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13 janeiro 2026

O CANGACEIRO GITIRANA.

 Por Tesouros Reais.

O cangaceiro conhecido como Gitirana, cujo nome verdadeiro era Antônio Félix — também identificado por alguns registros como Antônio José dos Santos — foi uma figura singular no cenário do cangaço nordestino. Diferente da imagem comum associada apenas à violência e ao banditismo, Gitirana destacou-se por unir a vida errante do cangaço à sensibilidade artística da poesia e da música.

Natural do estado de Alagoas, Gitirana ingressou no cangaço por volta de 1937, motivado pelo desejo de vingança após a morte de seu pai, assassinado em uma ação policial. Como ocorreu com muitos sertanejos da época, a violência estatal e a ausência de justiça formal empurraram-no para a vida fora da lei.

Durante sua trajetória, Gitirana integrou bandos comandados por dois dos maiores nomes do cangaço: Lampião, o “Rei do Cangaço”, e, posteriormente, Corisco, um de seus principais seguidores após a morte de Lampião em 1938. Mesmo em meio à dureza da vida armada, Gitirana se diferenciava pelo comportamento menos brutal e pelo apreço à arte.

Reconhecido como repentista, compositor e cantor, ele costumava criar versos que abordavam o amor, a saudade e a beleza do sertão, especialmente durante as noites no acampamento. Seus poemas contrastavam com a violência cotidiana do cangaço, revelando um lado mais humano e sensível do movimento.

Em 1940, já enfraquecido fisicamente, Gitirana decidiu se entregar às autoridades na Bahia, acompanhado de sua companheira, conhecida como Maria de Gitirana, e de outro cangaceiro. Pouco tempo após a rendição, ele faleceu em decorrência de tuberculose, doença comum e muitas vezes fatal no sertão da época.

A história de Gitirana permanece como um exemplo das contradições do cangaço: um homem marcado pela violência do seu tempo, mas que encontrou na poesia e na música uma forma de expressar sentimentos em meio ao conflito e à perseguição.

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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando você estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado, meu amigo leitor! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém poderá apertar o gatilho.

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