Por Adauto Silva
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Por José Mendes Pereira
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Disse o pesquisador Dr. Ivanildo Alves da Silveira:
Naquela ocasião repórter Luiz Lorena e Sá, da família Pereira, travou o seguinte diálogo com seu brioso parente, que fora no passado o braço armado do clã.
Palavras do Sinhô Pereira:
"Num combate à noite, na fazenda Quixaba, o nosso companheiro Dé Araújo comentou que a boca do rifle de Virgulino mais parecia um lampião. Eu reclamei, dizendo que munição era adquirida a duras penas. Desse episódio resultou o Lampião que aterrorizou o Nordeste”.
UM POUCO SOBRE A BIOGRAFIA DE LUIZ CONRADO DE LORENA E SÁ, O HOMEM QUE ENTREVISTOU O EX-CANGACEIRO SINHÔ PEREIRA:
Nascimento: 01-01-1926. Fazenda Quebra Unha, São José do Belmonte, Pernambuco, Brasil. Falecimento: 25-02-2009. Serra Talhada, Pernambuco, Brasil. Pai: Antônio Conrado de Lorena e Sá. Mãe: Jacinta Pereira da Silva
Notas:
Ainda criança seu pai, Antônio Conrado, trouxe o mesmo para a cidade de Serra Talhada para ajudá-lo nos afazeres de uma mercearia da família. Em 1945, foi indicado e nomeado prefeito de Serra Talhada (1945/1946) por influência da família perante o coronel Cornélio Soares, primo do governador Agamenon Magalhães. No ano seguinte foi exonerado e cerca de um mês depois foi novamente nomeado prefeito de Serra Talhada (1946/1947).
Com o falecimento de Cornélio e Agamenon o jovem Lorena disputou a eleição seguinte sendo eleito prefeito de Serra Talhada (1955/1958) para um terceiro período. Apoiou e elegeu o sucessor Hildo Pereira para depois ser novamente eleito prefeito de Serra Talhada (1963/1968). Foi farmacêutico de largo prestigio em seu tempo, chegando a ter diversas drogarias no interior de PE. Foi um dos maiores historiadores da cidade onde nasceu, viveu e morreu, sendo assim um das famílias mais respeitadas em seu tempo. Ver menos
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Por Nas Pegadas da História
Por No Rastro Do Cangaço
Embora de família importante, Jesuíno Brilhante é rude e afeiçoado à vida do campo. Por influência de um primo, Botelho, começa a seguir os ideais abolicionistas e republicanos. A crescente popularidade de Botelho, entretanto, passa a incomodar os "coronéis" da região, que acabam por mandar assassiná-lo. Jesuíno jura vingança e sua fama de homem valente se espalha. Quando seus inimigos - a família Limões - pedem ao Governo o envio de um contingente policial para dar combate aos Brilhante, Jesuíno instala seu grupo numa gruta de difícil acesso e dizima a soldadesca. Em 1877, abatendo-se sobre o sertão uma grande seca, Jesuíno distribui com os retirantes famintos os suprimentos mandados pelo Governo e que iriam parar nas mãos da família Limões. Inconformados, os Limões resolvem prender o pai de Jesuíno a fim de atrair o filho a uma cilada. Jesuíno invade a cidade de Pombal, consegue libertar o pai, mas é derrotado: um de seus capangas, Cobra Verde, é capturado e denuncia a localização do bando. Os soldados atacam o bando é chacinado, e Jesuíno, ao tentar romper o cerco, é baleado. Temas relacionados: Sertão Nordestino, Lampião e Maria Bonita, Grota do Angico, Contos do cangaço no sertão, Cangaço Lampiônico, Cangaceiros de Lampião, cabras de Lampião, História Nordestina, Literatura do Sertão Brasileiro, Crime de castração, história do eunuco, Lampião a raposa das caatingas, o governador do sertão, lampião mata inocente, crimes de Lampião, Lampião herói ou bandido, Volantes Policiais no cangaço, volante policial Nazarenos, Volante Zé Rufino, Volante Mané Neto, Padre Cícero, Rota do cangaço, cangaceiro Corisco, cangaceiro Moreno, Cangaceiro Zé Baiano, cangaceiro Gato, histórias e contos, filmes completos, canais de cangaço, A morte do cangaceiro Corisco. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões.
