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22 março 2026

FIM DO BANDO DE LAMPIÃO - OREI DO CANGAÇO

 Por BNCC

Em 28 de julho de 1938, o bando de Lampião foi cercado na Fazenda Angico, no sertão de Sergipe. Uma tropa de 48 policiais de Alagoas, comandada pelo tenente João Bezerra e munida com quatro metralhadoras Hotkiss, metralhou os 34 cangaceiros presentes. 

Onze morreram ali mesmo, entre eles Lampião e sua companheira, Maria Bonita. Alguns cangaceiros conseguiram escapar. Todos os mortos tiveram suas cabeças cortadas. Maria foi degolada viva. 

O fim dramático do bando de Lampião repercutiu negativamente entre outros cangaceiros e, a partir de então, muitos bandos se desfizeram e alguns se entregaram. 

O cangaço: um fenômeno social 

O cangaço foi uma forma de banditismo peculiar no nordeste brasileiro, vivida por sertanejos pobres que encontravam nessa prática proteção contra a exploração e a fome, ainda que sendo um modo de vida marginal e criminoso. Muitos homens e mulheres ingressaram no cangaço, vagando pelo sertão em busca de dinheiro, comida, armas e munição num espírito de vingança contra o domínio dos latifundiários e o governo. 

Os cangaceiros tinham, muitas vezes, apoio da população mais pobre que lhes fornecia abrigo e informações que os ajudavam a escapar das forças policiais, conhecidas como “volantes”. 

O cangaço ganhou força em resultado das secas mortais de 1877-1878 e atingiu o seu clímax na década de 1920. O primeiro bando de cangaceiros que se tem conhecimento foi o de Jesuíno Alves de Melo Calado, apelidado “Jesuíno Brilhante” que, entre 1871 e 1879, agiu na região entre os estados do Rio Grande do Norte e a Paraíba, até ser morto em uma emboscada. 

Mapa de atuação do cangaço no interior do Nordeste. 

Lampião, o Rei do Cangaço 

O pernambucano Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião (1898-1938) foi o mais bem-sucedido líder cangaceiro da história o que lhe valeu o título de Rei do Cangaço.  Até os 20 anos de idade trabalhou como artesão de couro. Era alfabetizado e usava óculos para leitura, características bastante incomuns para a região sertaneja e pobre onde ele morava. Uma das versões a respeito de seu apelido é que sua capacidade de atirar seguidamente, iluminando a noite com seus tiros, fez com que recebesse o apelido de lampião. 

Lampião entrou para o cangaço junto com mais dois irmãos para vingar a morte do pai em confronto com a polícia. Em 1922, tornou-se líder de bando e, desde então, praticamente todos os estados do nordeste. Atacou fazendas e cidades além de praticar roubo de gado, saques, sequestros, assassinatos, torturas, mutilações e estupros. Sua passagem causava terror e indignação nos moradores. 

Apesar disso, Lampião e seu bando eram frequentemente protegidos por coiteiros:  fazendeiros, pequenos sitiantes ou mesmo autoridades locais que ofereciam abrigo e alimentos aos bandos por um curto espaço de tempo nos limites de suas terras, facilitando o deslocamento dos cangaceiros pelo Nordeste e sua fuga das forças volantes do Estado. 

Cartaz oferecendo prêmio em dinheiro para quem capturasse Lampião, Bahia, c.1930. 

Em 1926, por ocasião do avanço da Coluna Prestes (1925-1927) na cidade de Juazeiro do Norte, Lampião foi cooptado pelo governo do Ceará para enfrentar e derrotar os homens da coluna. Foi-lhe, então, prometido a patente de capitão da Guarda Nacional, título que Lampião acabou incorporando. 

Em 1929, conheceu, no sertão da Bahia, a jovem Maria Gomes de Oliveira, de 18 anos de idade, chamada desde a infância de Maria de Déa, com quem se casou. Posteriormente, após sua morte, ela viria a ser conhecida como Maria Bonita. Foi a primeira mulher a ingressar no cangaço. 

Em 1936, Lampião e seu cotidiano na caatinga foi fotografado e filmado pelo fotógrafo libanês-brasileiro Benjamin Abrahão Botto. 

