Por Netinho Albuquerque.
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21 novembro 2025
COMIDA DE COMER COM A MÃO - CLIP
O DIA EM QUE O IRAQUE EXECUTOU SEU DITADOR AO VIVO NA TV.
Por Parece mentira, mas não é!
O dia em que o Iraque executou seu ditador ao vivo na TV Por mais de duas décadas, Saddam Hussein governou o Iraque com tirania e medo, controlando cada aspecto da vida do povo. Sua queda veio em 2003, após a invasão americana. Capturado escondido em um buraco, foi julgado e condenado por crimes contra a humanidade, especialmente pelo massacre de Dujail.
Em 2006, durante o Eid al-Adha, foi enforcado diante de testemunhas
e câmeras. A execução, vista por milhões, dividiu o país: para uns, justiça;
para outros, vingança. Mas, no fim, em vez de paz, o Iraque mergulhou ainda
mais no caos... Palavras Chaves: O dia em que o Iraque executou seu ditador ao
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MATÉRIAS / BRASIL A MELANCÓLICA DESPEDIDA DE DOM PEDRO II APÓS O FIM DA MONARQUIA.
Por Fabio Previdelli

Todo 15 de novembro, o país relembra os 131 anos da Proclamação da República. Além da instauração do presidencialismo, com Marechal Deodoro da Fonseca sendo o primeiro presidente do país, a data também marca quando os membros da Família Imperial brasileira seguiram para o exílio na França e no Império Austro-húngaro.
Quando a proclamação foi declarada, Dom Pedro II, que deixou de ser imperador do Brasil, estava na Cidade Imperial. Foi em solo carioca, inclusive, que ele recebeu um telegrama informando a queda da Monarquia no país.

Manifestando seu descontentamento, Pedro II chegou a escrever uma carta, que foi destinada ao Governo Provisório, em 16 de novembro. No documento, ele também deseja prosperidade ao Brasil. Confira:
“A vista da representação que me foi entregue hoje, às três horas da tarde, resolvo, cedendo ao império das circunstâncias, partir com a minha família para a Europa, amanhã, deixando assim a pátria, de nós estremecida, à qual me esforcei por dar constante testemunhos de entranhado amor e dedicação durante meio século que desempenhei o cargo de Chefe do Estado. Na ausência, eu, com todas as pessoas da minha família, conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo ardentes votos, por sua grandeza e prosperidade”.

A carta foi endereçada a Deodoro, do qual recebeu a seguinte resposta: “…o Governo Provisório espera do vosso patriotismo o sacrifício de deixardes o território brasileiro, com a vossa família, no mais breve termo possível. Para esse fim se vos estabelece o prazo máximo de vinte e quatro horas, que contamos não tentareis exceder”.
Em entrevista ao G1 em 2018, Maurício Vicente Ferreira Júnior, historiador e direto do Museu Imperial, localizado em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, disse que antes de receber a resposta do Marechal, Pedro II fez uma anotação demonstrando seu desejo de ficar por aqui. “Os documentos mostram que ele queria permanecer no Brasil”, explica.

Em outro documento ele diz: “Até hoje de manhã esperava poder me conservar em paz no país que tanto amo. Infelizmente, desde poucas horas, acho-me sob o peso da profunda mágoa de ver-me privado da liberdade, que nunca neguei a nenhum brasileiro…”. No próprio dia 15, ele chegou a escrever um poema em seu diário discorrendo sobre o momento político do país (o trecho pode ser visto na imagem acima).
O exílio
Apesar dos seus desejos, Dom Pedro II, sua esposa Teresa Cristina, junto de Isabel, seu esposo D. Gastão e os filhos D. Pedro de Alcântara, D. Luís e D. Antônio Gastão, além de Pedro Augusto, filho mais velho da falecida Leopoldina, partiram até o cruzador Parnaíba e, de lá, foram até a enseada de Abraão, na região de Angra dos Reis, quando se dirigiram até o vapor Alagoas — que os traria para a Europa.
O trajeto de volta até o velho continente durou 20 longos dias. No primeiro deles, Maria Amanda, chamada de Amandinha no círculo imperial, esposa de Franklin Américo de Meneses Dória, barão de Loreto, que acompanharam, por vontade própria, o imperador durante o exílio, relatou em seu diário como foi o percurso. “O mar estava um pouco agitado e, temendo enjoo, que me é inevitável, fui entrincheirar-me no beliche, onde me deitei com vivas saudades e lembranças de origens diversas”.

