVENTORIA), DO POMBALENSE RUY CARNEIRO, EM 1940.

Por Verneck Abrantes


 Posto de Puericultura, construído no Governador Estadual (Interventoria), do pombalense Ruy Carneiro, em 1940. Servia como apoio a saúde de mulheres grávidas e distribuição de leite a crianças em amamentação. 


No final dos anos de 1970, Margarida Silva utilizou suas instalações como creches para crianças carentes.

Verneck Abrantes


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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AS CANTORAS GÊMEAS.

  Por Saudade Sertaneja Célia Mazzei (Célia) e Celma Mazzei (Celma) nasceram em Ubá, Minas Gerais, em 2 de novembro de 1952. Irmãs gêmeas, i...