O fotógrafo Benjamin Abrahão cumprimenta Lampião, em foto tirada pelo cangaceiro Juriti. Da esquerda para a direita: Vila Nova, não identificado, Luís Pedro, Benjamin Abrahão (à frente), Amoroso, Lampião, Cacheado (ao fundo), Maria Bonita, não identificado, Quinta-Feira. 

O governo Vargas ordena o fim de Lampião e seu bando 

Segundo o historiador Frederico Pernambucano de Mello, “Lampião vivia fora da lei, mas mantinha excelente relacionamento com os poderosos. Era protegido por coronéis e políticos. O governador de Sergipe, Eronildes Ferreira de Carvalho, tinha amizade com Lampião e lhe fornecia armamento e munição”. 

A instalação do Estado Novo, em 1937, pôs fim a essa promiscuidade entre poder público e banditismo. Uma das bandeiras da ditadura era a modernização do país. Nesse novo Brasil, que deixaria de ser agrário para se tornar urbano e industrial, o cangaço era uma mancha a ser apagada. 

Ricardo Westin aponta que o documentário mudo de Benjamin Abrahão Botto foi o pretexto final para por fim ao cangaço. O documentário mostrava ao país a rotina do bando de Lampião na caatinga: cangaceiros alegres, bem vestidos e com joias. Nem pareciam fugitivos. Sentindo-se afrontado, Vargas ordenou aos governadores do Nordeste que parassem de fazer vista grossa e aniquilassem o rei do cangaço. Assim se fez. 

Jornal A Noite noticia a degola de Lampião, 28 de Julho de 1938. 

A morte e a degola de Lampião e seu bando 

No dia 27 de julho de 1938, Lampião e seus homens acamparam na fazenda Angicos, no sertão de Sergipe, esconderijo tido por Lampião como o de maior segurança. Era noite, chovia muito e todos dormiam em suas barracas. Os policiais comandados pelo tenente João Bezerra e sargento Aniceto Rodrigues da Silva chegaram silenciosamente e sequer foram percebidos pelos cães. 

O ataque ocorreu ao amanhecer do dia seguinte. O bando foi pego totalmente desprevenido sem chance de se defender dos tiros das metralhadoras disparados durante cerca de vinte minutos.  Dos 34 cangaceiros presentes, onze morreram ali mesmo. Lampião foi um dos primeiros a morrer. Logo em seguida, Maria Bonita. 

Os policiais degolaram os mortos e apreenderam todo o dinheiro, o ouro e as joias. As cabeças foram salgadas e colocadas em latas de querosene contendo aguardente e cal. Os corpos mutilados e ensanguentados foram deixados a céu aberto, atraindo urubus.

Na cidade de Piranhas, Alagoas, as cabeças foram arrumadas na escadaria da Prefeitura, junto com armas e apetrechos dos cangaceiros, e fotografadas. Seguiram depois para diversas cidades do Nordeste onde foram expostas atraindo muita gente.

As cabeças foram levadas para Salvador, Bahia, permanecendo primeiro na Faculdade de Odontologia da UFBA, e depois Museu Antropológico localizado no prédio do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, em Salvador. As cabeças de Lampião, Maria Bonita e demais integrantes do bando só foram sepultadas em fevereiro de 1969. 

As cabeças dos cangaceiros incluindo Lampião (no primeiro degrau) e Maria Bonita (ao centro, no segundo degrau), fotografadas em Piranhas, Alagoas, 1938. 

O espetáculo mórbido teve efeito: bandidos de outros grupos correram para se entregar, de olho na anistia prometida a quem delatasse companheiros. O último cangaceiro conhecido, Corisco (Cristino Gomes da Silva Cleto), foi derrubado em 25 de maio 1940, em Barra do Mendes, na Bahia. 

Fonte 

PAIVA, Melquíades Pinto. Ecologia do cangaço. Rio de Janeiro: Interciência, 2004 

OLIVIERI, Antonio Carlos. O Cangaço. São Paulo: Ática, 1995. 

DÓRIA, Carlos Alberto. O Cangaço. São Paulo: Brasiliense, 1982. 

ARAÚJO, B. Goytacazes. A Instabilidade Política na Primeira República Brasileira. Juiz de Fora: Ibérica. 2009. 

