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24 janeiro 2026

LAMPIÃO EM NOSSA CIDADE DE MOSSORÓ

 Por Antonio Neilton Medeiros

Alguns dizem que Lampião entrou em Mossoró, pois ficou escondido entre os túmulos do cemitério São Sebastião e o cemitério pertence à cidade. Outros afirmam que por causa do Campo Santo ficar afastado da cidade na época do ataque, Lampião não veio a Mossoró. Acho que o mais importante é sabermos que houve o combate e focarmos no real motivo do ataque, se pra roubar, se por motivos políticos etc.

https://www.facebook.com/cang.gaco

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21 janeiro 2026

O FUNESTRO EXEMPLO DE LAMPIÃO...

    Material do acervo do Giovane Gomes

O funesto exemplo de Lampeão anima outros bandoleiros a lhe seguir o exemplo surge aqui ou ali um outro bando dirigido por um scelerado qualquer commenttendo roubos e assisinos, espalhando o pavor e a morte por onde passam.

Surgiu agora, perto de Algodões, o grupo chefiado pelo bandido " Jararaca " ex-praça do Exército e que , dizem. Já ter feito parte do grupo de Lampeão do qual ministrou instrucção militar.

ortográfica da época.

Fonte: Relatório da Secretaria de Justiça do Estado de Pernambuco.

Dr Eurico Leão

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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LIVROS SOBRE CANGAÇO PEÇA AO PROFESSOR PEREIRA

 Por José Mendes Pereira


Se está preocurando livros sobre cangaço adquira-os com Francisco Pereira Lima lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba através deste e-mail:

franpelima@bol.com.br

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20 janeiro 2026

A MÁQUINA DE COSTURA DA DADÁ.

  Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=71v1T2YcMEI

Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com #lampiao #cangaço #maria bonita #cangaceiros

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19 janeiro 2026

ASSIM FOI A MORTE DE DON RAMÓN! (O SEU MADRUGA).

 Por Fatos Desconhecidos

https://www.youtube.com/watch?v=GGedx5FLhfg

 Descubra a trajetória de Don Ramón, o adorado Seu Madruga de Chaves, e a vida de Ramón Valdés, o ator por trás do personagem icônico. Este vídeo explora desde os primeiros passos de Valdés no mundo do entretenimento até sua consagração como Seu Madruga, revelando sua influência cultural e sua despedida comovente, celebrando o legado que continua a encantar gerações de fãs ao redor do mundo.

  • Conheça a USEFATOS, loja oficial da Fatos Desconhecidos:


ROTEIRISTA: Júlia Marreto / EDITOR DE VÍDEO: Marcelo Prado / ILUSTRADOR (THUMBNAIL): Alex Katira / DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA e OPERAÇÃO DE CÂMERA: Francisco (Sombra) e Joakim Sousa / AUXILIAR DE ESTÚDIO: Pablwo Henryky / PRODUTOR: Thales da Guarda / DIREÇÃO DE ESTÚDIO: Carlos de Freitas /ÁUDIO e DIREÇÃO DE CENA E DE GRAVAÇÃO: Marlúcio Rezende / Danyllo Freitas / REVISÃO DE ROTEIROS: Maurício Moreira / CHEFE DEP. YOUTUBE: Wanessa Costa / PRODUTOR EXECUTIVO: Luiz Phellype Alves.
00:00 - 00:52 - Como foi a morte de Don Ramón, o seu Madruga
00:52 - 02:57 - Lá vem o Chaves, Chaves, Chaves…
02:57 - 04:41 - A vida de Ramón Valdés
04:42 - 05:47 - Ramón Valdés - Casamento e Filhos
05:47 - 07:22 - Ramón Valdés e Don Ramón
07:23 - 09:09 - Para sempre Seu Madruga
09:09 - 11:00 - Ramón Valdés dá adeus ao Chapolin
11:00 - 12:06 - As idas e vindas de Ramón Valdés
12:06 - 13:57 - A carreira de Don Ramón
13:57 - 15:41 - Polêmicas e Controvérsias
15:42 - 18:18 - A polêmica bombástica de 2016
18:18 - 20:33 - Legado do Seu Madruga
20:34 - 23:00 - A vida imita a arte, isso, isso, isso…
23:01 - 27:34 - Curiosidades sobre Ramón Váldes
27:35 - 29:04 - A morte dos atores de Chaves
29:04 - 32:33 - Os sete pecados capitais!
32:34 - 33:07 - Fim

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18 janeiro 2026

TRANSFORMAÇÃO.

