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04 janeiro 2026

KÁTIA CANTORA.

 Por Wikipédia

https://www.youtube.com/watch?v=aPVrcTCqIu8

Kátia Garcia Oliveira (Rio de Janeiro26 de março de 1962) é uma cantora e compositora brasileira. A cantora fez sucesso e ganhou diversos prêmios nos anos 80. É afilhada artística de Roberto Carlos.

Biografia e carreira

Nascida em parto prematuro, que como sequela gerou uma deficiência visual, durante sua infância já demostrava interesse pela música, tanto que aos quatro anos ganhou de presente de seu pai um piano. Seu avô paterno, pianista, lhe iniciou as primeiras notas musicais e os primeiros acordes. Aos 12 anos, iniciou suas composições musicais e pouco tempo depois mostrou suas músicas para o cantor Roberto Carlos, amigo de seu pai. Ele, então, a indicou a fazer um teste na gravadora CBS (atual Sony Music).[1]

Kátia foi aprovada em seu teste e no ano de 1978 iniciou sua carreira artística, lançando sua própria composição: Um compacto simples com a música Tão Só.[1]

Em 1979, ganhou de presente de Roberto Carlos a música Lembranças, gravada por ela em seu álbum de estreia, cuja canção-título é a mais conhecida de sua carreira até hoje. A canção que puxava o álbum de estreia da cantora, ultrapassou a impressionante marca de mais de 1 milhão de cópias vendidas, além de permanecer seis meses em primeiro lugar em todas as rádios do Brasil.[1]

Contudo, foi nos anos 80 que atingiu o auge da fama, quando, em 1980, outro presente de Roberto Carlos poria Kátia novamente nas paradas de sucesso: Cedo Pra Mim. Mais uma novela é brindada com mais uma gravação de Kátia: Bons Amigos, desta vez na trilha da novela O Amor é Nosso, da Rede Globo, canção do mesmo álbum de Cedo Pra mim.[1][2]

Em 1981 outro compacto simples destaca Kátia mais uma vez. A música Ah, Esse Amor conquistou mais uma vez o público. Em 1982 lança o álbum Sabor, que trazia também mais uma canção de sucesso: Até Quando.[1]

Em 1984 Kátia aparece cantando as músicas Sempre Me Faz Bem e Todo o Prazer. Já noutra companhia de discos, Kátia tem novamente outro estrondoso sucesso: Qualquer Jeito, mais uma composição do padrinho Roberto Carlos. O mesmo disco destacou outras canções, como Desejos, com participação de José Augusto, e Jogo Marcado.[1]

Em abril em 1987 estourava nas rádios seu maior sucesso, Qualquer Jeito, uma versão de It Should Have Been Easy, composição de Bob McDill, gravada por Anne Murray em 1982, e assinada por Roberto Carlos, padrinho artístico da cantora, e Erasmo Carlos.[1]

Em 1988 Kátia foi convidada a gravar com o cantor e compositor Leonardo Sullivan a música Uma Voz no Coração, que teve bastante execução.[1]

Com o fechamento da 3M, Kátia faz, em 1989, sua estreia na PolyGram (atual Universal Music), onde também fez interpretações e composições, incluindo as músicas Me Ensina o Que Fazer e Coração Ferido.[1][2]

Em 1990, lançou Conversa Comigo, com destaque também para a música Idas e Voltas. Em 1992, interpreta Quando o Amor Acaba e De Carona na Felicidade, com participação especial da dupla Tiãozinho & Alessandro, irmãos dos cantores Chitãozinho e Leonardo. Ao gravar Outra Vez, no mesmo álbum, Kátia foi uma das primeiras artistas a gravar uma canção de Zezé Di Camargo, que estava então em seu segundo CD.[1]

Em 1993 lançou seu primeiro trabalho internacional: um álbum em castelhano ganhou as paradas de sucesso na América Latina, colocando a música Tan Sola como uma das campeãs de execução, além de outra faixa do CD, Micaela, ter sido tema de abertura de novela do mesmo nome, apresentada em horário nobre na TV espanhola. O mesmo CD foi lançado no Brasil em português, com destaque para a versão de Tan Sola, que por aqui ficou conhecida como Sozinha. A música de Kátia ficou nas paradas de sucesso durante 17 semanas na Bilboard Latina.[1]

Conquistou discos de ouro, platina e diamante, além de troféus importantes como Globo de Ouro, Sharp, Disco Mais Vendido, Cantora Revelação, música do ano, cantora revelação, a voz romântica do Brasil e muitos outros.[1][2]

Depois de 1994, Kátia decidiu dedicar-se à causa dos deficientes visuais, através da distribuição do software Dosvox, tendo trabalhado também junto ao projeto Virtual Vision da empresa Micropower. Em 2002 foi premiada pela Fundação Bradesco pelos relevantes serviços prestados aos deficientes visuais no Brasil.[1]

Vida pessoal

Optou por não casar e não ter filhos para dedicar-se integralmente a sua carreira artística. Vive sozinha em seu apartamento na zona sul carioca.

 https://pt.wikipedia.org/wiki/K%C3%A1tia

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02 janeiro 2026

O MECÂNICO FALECIDO - ESTRADA

  Por Valdenor Sousa Repentista

https://www.youtube.com/watch?v=6WBBPL0-1Sc

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01 janeiro 2026

O CANGACEIRO BEM-TE-VI.