CHANDLER, Billy Jaynes. Lampião: O Rei dos Cangaceiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003. 

JASMIN, Élise. Cangaceiros. São Paulo: Terceiro Nome, 2006. 

QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. História do Cangaço. Rio de Janeiro: Global, 1986. 

WESTIN, Ricardo. Combate a Lampião quase entrou na Constituição de 34. Agência Senado, 02.jul. 2018. 

MELLO, Frederico Pernambucano de. Quem foi Lampião. Recife: Stahli, 1993.

Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: https://ensinarhistoria.com.br/linha-do-tempo/fim-do-bando-de-lampiao-o-rei-do-cangaco/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues.

https://ensinarhistoria.com.br/linha-do-tempo/fim-do-bando-de-lampiao-o-rei-do-cangaco/

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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21 março 2026

SÃO JOSÉ E A GÊNESE DE BELMONTE

 Por Valdir José Nogueira de Moura

Dizem que as cidades nascem de mapas, de guerras ou de comércio. Mas há aquelas que brotam de um sussurro. São José do Belmonte nasceu assim: entre o cheiro da caatinga e o hálito de uma prece desesperada.

Tudo começou com uma pequenina imagem de São José de Botas trazida de Portugal por um senhor, José Pires Ribeiro. O velho português carregava o santo sob o braço e o nome de sua terra, Belmonte, cravado no peito. Mal sabia ele que estava plantando ali, nas várzeas da Fazenda Inveja, a semente de um destino que floresceria em Pernambuco.

O tempo, esse moinho que tritura gerações, trouxe o ano de 1855. E com ele, veio a Cólera Morbus. O "mal invisível" não pedia licença; entrava pelas frestas das janelas e calava os risos, deixando atrás de si o rastro amargo do luto. Na Fazenda Maniçoba, o segundo José Pires Ribeiro (filho), herdeiro da fé e da terra, viu a morte rondar as porteiras.

Diante da imagem do Santo Operário — o São José que também foi retirante e carpinteiro — o fazendeiro não barganhou ouro. Pediu o fôlego da vida. "Se a morte passar direto", prometeu ele ao céu, "farei deste chão um refúgio". O milagre, então, se fez silêncio: enquanto os sinos das vilas vizinhas dobravam em lamento, na Maniçoba o silêncio era de saúde.

Promessa de sertanejo é escritura lavrada no caráter. Em setembro de 1856, a gratidão virou pedra e cal. José Pires Ribeiro e sua esposa, Antônia Teodora d’Assunção, entregaram a terra ao santo. Sob o comando de Frei Cassimiro, o povoado de Belmonte ergueu-se, unindo o Reino de além-mar à poeira do Pajeú.

O fundador partiu em 1862, mas não foi embora. Ele se deixou ficar, sepultado sob o chão da própria Igreja Matriz que ajudou a erguer. Tornou-se, literalmente, o alicerce da cidade.
Hoje, 169 anos depois, quem caminha por Belmonte talvez não sinta o peso daquela antiga angústia, mas pisa em solo sagrado por uma promessa. A pequena imagem de São José continua lá, com suas botinhas gastas pela memória, vigiando um povo que aprendeu, desde o berço, que o milagre mora na coragem de acreditar quando tudo em volta é desolação.
Viva São José!
Viva São José do Belmonte!
Valdir José Nogueira de Moura

https://www.facebook.com/photo/?fbid=26358512193781827&set=a.144216698971401

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20 março 2026

QUEM M4TOU BENJAMIN ABRAHÃO (O ÚNICO HOMEM A CONSEGUIR FILMAR O BANDO DE LAMPIÃO).

  Por Cangaço Eterno

https://www.youtube.com/watch?v=Wj0-6vs5Xk4&t=5s

Conheça a vida e morte de Benjamin Abrahão Callil Botto, o sírio-libanês que conseguiu filmar o cotidiano de Lampião e seus cangaceiros. veja quem são seus possíveis assassinos...

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19 março 2026

SUPOSTO EZEQUIEL FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO E O VEREADOR LUIS ROSA.

Suposto Ezequiel Ferreira do Piauí. Conheciam esta foto?

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10164017608962840&set=a.486697157839

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17 março 2026

O FORRÓ DO JOÃO DE MOCINHA.

