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Resultados da pesquisa

19 novembro 2020

DOIS MESES NO SERTÃO E AS MARCAS JÁ SÃO EVIDENTES.

 Por Geraldo Júnior

Dois meses de viagens. Pesquisas. Filmagens em vários locais do sertão e posso afirmar com plena convicção que tudo que fiz até o presente momento valeu a pena. Valeu cada gota de suor derramado e cada centavo investido. Tudo em prol do resgate da nossa fragilizada história.
Em breve estarei retornando para casa, mas levarei na bagagem a sensação do dever cumprido.
Grato a Deus e aos amigos que me auxiliaram nessa jornada.
Breve mais novidades.
Amanhã será a vez da cidade de Triunfo no estado de Pernambuco receber a visita do canal... Cangaçologia.
Forte abraço!

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18 novembro 2020

RUA PEDRO BRANDÃO

 Clerisvaldo B. Chagas, 18 de novembro de 2020 - Escritor Símbolo do Sertão Alagoano - Crônica: 2.420

A publicação de que Santana do Ipanema foi a segunda cidade de estado que mais gerou emprego no ano passado, é até motivo de alegria por parte dos santanenses. Embora lamentando a mínima convocação para ocupação de vagas no Brasil inteiro, não podíamos ressaltar o feito empregatício na Capital do Sertão. Quando olhamos para uma cidade sem indústria (motivos políticos) e vocacionada para o Comércio, a alegria é ainda maior, embora este não pague igual à indústria. Sempre estivemos analisando a expansão física de Santana, o seu progresso, a sua liderança, mas também os setores que precisam de medidas emergenciais e certos serviços capengas por falta de olhares administrativos.

E uma das coisas que chamávamos atenção, era a grande expansão comercial e prestação de serviços no todo. A Rua Pedro Brandão, principal artéria do Bairro Camoxinga e corredor que se tornou estreito para tanto movimento está sendo sufocado. Tanto é que famílias ali residentes, foram vendendo suas casas humildes ou não, e essas casas transformadas em comércio. O barulho do trânsito, de carros de som e muitos outras mazelas dos tempos modernos, estão botando para correr os residentes que procuram loteamentos, conjuntos e condomínios nos quatro pontos cardeais das periferias que se expandem como nunca. Sendo a Rua Pedro Brandão com um lado na parte alta e outro lado na parte alta (calçada alta), a parte baixa está “expulsando” as últimas moradias. A calçada alta, ruim para comércio, seguirá o mesmo destino, mais adiante.

Também já foi falado aqui a necessidade de abertura de novo beco seguindo o antigo beco da Igreja São Cristóvão, para desafogar o trânsito em direção à rua de baixo – fundos da Pedro Brandão – que possui acesso à BR-316, via expressa de Santana do Ipanema. A voracidade em busca de pontos comerciais em Santana, é enorme com vários grupos chegando de outras cidades e regiões, sendo a Rua Pedro Brandão via Maracanã o segundo comércio da cidade. Todos querem um ponto para um bar, uma lanchonete, uma casa de móveis, uma clínica, uma academia, casa de peças e um sem fim de coisas mais.

Quando o escritor Oscar Silva veio visitar sua terra, em 1950, já dizia que a Rua Pedro Brandão se estirava como cobra de borracha em direção ao cemitério Santa Sofia, na parte alta do Bairro Camoxinga.  Imaginem agora! Uma correria para sair residentes) uma correria para chegar (novos comerciantes).

Quem foi Pedro Brandão?

Saberia tu?

RUA PEDRO BRANDÃO RECEBENDO ASFALTO EM 2006 (FOTO: B. CHAGAS/Livro: O BOI, A BOTA E ABATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA).

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16 novembro 2020

REVOLTA DE CANUDOS E O CANGAÇO

  Brasil Escola

https://www.youtube.com/watch?v=xbC-lF3fwn8

Brasil Escola

A aula discutirá dois movimentos sociais importantes do Nordeste, Canudos e Cangaço. Os fatores que colaboraram para esses movimentos e suas características serão priorizados na análise. *Crédito da imagem: Benjamin Abrahão. Lampião, Maria Bonita e outros cangaceiros, 1936. Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco / Acervo IMS. Quer saber mais sobre o tema? Brasil Escola A Guerra de Canudos - http://brasilesco.la/g173 Guerra de Canudos - http://brasileiresco/b8241 Cangaço - http://brasilesco.la/b119047 Mundo Educação Guerra de Canudos - http://mundoeducacao.com/historiadobr... Euclides da Cunha - http://mundoeducacao.com/literatura/e... História do Mundo Cangaço - http://www.historiadomundo.com.br/ida... Alunos Online A Guerra de Canudos - http://alunosonline.com.br/historia-d... Lampião e Maria Bonita - http://alunosonline.com.br/historia-d... A exposição macabra no fim do Cangaço - http://alunosonline.com.br/historia-d... Escola Kids Guerra de Canudos - http://escolakids.com/historia/guerra... O fenômeno do Cangaço - http://escolakids.com/historia/o-feno... Siga-nos: Brasil Escola: http://www.brasilescola.com/ Facebook: http://www.facebook.com/brasilescola/ Instagram: http://www.instagram.com/brasilescola...

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15 novembro 2020

LIVROS DO ESCRITOR OLEONE COELHO PONTES

 

Imagem do acervo do pesquisador Wasteland Ferreira

Se você interessa um ou os três entre em contato com o professor Pereira através deste e-mail:

franpelima@bol.com.br

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14 novembro 2020

VIRGOLINO FERREIRA DA SILVA ANTES DE SER LAMPIÃO

  Por José Mendes Pereira

Virgolino Ferreira da Silva aos 10 anos e 20 anos.