  Por Rogério Arlanch Filho  


Prezado José Mendes,

A história do cangaço sempre foi um assunto que me fascinou, não por me aprazer imagens de violência e morte, mas pelo conjunto de razões que levaram ao surgimento do cangaço, e todo aquele misto de heroísmo e covardia que o movimento deixou como parte da "cultura" nordestina.

Curiosamente, a primeira sessão de cinema que assisti, aos 6 anos de idade, foi justamente o filme de Lima Barreta: O Cangaceiro.

https://www.youtube.com/watch?v=YFhUthLld58

Por isso tudo, após ter assistido todos os filmes referentes ao tema, consultar muitas fontes, e ver muitos vídeos disponíveis no youtube, as narrativas que vi sobre a morte de Lídia, executada por Zé Baiano, tudo o que consegui saber sobre o destino de Bem-te-vi (se é que mesmo essa versão merece crédito), é que o cangaceiro, pivô da morte da dita, mais bela das cangaceiras, após Zé Baiano ouvir o relato de Coqueiro, fugiu do acampamento, certamente temeroso da vingança do companheiro de Lídia.

O Cangaceiro Bem-Te-Vi, amante de Lídia de Zé Baiano.

Nunca mais se soube a respeito dos passos daquele cangaceiro após aquele acontecimento? Sendo ele de origem da mesma cidade, onde nascera Lídia (se é que foram amigos de infância, como dizem algumas fontes), nenhum de seus possíveis parentes deu qualquer informação sobre seus passos, fosse logo após o acontecimento, ou muitos anos depois, quando através de relatos, muita coisa se descobriu sobre os cangaceiros remanescente ao massacre de Angico?

Confesso que esse enigma me inquieta, pois certamente, Bem-te-vi teria muito a relatar sobre a morte, e as circunstâncias de Lídia.

Parabéns pelo trabalho que faz.

Obrigado por qualquer informação

Rogério Arlanch Filho - Brotas - SP

Enviado por e-mail

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31 dezembro 2025

O TENENTE JOAQUIM GRANDE.

 Por Gang Gaco

Pouco lembrado na história do cangaço, o tenente Joaquim Grande foi um oficial das forças volantes que atuaram no combate ao cangaço no Nordeste, especialmente nas primeiras décadas do século XX.

Ele ficou conhecido por sua atuação direta e violenta contra bandos cangaceiros, integrando o aparato repressivo dos governos estaduais para conter o avanço do fenômeno no sertão.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=866708926058547&set=a.265693016160144

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CANGAÇO - OS SUBGRUPOS.

  Por Abdias Filho

Tudo no cangaço atendia a uma necessidade ou estratégia. É o caso da divisão do grande bando em diversos subgrupos, sempre liderados por homens da mais alta confiança de Lampião ou Corisco. Vendo-se implacavelmente perseguido pelas forças volantes e tendo o bando crescido rapidamente, Lampião decidiu dividir o bando com os seguintes objetivos:

1 - Confundir a polícia com notícias de ataques de cangaceiros em vários lugares ao mesmo tempo.

2 - Aumentar a área de domínio e atuação, visando angariar alimentos, armamento, munição, dinheiro e jóias.

3 - Difundir a marca, Lampião pelo Sertão utilizando várias forças.

4 - Minimizar conflitos e disputas internas.

5 - Dividir a responsabilidade da logística incluindo alimentação e munições.

6 - Evitar que todos os líderes fossem mortos num único confronto com a polícia.

Meu livro LAMPIÃO - Os Principais Chefes de Subgrupos traça a biografia dos 10 principais chefes e os episódios nos quais se destacaram.

Quem desejar adquirir um exemplar com dedicatória basta falar comigo no WhatsApp (89) 9 94675262. Ou acessando o link do primeiro comentário.

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29 dezembro 2025

AS CANTORAS GÊMEAS.

 Por Saudade Sertaneja

Célia Mazzei (Célia) e Celma Mazzei (Celma) nasceram em Ubá, Minas Gerais, em 2 de novembro de 1952. Irmãs gêmeas, iniciaram-se na música ainda crianças, influenciadas pelo pai, fotógrafo profissional e músico amador.

Aos cinco anos, já cantavam no rádio e em circos, participavam de festas religiosas e serenatas pelas ruas da cidade.