Pelos escritos da baronesa, é possível notar o sentimento de conformidade entre a família real. Quando discutiam política na embarcação, por exemplo, a palavra mais dita entre eles era “saudade”. Para tentar esquecer o que passou, Pedro II criou o hábito de rodas noturnas de leitura.
No novo capítulo, era possível notar a família imperial com traços de simplicidade. Sem desfrutar de banquetes ou festas. Um dos únicos momentos requintados ocorreu em 2 de dezembro, aniversário de Pedro II. Naquele dia, uma garrafa de champanhe foi aberta em uma celebração. “Brindo à prosperidade do Brasil”, declarou ou imperador ao erguer a taça.
Generosidade e surtos de Pedro Augusto
Apesar de Dom Pedro II não se importar com a sofisticação, segundo os relatos da baronesa, muitos de seus costumes não mudaram, como a generosidade. Em uma escala na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, por exemplo, ele fez uma generosa doação a um padre local para que ele distribuísse aos pobres.
Apesar disso, um dos pontos que mais chamou a atenção na viagem foi o comportamento estranho de Pedro Augusto, neto mais velho do imperador, que desde seu nascimento estava sendo preparado para assumir o trono. O jovem, entretanto, tinha tendências paranoicas e sofreu surtos psicóticos durante a viagem.

Amandinha, assim como todos que estavam na embarcação, atribuíram os surtos de Pedro Augusto à movimentação do navio. “Todas essas manobras só têm servido para assustar o príncipe dom Pedro Augusto, que, desde ontem, sofre de superexcitação nervosa, se acha possuído de pânico e pensa que estamos todos perdidos e não chegaremos a Lisboa. O seu estado é lastimável”, narra.
A chegada a Lisboa, no dia 7 de dezembro, porém, não foi uma das mais prósperas para a família imperial. Três semanas depois, dia 28, a imperatriz Teresa Cristina pereceu devido a um infarto. Segundo a baronesa, a fatalidade foi culpa da República. “Desde que saiu do Brasil, ela mostrava-se impressionada pelos horrorosos acontecimentos tão sabidos. Eles, sem dúvida, concorreram para a sua morte”.
A constatação é corroborada com as palavras ditas pela própria imperatriz em seu leito de morte. “Não morro de doença. Morro de dor e de desgosto”. “Sinto a ausência das minhas filhas e de meus netos. Não posso abençoar pela última vez o Brasil, terra linda … não posso lá voltar”.
A despedida de Teresa Cristina, inclusive, foi o momento mais marcante descrito pela baronesa. Apesar das amantes que teve, Pedro II tinha uma intensa relação com a imperatriz. Sua morte lhe causou profunda tristeza.
“Antes de soldar-se a urna, o imperador quis despedir-se da imperatriz e mandou chamar a todos nós para fazermos também nossas despedidas”, escreveu Amandinha. “Não se pode descrever a dor dos príncipes e a nossa. Beijamos-lhe a mão e choramos copiosamente sobre o seu corpo sem vida”.

