Por José Mendes Pereira
Ser caçador de onças, isto todos nós sabemos que seu Galdino como setanejo de raça, é famoso nesse tipo de perseguição a felinos, e até, algumas vezes, chegou a lutar com onças brabas, quando atacado, isto sem ele as provocar. E não adianta ninguém querer duvidar de seu Galdino, um homem destemido aos perigos de onças, que várias vezes, pegou e ainda as amarrou. Fazia isto, simplesmente para satisfazer os seus desejos, como homem camponês, comedou de rapadura cariri, leite tirado na hora do úbere da vaca e homem de muita coragem.
Sentados sobre aquele banco de aroeira pura, um pouco distante da sua casinhola, seu Galdino iniciou como e porque aconteceu dele ficar mais de 2 horas sobre o lombo de uma baleia, pra mais de 30 metros de comprimento, e ultrapassava 180 toneladas de peso. Nunca teve vontade nem de sair um pouco mais além das águas da praia, quando lá em Tibau iam uma vez por ano com a sua esposa Dionísia, mas foi convidado para este fim.
https://pipa.com.br/tibau-do-sul/E iniciou a história o caçador de onças sobre a sua aventura no alto-mar:
- Foi bem próximo à semana santa - dizia seu Galdino - os meus amigos do tempo da nossa juventude, que gostavam da pescaria em alto-mar, me convidaram para ir com eles, aqui bem na costa de Tibau, em nosso Rio Grande do Norte. só assim, eu viria como é gostoso estar sobre as profundezas das águas salgadas, Mas me deram um tempo para que eu pensasse se iria ou não com eles. Mas resolvi de imediato, confirmando que sem dúvidas, no dia marcado eu estava pronto para esta aventura.
- Sim, senhro! fez seu Leodoro procurando melhor posição sobre o bando.
- Pois bem! Já haviam se passado 5 horas da nossa permanência em alto-mar. As águas estavam bastante agitadas, e eu como marinheiro de primeira viagem, não sabia bem me acomodar no barco, devido o seu balançar. E em um dado momento, o barco foi às alturas, e eu meio desequilibrado, assim que tudo subiu, eu subi junto, E o que aconteceu foi o pior, findei caindo nas águas, e sendo jogado longe do barco, fiquei nadando, nadando para ver se alcançava o barco. Mas foi inútil a minha tentativa. E cada braceada que eu dava nadando sobre as águas salinas, mais distante eu ia ficando do barco, que naquele momento, a violência marítma era assustadora.
- Eu acredito, meu compadre Galdino, se era ruim para os que já conheciam tudo de pesca, imagina bem para o senhor que naquela ocasião, era principiante.
- Concordo com o senhor, compadre Leodoro - mas continuando o meu raciocínio - e o que fiz, foi manter a calma, como se nada estava acontecendo. E deixei que o mar me levasse para onde ele quisesse.
- Meu deus! - Fez seu Leodoro.
- Depois de algumas horas, 2h, 3h mais ou menos, acredito eu, ouvi um som meio distante, que parecia de humano. Aí eu me animei, achando que era o barco que vinha à minha procura. Mas não era, meu compadre.
- E o que era? Quis saber seu Leodoro que há tempo que esperava um final feliz.
- Calma, compadre! Calma... Nem era o barco. Era uma enorme baleia que vinha na minha direção. E logo imaginei. Vou ser devorado por ela. Aí eu pensei que se ela me engolirsse, eu iria retalhá-la toda por dentro com uma faca que estava em minha cintura. E tinha que ser antes que eu fosse triturado nas suas câmara intestinais.
- Que coisa, meu compadre!
- Mas eu fui protegido por Deus. Quando a baleia me viu naquelas condições assustadora, veio por baixo, e eu fiquei sobre o seu lombo. Ela fez fiapo, no modo de dizer. Mais ou menos 10 minutos depois, nós chegamos bem pertinho da praia Ela balançou o corpo e me jogou quase na areia da praia. E assim que eu me aprumei em terra firme, olhei para traz, não vi baleia e nem ninguém. Não sei se era coisa de Deus. Do diabo não foi, porque o sujo só faz coisa ruim para todos nós.
Depois de ouvir esta de seu Galdino ter psseado sobre o lombo de uma baleia, seu Leodoro se despediu e foi-se embora imaginado consigo: - Que compadre mentiroso!
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.
E entenda que:
"Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com
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