No ano de 1917, em Villa Bella no Estado de Pernambuco, querendo evitar maiores conflitos entre seus filhos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio e Levino com o José Satrunino, José Ferreira dos Santos que era um homem calmo e cauteloso, desfez das suas terras e foi morar na fazenda Poço do Negro, próximo ao povoado de Nazaré do Pico - Floresta, em chãos pernambucanos.

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12 novembro 2020

LIVRO “O SERTÃO ANÁRQUICO DE LAMPIÃO”, DE LUIZ SERRA

 

Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com professor Francisco Pereira Lima.

franpelima@bol.com.br

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: 


Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 


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11 novembro 2020

ÁGUA BRANCA CIDADE DE ALAGOAS QUE SOFREU A FÚRIA DO CANGAÇO EM 1922.

  Por João de Sousa Lima

Água Branca em Alagoas foi uma das cidades que sofreu a fúria do cangaço. em 1922 Lampião realizou o famoso saque à Baronesa de Água Branca, à senhora Joana Vieira.

Os povoados Tingui e Alto dos Coelhos era reduto de cangaceiros e viu também as ações violentas do cangaço, onde várias pessoas foram mortas.

Um dos capítulos de morte nessas terras aconteceu na Fazenda Riacho Seco, de propriedade de Abel Torres, filho da Baronesa de Água Branca.

O crime aconteceu por consequência de uma fofoca. Um rapaz chegou em Água Branca procurando emprego como vaqueiro, e falaram que pra trabalhar como vaqueiro estava difícil, pois os cangaceiros estavam espalhados por toda região.

o rapaz respondeu que para Lampião tinha era um "Parabellun" pra atirar nele. Falou isso em um movimentado dia de feira, onde coiteiros andavam vasculhando informações. No mesmo dia Lampião ficou sabendo da afronta do jovem Joventino.

Joventino conseguiu trabalho nas terras de Abel Torres e foi morar na fazenda Riacho Seco, próximo a divisa de Água Branca com Olho Dágua do Casado. Nessa fazenda tinha duas casas, residindo em uma delas o senhor Antônio Zezé e em outra morava Joaquim Gomes.

Joventino ficou na casa que morava Joaquim Gomes.

Lampião ficou sabendo do paradeiro de Joventino e foi com "Pitombeira" (Zacarias Bode), Luiz Pedro e mais dois companheiros. Os cinco cangaceiros se aproximaram da casa onde estava Joventino.

Lampião já no terreiro gritou:

- Joventino, cadê o Parabellun que você tem pra atirar neu?

Joventino saiu da casa e quando chegou no alpendre os cangaceiros o pegaram, e o rapaz negou sobre o recado desaforado que tinha mandado pra Lampião.

- Isso é mentira!!!!

Lampião sem contar conversa atirou no rapaz que já caiu morto.

Com o corpo do rapaz ensanguentado no chão os cangaceiros entraram na casa, e o cangaceiro Pitombeira encontrou o senhor Antônio Laurentino (Lorentino).

Lorentino era vaqueiro que tinha os pés aleijados.

Pitombeira tinha uma antiga rixa com Antônio Lorentino e viu nesse momento a oportunidade de se vingar.

A intriga entre os dois começou por causa de uma cerca que Pitombeira estava fazendo e invadindo um pedaço do terreno do patrão de Lorentino, na fazenda doTalhado.

O proprietário Abel Torres empatou de Pitombeira fazer a cerca, e aí criou-se uma intriga entre o futuro cangaceiro e o vaqueiro.

Pitombeira e outros cangaceiros seguraram Antônio Lorentino para matar, e nesse momento outro vaqueiro, chamado Mané Egídio se atravessou na frente de Pitombeira e falou:

- Esse daqui você não mata não!!!

Lampião olhando a cena, sentenciou:

- Aqui não se mata ninguém, esse daqui fica pra ir a visar ao patrão pra ele vir enterrar o defunto!

Esse valente vaqueiro Mané Egídio que livrou o amigo da morte certa, mais tarde tronou-se o famoso cangaceiro Barra Nova, um dos bravos homens do grupo de Lampião.

Em abril de 2019, eu, Aldiro Gomes, Thomaz Deyvid e Raul Sandes, estivemos nessa fazenda e nas duas casas conhecendo esses dois monumentos que viveram a história do cangaço.

Uma saga vivida entre a razão e a violência, onde homens pagavam com as vidas por uma simples palavra empenhada, muitas vezes simples palavras jogadas ao vento, sem intenção de se transformar em verdade. Tempos difíceis e conturbados. Hoje escombros cobrem os sangues do passado e marcam os fatos vivenciados nessas terras...

João de Sousa Lima

Historiador e Escritor

Alto dos Coelhos, Água Branca. Alagoas.

em 20 de junho de 2019.

Membro da Academia de Letras de Paulo Afonso, cadeira 06

Membro Presidente do IGH - Instituto Geográfico e Histórico de Paulo Afonso

Membro da SBEC- Sociedade Brasileira de Estudos do cangaço

https://www.facebook.com/virgolinoferreiradasilva

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O TENENTE JOAQUIM GRANDE.

  Por Gang Gaco Pouco lembrado na história do cangaço, o tenente Joaquim Grande foi um oficial das forças volantes que atuaram no combate ao...