Conhecido por ser discreto, Dom Pedro II não conseguiu segurar suas emoções, chorando copiosamente. “Ele abraçou a sua muito amada esposa soluçando e foi logo retirado dali pelo Mota Maia [médico da família]. A princesa beijou sua santa mãe repetidas vezes; o mesmo fizeram os príncipes, e nós beijamos a mão de nossa imperatriz, que fora sempre tão boa e carinhosa”.
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MORREU DE DEPRESSÃO?
Por Fotos e Vídeos Antigos
A Imperatriz Teresa Cristina(1822-1889), esposa de Dom Pedro II, morreu de ataque cardíaco em 28 de dezembro de 1889, na cidade do Porto, em Portugal, pouco mais de um mês após a Proclamação da República e o exílio da família imperial brasileira.
Embora a causa oficial da morte tenha sido um ataque cardíaco, relatos históricos sugerem que o falecimento foi resultado do profundo sofrimento e da tristeza causados pela expulsão repentina do Brasil, país que ela considerava sua casa após 46 anos de residência, o que na época foi amplamente descrito como "morreu de desgosto" ou melancolia, sintomas que hoje seriam associados à depressão.
A imperatriz, conhecida como a "Mãe dos Brasileiros" por sua caridade e dedicação à cultura e arqueologia do país, ficou extremamente abalada com a forma humilhante com que a família foi deposta e forçada a deixar a nação, o que agravou seu estado de saúde já debilitado.
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20 novembro 2025
AMOR DE CANGACEIRO
Por Adauto Silva
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19 novembro 2025
POR QUE O APELIDO "LAMPIÃO?"
Por José Mendes Pereira
https://cariricangaco.blogspot.com/2011/04/sinho-pereira-uma-vida-de-aventura.html
Disse o pesquisador Dr. Ivanildo Alves da Silveira:
Naquela ocasião repórter Luiz Lorena e Sá, da família Pereira, travou o seguinte diálogo com seu brioso parente, que fora no passado o braço armado do clã.
Palavras do Sinhô Pereira:
"Num combate à noite, na fazenda Quixaba, o nosso companheiro Dé Araújo comentou que a boca do rifle de Virgulino mais parecia um lampião. Eu reclamei, dizendo que munição era adquirida a duras penas. Desse episódio resultou o Lampião que aterrorizou o Nordeste”.
UM POUCO SOBRE A BIOGRAFIA DE LUIZ CONRADO DE LORENA E SÁ, O HOMEM QUE ENTREVISTOU O EX-CANGACEIRO SINHÔ PEREIRA:
Nascimento: 01-01-1926. Fazenda Quebra Unha, São José do Belmonte, Pernambuco, Brasil. Falecimento: 25-02-2009. Serra Talhada, Pernambuco, Brasil. Pai: Antônio Conrado de Lorena e Sá. Mãe: Jacinta Pereira da Silva
Notas:
Ainda criança seu pai, Antônio Conrado, trouxe o mesmo para a cidade de Serra Talhada para ajudá-lo nos afazeres de uma mercearia da família. Em 1945, foi indicado e nomeado prefeito de Serra Talhada (1945/1946) por influência da família perante o coronel Cornélio Soares, primo do governador Agamenon Magalhães. No ano seguinte foi exonerado e cerca de um mês depois foi novamente nomeado prefeito de Serra Talhada (1946/1947).
Com o falecimento de Cornélio e Agamenon o jovem Lorena disputou a eleição seguinte sendo eleito prefeito de Serra Talhada (1955/1958) para um terceiro período. Apoiou e elegeu o sucessor Hildo Pereira para depois ser novamente eleito prefeito de Serra Talhada (1963/1968). Foi farmacêutico de largo prestigio em seu tempo, chegando a ter diversas drogarias no interior de PE. Foi um dos maiores historiadores da cidade onde nasceu, viveu e morreu, sendo assim um das famílias mais respeitadas em seu tempo. Ver menos
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18 novembro 2025
O TERRÍVEL CANGACEIRO SABINO GOMES NÃO PERDOA OS ALMOCREVES #CANGAÇO.
Por Nas Pegadas da História
A MORTE DO SARGENTO DELUZ - PARTE I
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