 Autor José Di Rosa Maria


Refugio-me dos olhos da ganância
Prevenindo-me do saldo dos seus danos
Se ninguém quando morre leva os bens
Pra quê bens incluídos nos meus planos
Só o monte de culpas que carrego
Superlota os vagões do trem dos anos.
Pra quê tanta vontade de ter mais
Se a vida da gente é limitada
Se a cova nem roupas quer no corpo
De quem dá sua última passada
Se ninguém nada tem por mais que tenha
É melhor ser feliz por não ter nada.
Vomitei a paixão pela riqueza
Dei as costas pra fome do querer
Contraí o prazer de ter apenas
O que dá simplesmente pra viver
Por saber que com Deus o pouco é muito
E sem Deus nada vale apena ter.
Estudando os enigmas da fortuna
Felizmente me desequivoquei
Sobre o dom de viver aprendi tanto
Que meu resto de tempo viverei
Sem pensar que nos bens materiais
A vitória da vida encontrarei.
Vem do vale da paz da minha alma
O profundo desejo de gritar
Que o hálito da vida cheira mais
Que o néctar das flores do pomar
Tem que ser bem humano pra sentir
E poeta sensível pra cantar.
Pelo ar que respiro nada pago
Pelo dom de ser útil também não
Como Deus me doou esses tesouros
Vou fazer do amor do coração
Uma venda pros olhos do espírito
Pra não ver nunca mais a ambição.

https://www.facebook.com/josedirosamaria62

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho.

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17 janeiro 2026

BRIÓ E ANTÔNIO CANELA: QUANDO AS PALAVRAS E AS AMEAÇAS SÃO SENTENÇAS DE MORTE.

  *Rangel Alves da Costa

Muitos foram os acontecidos no solo sertanejo de Poço Redondo, no sertão sergipano, naqueles idos cangaceiros, principalmente a partir dos anos 30. Fato curioso é que a saga cangaceira na região não envolveu somente a ferrenha luta entre cangaceiros e volantes, mas também personagens que mesmo estando à margem das vinditas, ainda assim foram alcançados pela cruel sangria.

Mais curioso ainda é o fato de que dois destes importantes acontecidos, de consequências verdadeiramente trágicas, tiveram por motivação as palavras ditas e as ameaças impensadas. Ou mesmo de forma pensada, mas sem se imaginar no fatal desfecho depois de proferidas. Depois da análise do relatado abaixo, logo será fácil compreender que perante o cangaço - incluindo o mundo das volantes - a palavra e o gesto possuíam tamanha força, tamanha consequência, que exsurgiam até como sentença de morte para aquele que erroneamente se expressasse.

Assim aconteceu, por exemplo, com Brió e Antônio Canela. Este de trágico fim nas proximidades da Estrada de Curralinho (Estrada Histórica Antônio Conselheiro) e aquele ladeando a Estrada da Maranduba (região das Queimadas, nas beiradas do Riacho do Braz), bem próximo ao local onde, em 1937, Zé Joaquim (José Machado Feitosa), um rapaz de Poço Redondo foi torturado e morto pelo grupo de Juriti e Zé Sereno, sob a falsa acusação de ter dito a Zé Rufino que o bando de Lampião estava emboscado à sua espera na Lagoa da Cruz.

Como dito, Antônio Canela, um modesto vaqueiro vivente entre as beiradas alagoanas de Bonito e sergipanas de Curralinho, falou demais e, além disso, ameaçou demais, e acabou trucidado pelas próprias ações do passado. Segundo consta, nos idos de 1937, o vaqueiro se juntou com outros sertanejos e prometeu dar cabo a Lampião assim que este chegasse a Entremontes, nas barrancas das Alagoas. Pegou em armas, preparou a tocaia, mas nada de o bando aparecer. Contudo, a história ganhou o vento e foi parar aos ouvidos da cangaceirama.