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Por Geraldo Maia do Nascimento
A Praça Bento Praxedes, no centro de Mossoró, é ainda hoje conhecida por muitos como “Praça do Codó”. Poucos, no entanto, sabem de onde vem essa denominação pejorativa para aquele logradouro.
A resposta remonta às campanhas políticas dos anos 50 e 60, quando a maioria dos comícios eram ali realizados. E foi exatamente na campanha presidencial de 1950 que o tal batismo ocorreu. Naquele ano, o candidato da UDN, brigadeiro Eduardo Gomes, veio a Mossoró para realizar um grande comício. A comissão organizadora contratou um empreiteiro local para construir o palanque lá na Praça Bento Praxedes. O palanque foi construído, pintado e decorado com cartazes do candidato. Como acontece até os dias atuais, palanques de presidenciáveis são bastante concorridos. E naquele ano não foi diferente. Na noite de 18 de agosto de 1950 aconteceu o comício. Uma grande quantidade de pessoas subiu ao palanque, não só candidatos, mas também as esposas e parentes. E com o excesso de peso, o palanque caiu. Segundo o historiador Raimundo Soares de Brito, que esteve presente naquele comício, o que aconteceu foi que o empreiteiro que construiu o palanque, talvez para facilitar o seu trabalho, montou o piso apoiado em tambores metálicos, que não suportando o peso achataram-se, fazendo com que o tablado caísse e com ele todos os seus ocupantes. Pior ainda, todos que ali estiveram fracassaram em suas candidaturas políticas, inclusive o brigadeiro.
Duarte Filho
Depois desse acidente, uma série de outros eventos programados para a Praça Bento Praxedes terminaram em derrotas, como foi o caso da campanha para governador do Estado de 1955, quando o Dr. Duarte Filho, candidato a vice do Dr. Manoel Varela, viu sua campanha ruir. Insistindo em realizar seus comícios sempre naquela praça, o mesmo aconteceu em 1958 e em 1963, nas campanhas para prefeito, quando o Dr. Duarte Filho enfrentou, respectivamente, Antônio Rodrigues de Carvalho e Raimundo Soares, perdendo as eleições, chegando a eleger-se apenas em 1966, ao Senado Federal. E segundo as más línguas, só depois que o feitiço da praça foi exorcizado.
Ao que consta, foi o Dr. Vingt Rosado quem batizou a praça de “Codó” como uma forma de diminuir os ânimos dos adversários, pois codó quer dizer azar ou carma negativa, em dialeto africano.
Coube ao então Deputado Federal Aluísio Alves a tarefa de exorcizar a praça. Estava ele em campanha para Governador do Estado em 1960, tendo ganhado de seu adversário político Dinarte Mariz o apelido de “Cigano”, com a intenção de chamá-lo de falso, mentiroso. Ao invés de se incomodar com o apelido, resolveu tirar proveito do mesmo transformando-o em marketing de campanha. Assumiu a condição de cigano e, conhecedor que era do “codó”, passou a anunciar que iria exorcizar o feitiço da praça. Para tanto valeu-se dos microfones da Rádio Difusora, para mobilizar o eleitorado de Mossoró em memoráveis passeatas, cujo percurso varava as madrugadas, terminando sempre na Praça do Codó. Assim foi sua campanha vitoriosa para governador em terras mossoroenses, Com a vitória de Aluísio, estava quebrado o codó da praça. Cinco anos mais tarde voltava Aluísio a mesma praça em campanha que elegeu seu sucessor, o Monsenhor Walfredo Gurgel. Era o “cigano feiticeiro” que voltava a praça, onde uma multidão o esperava portando, além dos já tradicionais lenços verdes, símbolo de campanha, trajes de cigano que passou a ser mais um símbolo aluizista, em alusão ao exorcismo do codó da praça. O feitiço estava quebrado, mas o nome já tinha sido incorporado a Praça Bento Praxedes, que mesmo sem os fluidos negativos ficou sendo conhecida com “Praça do Codó”.
Pesquisador e historiador Geraldo Maia do Nascimento
https://www.omossoroense.com.br/o-codo-de-mossoro-por-geraldo-maia-do-nascimento-gemaia1gmail-com-www-blogdogemaia-com/
Por Nas Pegadas da História
Por: José Mendes Pereira
Por José Mendes Pereira - (Crônica 69) Em todas as cidades brasileiras anualmente são construídas milhares e milhares de casas populares, ...