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30 outubro 2026

A PEDRA QUE GUARDA A MEMÓRIA DE DÉ ARAÚJO

  Por Valdir José Nogueira de Moura.

​A história do cangaço no sertão nordestino é feita de poeira, pólvora e refúgios silenciosos. Um desses lugares, incrustado na imensidão da Serra do Catolé, carrega até hoje o nome do homem que nele buscou abrigo: a Gruta da Pedra de Dé Araújo.
​Foi ali que Manoel Cavalcanti de Araújo, o Dé Araújo, encontrou a cura. Ferido por um balaço durante um combate ao lado do bando de Sinhô Pereira, ele foi transportado por seus companheiros para a segurança das pedras. Em uma cavidade formada por um imenso matacão granítico, repousou sobre o chão plano e arenoso que se tornaria seu leito. A medicina do cangaço agiu no tempo certo: o cipó pilado — conhecido na caatinga como cipó-de-baleado — foi colocado sobre a ferida até cicatrizá-la por completo.

Dé Araújo -
(Nota: A referida imagem fotográfica foi criada através de Inteligência Artificial).

​Natural de Floresta, filho de João Antônio de Souza Araújo e Pacífica Benvinda Cavalcanti de Albuquerque, Dé Araújo teve uma trajetória marcada pelas reviravoltas do sertão. Em 1919, quando a família se instalou na Serra do Catolé, razões pessoais o levaram às fileiras de Sebastião Pereira e Luiz Padre. Ingressou mais tarde na Força Pública de Pernambuco, mas desertou para retornar ao cangaço sob a liderança de Sinhô Pereira.

​A história atribui a Dé Araújo um papel central na mitologia do cangaço: teria sido ele quem batizou Virgolino Ferreira com a alcunha de "Lampião", impressionado com a rapidez dos disparos noturnos daquele companheiro, cujo clarão da arma parecia a luz acesa de uma luminária.

​Dé Araújo viveu os anos intensos do cangaço, participando inclusive do ataque a Belmonte, em outubro de 1922, para tentar vitimar o coronel Gonzaga Ferraz. Contudo, quando Sinhô Pereira deixou o comando para seguir rumo a Goiás e Lampião assumiu o bando, o destino de Dé tomaria outro rumo.

​Decidido a abandonar as armas da caatinga, ele renasceu com outro nome. Em 1º de dezembro de 1926, como Rodrigo de Souza Nogueira, assentou praça no 1º Regimento de Cavalaria da Força Pública de São Paulo. Deixou para trás o sertão e as batalhas para viver de forma anônima na metrópole paulista, onde faleceu pacificamente aos 77 anos, em 29 de abril de 1979.

​Sua vida atravessou os contrastes do Brasil do início do século XX: do cangaço às fileiras da polícia, da caatinga à capital paulista. Mas lá no topo da Serra do Catolé, a cavidade fria de granito e areia continua a contar a sua história — imortalizada na rocha e na memória sertaneja.
​
https://www.facebook.com/valdirjose.nogueira

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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29 outubro 2026

PEDI PARA FAZER FOTOS COM ELES E ACEITARAM;

   Por Juh Gurgel Diniz

José Mendes Pereira e Maria Bonita juntos.

Arte da Juh Gurgel Diniz.

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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28 outubro 2026

ELE SOBREVIVEU À EMBOSCADA.