 Por José Mendes Pereira  

Antônio Alexandre da Cunha Filho - Tota  - cantor do conjunto musical João de Mocinha.

Meus amigos que foram adeptos das inesquecíveis Casa de Menores Mário Negócio e a famosa Editora Comercial, Railton Melo, Jorge Braz, Pedro Nascimento, Manoel Flor de Melo e João Augusto Braz, sei que vocês não foram festeiros daquele clube “Forró do João de Mocinha” estabelecido à Rua da Harmonia em Mossoró, no grande Alto de São Manoel, fundado entre os anos de 1966 a 1967, por Francisco de Assis Lemos (o Chico), filho do homem que o forró recebera o seu nome, mas sabem que durante muitos anos, aos sábados e aos domingos à noite, algumas vezes, uma matinê no sábado, animou os festeiros do São Manoel e de outros bairros com o som da amada sanfona, triângulo e zabumba, onde lá, o cavalheiro pegava a sua dama, e só no bico do sapato, divertia a si mesmo e a sua morena, ali, aconchegado, e de ponta a ponta, o casal rodopiava o salão do ambiente.

O forró não tinha regras para se participar da festa, podia entrar quem quisesse, mulheres de bons modos, mulheres de vida livre, desde que pagassem a entrada de acordo com o preço estabelecido na portaria, e rigorosamente, os festeiros respeitassem o ambiente. Nada grátis, afinal, o dono fazia gastos e mais gastos com instrumentos musicais, e procurava manter o conjunto com bons músicos, para que o forró funcionasse nos finais de semanas, e fizesse mais ainda sucesso, e divertisse os festeiros.

O nome do conjunto era “Os Diamantinos” de propriedade do Chico, que começou com instrumentos improvisados, e aos poucos, foi se aperfeiçoando, e era administrado por seu pai João de Mocinha, tendo como componentes: Crooner Antônio Alexandre da Cunha Filho (vulgo Tota), cujo, foi meu colega  de trabalho da empresa do Governo Estadual, na Educação. No triângulo, João Batista (vulgo Doidelo), este é meu primo de 2º grau, porque, as nossas avós eram irmãs. Ainda no triângulo e bateria o Antonio Aírton de Carvalho (já falecido) e no baixo o Edilson de Teotônio, irmão de Alcimar dos Teclados, nosso grande amigo e primo dos meus primos. 

Alcimar dos Teclados e sua esposa - também é cantora. Grandes artistas musicais.

Quando Edilson saiu do grupo, quem assumiu o contrabaixo foi o Geniel, também meu primo de 2º grau, filho do Olegário Ismael Jácome e de Francisca de tia Adelaide Maria da Conceição. Na guitarra, era responsável pelo som um jovem com o vulgo de Chico Cascudo.

Com este nome, o conjunto musical “Os Diamantinos” permaneceu durante 13 anos, e foi uma homenagem a uma freira do Ceará, amiga do padre Sales, que por aqui vivia, e sugeriu aos proprietários este nome de fantasia, o qual foi muito bem escolhido e abençoado por Deus.

O proprietário do clube acreditou e com muito sacrifício, investiu, chegando a ser uma das casas de shows melhores da periferia de Mossoró. O forró do João de Mocinha era tradição na cidade, e conquistou a população fazendo grande sucesso. Esta foi a primeira fase do conjunto musical “Os Diamantinos” que durou de 1966 a 1979.

A segunda fase do ”Forró do João de Mocinha”, teve início logo a seguir, em 1979, quando o conjunto “Os Diamantinos” deixou de existir, recebendo o nome de “The Black Som” possivelmente, que seria considerada a fase de “ouro” do grupo, mas não foi, tendo sido comprado mais instrumentos com maiores potências no que diz respeito a decibéis. Nesse período, alguns componentes deixaram de fazer parte do conjunto, como por exemplo: Geniel, que abandonou o grupo, e que a sua vaga de baixista foi preenchida por um jovem chamado Neto. O crooner de “Os Diamantinos” o “Tota”, permaneceu até dois anos no “The Black Som”, mas posteriormente, ele deixou a banda, e a vaga foi preenchida pelos cantores Sales de Aleixo e uma jovem com o nome de Aledir.