Estudaram música no Rio de Janeiro e se diplomaram pelo Instituto Villa-Lobos, passando a atuar profissionalmente em orquestras de baile. Em 1975, apresentaram-se por seis meses no Japão com música brasileira. Em 1990, participaram da novela Ana Raio e Zé Trovão.

Receberam, em 1995, o título de Embaixadoras do Centenário de Minas Gerais. Desde 1998, produzem e apresentam o programa Célia e Celma no Canal Rural, dedicando-se à música de raiz e ao folclore brasileiro.

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27 dezembro 2025

DR. EDSON LEITE DUARTE.

  Por José Mendes Pereira - (Crônica 95)

 Foto de encontro da família Duarte - Segundo Miriam Duarte - Da esquerda para direita: Irmã Aparecida, Maria das Dores Duarte, Valderi Paula(esposo), Elizabete Duarte, Luzete Maia Duarte(Viúva de Manoel Duarte Filho- Manoel Gogó), Iracema Duarte (Viúva de Antônio Duarte), Bernadete Duarte, Ataulfo Fernandes, Conceição Duarte(-casada com Ataulfo), Pedro Leite Neto, Maria Zélia Pinto (esposa de Pedro Leite), Wilson Duarte, Vilma Duarte(esposa de Wilson Duarte), Theresinha Duarte(minha mãe-esposa de Edson Duarte), Edson Leite Duarte(Meu saudoso pai in memorian), Aldezira Duarte (esposa de José ítalo) e José ítalo Duarte (in memorian).

Existem pessoas que nunca fizeram nada por ninguém e nem farão, porque o mais importante é: fazer para si própria, adquirir para resolver os seus problemas, as suas necessidades, as dos outros, que cada um resolva sem convocar ninguém para ajudá-lo.

Mas o mais importante na humanidade é que: enquanto um se nega a fazer algo por alguém, outros estão ali, procurando, pelo menos amenizar os problemas dos outros sem olhar a quem.

No final da década de 60, do século XX, estendendo-se para o início da década de 70, eu ainda era interno da "Casa de Menores Mário Negócio", e vivia exclusivamente à custa do governo Estadual, e se, nós, internos éramos malandros, no bom sentido, muito mais era o governo estadual que nos sustentava sem nem ao menos, nós, batermos um prego numa barra de sabão, e tudo que os outros alunos como Railton Melo, Raimundo Feliciano, Jorge Braz, João Augusto Braz, eu e outros,  precisávamos, como roupas, alimentos, médicos, tratamentos dentários..., era dado pelo governo do Rio Grande do Norte.

Certa feita, precisando de tratamento dentário, à tarde, fui enviado pela diretora da instituição educativa, dona Ana Salem de Miranda (dona Caboclinha como era chamada, esposa de José Genildo de Miranda, que era radialista e fora vice-prefeito de Mossoró), até ao gabinete dentário do odontólogo Dr. Edson Leite Duarte, que funcionava no térreo do prédio da "Sociedade União de Artistas", localizado à Rua Coronel Vicente Saboia, centro de Mossoró.

Enquanto o Dr. Edson Leite Duarte fazia os trabalhos dentários em uma paciente, lá fora, do outro lado da rua, em uma calçada, escandalosamente, um senhor chorava sem parar um só instante. Os transeuntes que por ali passavam naquele instante, todos queriam saber o porquê daquele escândalo e derramamento de lágrimas. Logo a notícia saiu: o senhor que chorava no momento, sofria uma grande dor de dente.

Só como ilustração - https://depositphotos.com/br/photos/homem-com-dor-de-dente.html

E logo, o Dr. Edson Leite Duarte tomou conhecimento do pranto daquele homem, e mesmo com o seu jeito sério, abandonou a sua sala, e foi até ao local onde o homem chorão estava, e o trouxe para o seu gabinete.

Acabar no momento o sofrimento daquele homem era impossível, porque não se pode fazer extração de um dente quando ele está inflamado, mas o Dr. Edson Leite Duarte o tangeu para dentro do seu gabinete, posteriormente, o trouxe para a sala de espera, e mandou que ali, junto com nós pacientes, sentasse.

Não sei o que ele fez para evitar aquela dor tão infeliz naquele homem, mas, mais ou menos 20 minutos depois, o senhor dormia sentado sobre a poltrona. Acredito que foi medicado com um tranquilizante qualquer, já que ele permaneceu dormindo enquanto eu permanecia à espera para ser atendido. Ao sair do local, o homem continuava dormindo.

Parabéns, Dr. Edson Leite Duarte, tenho certeza que o senhor foi muito importante para Mossoró, prestando os seus serviços odontológicos à população.

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com.br/2015/05/foto-de-encontro-da-familia-duarte.html

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NUDEZ

  Por José Di Rosa Maria https://www.facebook.com/photo/?fbid=192307100965904&set=a.125013001028648 http://*blogdomendesemendes.blogspot...