  Por Abdias Filho

Seu nome era Manoel Dantas Loiola, mas no sertão nordestino ficou conhecido como Candeeiro.
Nascido em Buíque, Pernambuco, ele entrou para o bando de Lampião na década de 1930 e se tornou um dos homens que testemunharam o fim do chamado Rei do Cangaço.
Segundo seu próprio relato, a entrada no grupo aconteceu quando trabalhava numa fazenda em Alagoas. Após a chegada dos cangaceiros e o cerco de uma força policial, temeu ser morto e decidiu acompanhá-los.
Dentro do bando, Candeeiro recebeu uma função importante: transportar cartas escritas por Lampião para fazendeiros e comerciantes. As mensagens exigiam dinheiro, frequentemente sob ameaça de ataques e represálias.
Mas o acontecimento que marcaria sua vida aconteceu na madrugada de 28 de julho de 1938.
Na Grota do Angico, em Sergipe, policiais alagoanos cercaram o acampamento onde Lampião descansava com seus companheiros. O tiroteio terminou com a morte do líder, de Maria Bonita e de outros nove cangaceiros.
Candeeiro estava lá.
Durante o ataque, foi atingido por um tiro no braço, mas conseguiu escapar pela caatinga enquanto outros integrantes eram mortos. Aquele ferimento deixaria uma marca que carregaria pelo resto da vida.
Meses depois, em outubro de 1938, entregou-se às autoridades em Jeremoabo, na Bahia, ao lado de outros cangaceiros.
Passou um período preso e, posteriormente, abandonou o cangaço.
Com o tempo, voltou a levar uma vida comum em Pernambuco. Casou-se, teve filhos e trabalhou no comércio. Seus vizinhos passaram a conhecê-lo simplesmente como Seu Né.
Décadas depois, historiadores e pesquisadores começaram a procurá-lo para ouvir suas lembranças sobre Lampião, os acampamentos, as fugas e o confronto que mudou a história do cangaço.
O homem que havia vivido ao lado de um dos personagens mais temidos do sertão chegou ao século XXI.
Candeeiro morreu em 24 de julho de 2013, em Arcoverde, Pernambuco, após sofrer um acidente vascular cerebral.
Haviam se passado quase 75 anos desde a manhã em que Lampião foi morto.
Enquanto muitos dos acontecimentos daquele período sobreviveram apenas em fotografias, jornais e documentos, Candeeiro ainda estava vivo para contar o que havia presenciado.
Toda curiosidade histórica, por mais simples ou estranha que pareça, tem algo a ensinar.
Obrigado pela sua preciosa atenção, querido leitor.
FONTES:

Diário de Pernambuco (24/07/2013); Correio 24 Horas (24/07/2013); Cariri Cangaço, depoimentos e registros de Manoel Dantas Loiola; Rostand Medeiros, Tok de História; Frederico Pernambucano de Mello, Estrelas de Couro.

https://www.facebook.com/abdias.castro.1

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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27 outubro 2026

MEU AMIGO DO TEMPO DA NOSSA ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE - ANÍBAL FERNANDES PORTO FALECEU ONTEM.

  Por José Mendes Pereira

Assim caminhamos nesta vida, lado a lado um do outro. Às vezes felizes, e em outros momentos, tristes. Mas nada podemos mudar o destino que Deus nos deu. 

O empresário Aníbal Fernandes Porto, era filho de seu Eliseu Porto e de dona Nazaré Fernandes, tia do saudoso empresário Porcino Costa. Aníbal era proprietário de três lojas, 2 em Mossoró, e uma em Natal.
Imagem do relembrando Mossoró. - https://www.facebook.com/search/top?q=relembrando%20mossor%C3%B3-rn%20%C2%AE

Vivi por quase uma década vizinho e amigo daquela família. Ela na Rua Tiradentes e eu na José de Alencar, no bairro Paraíba. Ele em companhia dos seus pais, e eu na Casa de Menores Mário Negócio, uma instituição que garantia estudos para menores. Aníbal e eu vivemos a nossa adolescência e um pouco da juventude ali mesmo, frequentando festas e escolas, porque a instituição só tinha aulas para e crianças.

Esta semana que se passou, recebi um recado dele através de Roberto, filho do saudoro Normando, dono da Renovadora de Pneus, que eu fosse visitá-lo. Não fui logo, porque eu estava esperando que passasse o período eleitoreiro, mas infelizmente, não o verei mais com vida.

Nunca vi em toda minha vida, um homem que Deus o fez empresário e bem sucedido, me receber em sua loja ou em sua residência com grande consideração, além da sua esposa Neném, que também me acolheu como amigo, mesmo sendo de outra classe social. 

Os seus pais e irmãos, sempre me receberam como se eu fizesse parte daquela generosa família. Muitas vezes, fui convidado por dona Nazaré e seu Eliseu Porto para almoçar em sua residência, e nesse tempo, eu havia saído da Casa de Menores Mário Negócio, a minha maioridade tinha chegado, e eu não podia mais ficar ali.

Adeus, meu amigo Aníbal Fernandes Porto! Um dia nós nos estaremos juntos novamente, mas será na Casa do Senhor! A estrada poderá ser outra, mas o caminho, com certeza, será o mesmo que você foi.

Adeus, meu mano amigo!
José Mendes Pereira.

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 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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A PEDRA QUE GUARDA A MEMÓRIA DE DÉ ARAÚJO

    Por Valdir José Nogueira de Moura. ​A história do cangaço no sertão nordestino é feita de poeira, pólvora e refúgios silenciosos. Um des...