Certamente que amedrontado com a irrealizada promessa e as juras de dar fim ao rei cangaceiro, Antônio Canela resolveu se bandear para o outro lado do rio, região sergipana do Curralinho. Oficiando como vaqueiro, um dia foi atrás de um jumento pelos arredores da fazenda Camarões e mais adiante avistou, na sede da propriedade, uma festança. Vai até lá e se junta à beberança. Não sabia, contudo, que logo a cangaceirama chegaria para cobrá-lo na dor e no sofrimento aquela emboscada feita pra Lampião.

E a cangaceirama que chega é a comandada por Mané Moreno. O líder do subgrupo já havia sido informado que o vaqueiro “metido a valente” poderia estar por ali. Tanto estava que logo o reconheceu. Identificou e logo deu início à cruel vingança. Sem dar o mínimo de atenção aos rogos dos sertanejos ali presentes, o cangaceiro logo sentencia o vaqueiro de morte. E de forma mais bestial ainda ante a confissão feita de que só não matou Lampião por que este não apareceu. Uma coragem que equivalia a pedir pra morrer.

A morte de Canela foi de indescritível perversidade. Picotado pelo canivete de Alecrim, tombado ante o açoite do mosquetão de Cravo Roxo, e depois disso amarrado a um animal e levado à morte certa. Foi Mané Moreno quem deu o tiro fatal. Mais um. E já morto é sangrado. E, segundo Alcino Alves Costa em seu Lampião Além da Versão (p. 196), o cangaceiro Cravo Roxo se acerca do corpo e bebe do sangue que borbulhava em seu pescoço.

Antes disso, nos idos de fevereiro de 1935, o sertanejo Brió (Benjamin, irmão do cangaceiro Demudado), um moço de Poço Redondo, igualmente falou demais e pagou no além da conta pela sua ousadia. Num meio onde a mera suspeita de ser alcoviteiro de volante já era correr perigo, que se imagine um cabra dizer - mesmo mentirosamente - que iria se juntar ao comando de Zé Rufino para perseguir aqueles que fossem amigos, coiteiros ou protetores de cangaceiros.

Num forró na fazenda de Julião do Nascimento, pai do mesmo Zé de Julião que mais tarde se tornaria no cangaceiro Cajazeira, Brió se desentendeu com a família dos Lameu e, raivoso, disse que todos pagariam bem pago assim que entrasse na força de Zé Rufino, o que já estava prestes a acontecer. Mentiu, contudo. E sua mentira teve uma trágica consequência. Sua verdadeira intenção era se juntar ao grupo de cangaceiros que estavam acoitados naquelas proximidades, nas Capoeiras. Iria servir ao subgrupo do perverso Mané Moreno, contando ainda com Zé Sereno e Juriti.

Sem saber que Brió se juntaria ao grupo, então Zé de Julião apareceu no coito para contar a novidade: Brió havia prometido ser cabra de Zé Rufino. Foi o fim de uma mentira. Não demorou muito, eis que Brió se apresenta àquele que seria o seu futuro grupo cangaceiro. Só não sabia o que lhe esperava. A sentença foi rápida: morte certa ao traidor. Tentou desfazer a todo custo o mal-entendido, mas não teve jeito. Os cangaceiros levam-no até o Riacho do Braz e o enforcam.

Indaga-se: por que enforcamento e não de outra forma? Apenas por que Brió, ante a certeza da morte, rogou para não ser nem enforcado nem afogado. Assim a vida cangaceira e daqueles que estavam ao seu redor, suas sagas e seus desatinos, seus tortuosos caminhos.

Escritor

blograngel-sertao.blosgpot.com

https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6804483

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho.

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ROSALINDA CANGACEIRA

    Por José Mendes Pereira Imagem adquirida na sua página - https://www.facebook.com/search/top?q=antonio%20neilton%20medeiros Rasalinda Ca...