A fama do forró fez com que o Chico investisse mais ainda, comprando instrumentos como teclado, caixas de som de alta potência, além de baterias e tumbas de alto curto.

O forró andava bem, obrigado, mas quando o proprietário resolveu colocar um empresário, que havia mudado o nome para “The Black Som”, e por ironia do destino, não se sabe se foi afastamento dos festeiros, porque já existiam outros clubes nas periferias de Mossoró, ou se foi administração do empresário que não chegou a satisfazer aos frequentadores, e a partir dali, o conjunto caminhou para a decadência.

E para ver se recuperava o sucesso que fez o conjunto antes, pai e filho resolveram convidar os antigos componentes, como o Tota, o Geniel, o Airton, o João Batista (Doidelo), o Edilson..., e como ninguém quis mais fazer parte do grupo, ele foi fracassando, sem mais ter casa cheia no ambiente, e assim foi de água abaixo, chegando a falência.

Se o grupo “Os Diamantinos” fez bastante sucesso, mais ainda fez o “The Black Som”, e com a entrada do empresário, o conjunto perdeu o rumo, chegando o proprietário encaixar os seus instrumentos, guardando-os, esperando por uma outra oportunidade, a qual, nunca mais existiu.

Que pena! Um clube que fez muito sucesso só restou a saudade a quem nele frequentou, e o prédio todo desmoronado que ainda tenta resistir em pé, lá na Rua da Harmonia, no grande Alto de São Manoel em Mossoró..

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16 março 2026

PALMEIRA IMPERIAL: conheça a história no Brasil e saiba como cuidar.

 

https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2021/11/palmeira-imperial-conheca-historia-no-brasil-e-saiba-como-cuidar.html

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15 março 2026

VISITANDO

 Clerisvaldo B. Chagas, 13 de março de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3378

PEDRA DO PADRE CÍCERO, EM DOIS RIACHOS (FOTO: B. CHAGAS).

Estamos reservando esta sexta-feira para fazermos uma visita ao povoado Areias Brancas (Santana do Ipanema) e a Pedra do Padre Cícero, em Dois Riachos. Em Areias, iremos visitar familiares dos fundadores do povoado que hoje parece uma cidade e cujos iniciantes não moram mais ali. E nós, que escrevemos a história do povoado (ver: o BOI, A BOTA E A BATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA) queremos pelo menos conhecer a neta dos fundadores, Manoel Joaquim e Rosa. Inclusive, o casal fundador do povoado está em nosso livro PADRE CÍCERO, 100 MILAGRES NORDESTINOS, INÉDITOS. Assim vamos também confirmar o recebimento do livro pela neta do casal. Areias Brancas fica no limite dos município de Santana com Dois Riachos, cortado pela BR-316.

Assim iremos dar um esticadinha até a pedra do Padre Cícero, no município vizinho de Dois Riachos. Sim, uma visita de fé e pagamento de promessa programada. Não, não é dia de romaria na Pedra, romaria maior de Alagoas realizada no dia 20 de julho, mas um dia comum, um dia calmo nas imediações da Pedra. Mas também iremos ter a honra de conhecer familiares do homem que construiu o oratório no topo da rocha. Aliás, também fazer a entrega do livro do padre Cícero, em cujas páginas estar registrada a ação de agradecimento do milagre alcançado no Juazeiro de quem construiu o oratório. Portanto, uma viagem curta com dois motivos de honra e alegria. Amanhã, sábado, continuação desse mister de outro maneira. Na padre estarei com Ivan e Jeane, irmão e irmã. No sábado, com o escritor Marcello Fausto, distribuindo livros remanescentes a quem faltou o lançamento.

Pois, enquanto determinado país, semeia guerras, terror, mortes e assassinato frios, vamos semeando livros em nosso pedaço de chão. Infelizmente tem o que mata em briga comum, o que mata para roubar, o que mata por vingança e o que mata estando no poder se reafirmando como o assassino do mundo. Para onde irão esses tipos de almas sebosas? Enquanto isso, os livros continuam divulgando a arte, o belo, o conhecimento, acalentando a alma do seu leitor.

Ah! Mundo véi sem porteiras!

Que achas, tu?

https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/03/visitando-clerisvaldo-b.html


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OS DEBATES

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